Novo programa de habitação Casa Verde e Amarela é lançado pelo Governo

Para substituir o Programa Minha Casa Minha Vida, originado em 2009, o Governo Federal lançou na última terça-feira, dia 25, o Programa Casa Verde e Amarela. O programa habitacional tem a finalidade de atender mais de 1,6 milhão de famílias de baixa renda até o ano de 2024. Além do financiamento habitacional popular, o projeto do novo programa possibilitará também o uso da linha de crédito para a regularização fundiária e melhorias habitacionais (construção, reformas).

O novo programa passará a classificar o público-alvo em três grupos:

  • Grupo 1: famílias com renda até R$ 2 mil;
  • Grupo 2: famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 4mil;
  • Grupo 3: famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.

Cada grupo terá subsídios e programas diferentes, e essas mudanças deverão estar especificadas em regulamentação do Ministério do Desenvolvimento Regional.

De acordo com o Governo, os financiamentos de habitações do programa terão as taxas de juros reduzidas em até 0,5 ponto percentual para famílias que tenham renda de até R$ 2 mil mensais e de 0,25 ponto para quem possui renda entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas regiões os juros poderão chegar a 4,25% ao ano, e nas demais regiões os juros será de 4,5% ao ano.

Também será possível renegociar a dívida com a Caixa Econômica Federal, o que antes não era permitido, para os mutuários da extinta faixa 1, que agora pertencerão ao grupo 1. Medidas voltadas para a regularização fundiária urbana, para formalizar moradias de famílias e situação de vulnerabilidade também estão previstas. O objetivo é que 130 mil imóveis sejam regularizados no primeiro ano de programa.

 

 

Revitalização do Largo do Boticário, no Cosme Velho (RJ) possui Equipamentos SH

Obras no local estão sendo feitas para receber a primeira Rede de Hotéis Jo&Joe da América do Sul

O conjunto de 05 casas que integram o histórico Largo do Boticário, localizado no Cosme Velho, Rio de Janeiro, está passando por obras de revitalização e transformação para receber o primeiro Hotel Jo&Joe da América do Sul, marca lifestyle do Grupo Accor.

Tombado como Patrimônio Histórico pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC), desde 1987, a obra de requalificação e restauração completa do complexo está sendo realizada respeitando as características do projeto original e a área ao redor, de floresta nativa e a pequena passagem do Rio Carioca (rio localizado no município do Rio de Janeiro).

O projeto está sendo conduzido pela Construtora Klar, que contratou o fornecimento da SH Formas, Andaimes e Escoramentos para oferecer soluções na condução dessa mega estrutura que envolveu grandes desafios, diante do cuidado com a conservação do Patrimônio do Largo do Boticário, para que não houvessem danos.

Largo do Boticário

O projeto contou com diversas soluções da SH:

Fachadeiro  105 SH®e Modex ® SH para restauração das fachadas;
• Modex ® SH e Perfis para execução de rampas de acesso;
Escoras Metálicas SH® para reescoramento interno das casas.

Veja os desafios  desse mega projeto:

✔ Cada projeto desenvolvido pela SH precisou passar pela análise da equipe de Engenharia da Construtora Klar, e precisou ser validado pelo INEPAC, antes dos equipamentos serem enviados à obra;

✔ Todo o piso do Largo do Boticário é tombado pelo Patrimônio Histórico, portanto houve um cuidado maior com o projeto. Para que os equipamentos não danificassem a laje de pedra original do inicio século 20, todos precisaram estar apoiados em pranchas de madeira;

✔ A ponte que dá acesso ao Largo não tinha mais capacidade de carga para suportar o tráfego dos caminhões para que os insumos chegassem à obra. Como a previsão de reconstrução da mesma é para o fim do cronograma da obra, precisamos driblar esse problema: projetamos uma rampa sobre a ponte, que redistribui as cargas para o terreno natural em suas cabeceiras;

✔ Na lateral da obra há um desnível de mais de 3,70m no terreno que leva aos fundos do terreno, com uma escada também tombada pelo INEPAC no caminho. Havia o desafio de chegar com máquinas e equipamentos (bobcat, mini escavadeira , entre outros) a esse local. Desenvolvemos uma solução de rampa de acesso em Modex ® SH para vencer esta altura, com capacidade de carga para circulação das maquinas e de pessoal. Para garantir a elevação da rampa, a solução ficou com mais de 39,00m de extensão.

Largo do Boticário

‘’Nossas torres de Fachadeiro  105 SH e Modex ® SHnão puderam ser fixadas diretamente na fachada das casas para que se pudesse garantir a integridade das mesmas. Para sanar essa demanda foi necessário utilizarmos escoras no interior das casas, travando-as do piso ao teto e fazendo a amarração dos andaimes nas escoras. Outra premissa a ser respeitada era o afastamento mínimo 40 cm da fachada para o nosso andaime, gerando assim mais um novo desafio, teríamos que garantir a segurança das pessoas que trabalhariam na restauração também na parte interna do andaime. Para isso projetamos guarda-corpos para serem utilizados também nesta parte e assim cumprir todos os requisitos de segurança do trabalho. ’’, explicou Fernanda Silva, Supervisora de Contratos da SH Unidade Rio de Janeiro.

O hotel terá uma área de 4.158m², construída em um espaço total de 6.000m², e possuirá em suas instalações 330 camas, distribuídas em 80 quartos e apartamentos, que acomodarão até 10 pessoas, com opção também de quartos privativos e coberturas.

Projeto Jo&Joe - Largo do Boticário (Foto: Divulgação)
Projeto Jo&Joe – Largo do Boticário (Foto: Divulgação)

O complexo terá restaurantes, áreas sociais, piscinas, área para churrasco e espaço compartilhado para trabalho. As obras, que tiveram início do fornecimento das soluções SH em Junho de 2020, tem previsão de entrega da estrutura para o primeiro semestre de 2021.

Projeto Jo&Joe - Largo do Boticário (Foto: Divulgação)
Projeto Jo&Joe – Largo do Boticário (Foto: Divulgação)

Equipe SH envolvida no Projeto:

Gerente Unidade SH Rio de Janeiro: Antônio Júnior
Supervisora de Contratos Unidade SH Rio de Janeiro: Fernanda Azevedo Silva
Supervisor de Assistência Técnica Unidade SH Rio de Janeiro: Jaime Castro
Assistente Técnico Unidade SH Rio de Janeiro: Hudson Chagas
Supervisor de Projetos Unidade SH Rio de Janeiro: Vitor Antunes

Quer saber mais sobre as soluções SH? Entre em contato com a nossa equipe pelo sac@sh.com.br ou no 0800 899 8903.

 

Ampliação do sistema de Abastecimento de Água de São Miguel do Guamá (PA) tem soluções SH

No projeto foram utilizadas formas e estruturas metálicas SH

A SH, líder na locação de formas para concreto, andaimes, escoramentos metálicos em todo Brasil, está auxiliando a obra do Reservatório Elevado que está sendo construído na cidade de São Miguel do Guamá, no Pará.

O projeto prevê a construção de 03 reservatórios com capacidade total de 540.000 litros, e tem o propósito de ampliar o abastecimento de água potável para alguns povoados da região de São Miguel do Guamá, pelo fato do município não ser atendido hoje pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), o que dificulta ainda mais a solução.

Quando o assunto é obra de grande porte, como nesse caso do Reservatório Elevado, a SH consegue aproveitar a experiência de anos com muitas obras da mesma tipologia já realizadas, mas essa especifica ocaionou um desafio e tanto: era fundamental convencer o cliente a mudar o método construtivo de madeira para material metálico, para que o resultado fosse o melhor possível, e a engenharia da SH provou o valor da mudança, vencendo mais esse desafio.

soluções sh

Por que trocar a madeira pelo equipamento metálico?

Além de sustentáveis, resistentes e produtivas, as formas e estruturas metálicas são muito versáteis, ou seja, podem ser aplicadas em vários tipos de construções, tanto de pequeno como de grande porte.

Vantagens:

  1. Tecnologia mais produtiva:
  2.  Mais resistente;
  3.  Sustentável.

soluções sh

A obra foi iniciada com formas e estruturas em madeira, mas a TB Engenharia Eirele optou por utilizar as soluções SH após receber a indicação dos benefícios dos equipamentos metálicos para a execução desse projeto, e conta com aproximadamente 39 mil toneladas de equipamentos SH:

  • Torres de Carga LTT e Perfis AL: para escorar as vigas e o reservatório;
  • Formas Tekko ® SH: para execução dos pilares e parede do reservatório;
  • Escoras Lume: para o reescoramento das vigas que já estavam prontas quando os equipamentos da SH chegaram na obra;
  • Andaime Fachadeiro: para auxiliar na execução da montagem das formas da parede do reservatório.

soluções sh

‘’Participar desta obra está sendo enriquecedor, pois, como todas as experiências na vida, temos sempre algo novo a aprender. E gerou uma grande realização pessoal por me permitir compartilhar conhecimentos para alcançar a satisfação do cliente através de maior praticidade, qualidade e rapidez no andamento da obra.’’, contou Erika Souza, Assistente Técnica da Unidade SH do Pará.

A obra, que teve seu início em Junho de 2020, tem previsão de encerramento das estruturas em Agosto de 2020.

Colaboradores SH que contribuíram com esse Projeto:

Gerente da Unidade SH Pará: João Corvo
Supervisor de Contratos Unidade SH Pará:  Arqtº Venicius Jesus;
Assistente Técnico Unidade SH Pará: Engª Erika Souza;
Projetista Unidade SH Pará: Filipe França.

Quer saber mais sobre as soluções SH? Entre em contato com a nossa equipe pelo sac@sh.com.br ou no 0800 899 8903.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que é cimbramento?

É preciso controlar todo o Cimbramento alugado, caso contrario pode causar enormes prejuízos á obra. Uma vez este controle perdido, dependendo do ritmo e quantidades de cimbramento locado, se torna impossível finalizar sem custos de indenizações, por tanto seguem alguns procedimentos, de forma a auxiliar este controle. Adotamos o termo Cimbramento ao invés de escoramento, fôrmas e outras peças portantes por entender este ser uma denominação mais ampla, abrangendo todos os sistemas e não só os que usam escoras.

Arpoador Rio Concept, Valpi Valor Imobiliário – RS

O Cimbramento é uma estrutura de suporte provisória composta por um conjunto de elementos que apoiam as fôrmas horizontais (vigas e lajes), suportando as cargas atuantes (peso próprio do concreto, movimentação de operários e equipamentos, etc.) e transmitindo-as ao piso ou ao pavimento inferior. Para tanto deve ser dimensionado, entre outras coisas, em função da magnitude de carga a ser transferida, do pé-direito e da resistência do material utilizado.

Estes elementos normalmente divididem-se em:

  • Suporte: escoras, torres, etc.,
  • Trama: vigotas principais (conhecidas também como longarinas) e vigotas secundárias (conhecidas também como barrotes).
  • Acessórios: peças que unem, posicionam e ajustam as anteriores.

Residencial Rossi Atlantida, Eixo M Engenharia – RS

Reescoramento

Após a concretagem, inicia-se o processo de endurecimento do concreto, onde as peças atingem a condição de serem autoportantes (em média 72 horas após) até atingirem a resistência para a qual foram projetadas (28 dias). A fim de liberarmos a maioria das peças de cimbramento para o próximo uso, posicionamos novas escoras (ou, nos sistemas que permitem a desmontagem das outras peças sem movimentarmos as escoras, deixamos parte delas) e depois desmontamos as demais peças para uso na próxima laje.

Conheça os Cimbramentos da SH!

Cuidados no Reescoramento e Desforma.

O assunto de hoje é bastante crucial, e exige muita dedicação e experiência para garantir bons resultados. Vamos lá..

O reescoramento, ou seja a retirada da fôrma e do escoramento de uma laje e/ou viga e a substituição por um escoramento reduzido, hoje é prática comum na execução de estruturas de concreto. Porém a importância do reescoramento tem sido, por vezes, subestimada, e a falta de conhecimento das normas e critérios para o dimensionamento gera um risco de problemas posteriores.

O reescoramento é necessário por dois motivos:

  • Economia na execução da estrutura – O custo do reescoramento é cerca. 10% -15% do custo do escoramento com fôrma;
  • Absorver cargas do escoramento da próxima laje, superiores às que a laje suporta – Uma laje de 15 cm de espessura, por exemplo, pesa aproximadamente 400 kg/m², a carga admissível de um piso residencial seria de somente 150 kg/m².

O dimensionamento do reescoramento deve visar:

  • Absorver cargas que excedem a resistência do apoio;
  • Evitar deformações (flechas) excessivas;
  • Garantir qualidade do concreto, evitando fissuras e minimizando deformações lentas.

Algumas normas orientam a execução de reescoramento:
Durante a desforma, não se deve deixar cair livremente seções de formas. As mesmas devem ser antes escoradas e atracadas para que possam ser abaixadas com segurança. Não se deve permitir em nenhum caso, desformas prematuras. Quaisquer operações de desforma só podem ser iniciadas com autorização do responsável pela obra.

Tempos mínimos de cura convencional para desforma

Nota: O endurecimento do concreto pode ser acelerado por meio de tratamento térmico ou pelo uso de aditivos que não cloreto de cálcio em sua composição e devidamente controlado, não se dispensando as medidas de proteção contra a secagem.

Cura e retirada de fôrmas e escoramentos
Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deve ser curado e protegido contra agentes prejudiciais para:

  • Evitar a perda de água pela superfície exposta;
  • Assegurar uma superfície com resistência adequada;
  • Assegurar a formação de uma capa superficial durável;

Os agentes prejudiciais mais comuns ao concreto em seu início de vida são:

  • Mudanças bruscas de temperatura;
  • Secagem;
  • Chuva forte;
  • Água torrencial;
  • Congelamento;
  • Agentes químicos;
  • Choques e vibrações de intensidade tal que possam produzir fissuras na massa de concreto ou prejudicar a sua aderência à armadura.

Retiradas das formas e do escoramento
Formas e escoramentos devem ser removidos de acordo com o plano de desforma previamente estabelecido e de maneira a não comprometer a segurança e o desempenho em serviço da estrutura.

Para efetuar sua remoção devem ser considerados os seguintes aspectos:

  • Peso próprio da estrutura ou da parte a ser suportada por um determinado elemento estrutural;
  • Cargas devidas a fôrmas ainda não retiradas de outros elementos estruturais (pavimentos);
  • Sobrecargas de execução, como movimentação de operários e material sobre o elemento estrutural;
  • Seqüência de retirada das fôrmas e escoramentos e a possível permanência de escoramentos localizados;
  • Operações particulares e localizadas de retirada de fôrmas (como locais de difícil acesso);
  • Condições ambientais a que será submetido o concreto após a retirada das fôrmas e as condições de cura;
  • Possíveis exigências relativas a tratamentos superficiais posteriores.

Escoramentos e fôrmas não devem ser removidos, em nenhum caso, até que o concreto tenha adquirido resistência suficiente para suportar a carga imposta ao elemento estrutural nesse estágio, evitar deformações que excedam as tolerâncias especificadas, resistir a danos para a superfície durante a remoção.

A retirada das fôrmas e do escoramento só pode ser feita quando o concreto estiver suficientemente endurecido para resistir às ações que sobre ele atuarem e não conduzir a deformações inaceitáveis, tendo em vista o baixo valor do módulo de elasticidade do concreto (Eci) e a maior probabilidade de grande deformação diferida no tempo quando o concreto é solicitado com pouca idade. Para o atendimento dessas condições, o responsável pelo projeto da estrutura deve informar ao responsável pela execução da obra os valores mínimos de resistência à compressão e módulo de elasticidade que devem ser obedecidos concomitantemente para a retirada das fôrmas e do escoramento, bem como a necessidade de um plano particular (seqüência de operações) de retirada do escoramento.

Execução
No escoramento convencional, as escoras do reescoramento geralmente são posicionadas após da retirada (parcial) da fôrma. Isto gera os seguintes problemas:
Na desforma supervisão e cuidado especial são essenciais para evitar que a laje trabalhe sem reescoramento adequado. As escoras posicionadas contra a laje já em cura não têm pre-tensão. Estas escoras somente trabalharão após uma certa deformação da laje (Lei de Hook).
Em alguns casos, as escoras do reescoramento já são colocadas antes da retirada da fôrma, usando algumas tiras estreitas de compensado que ficarão presas. Esta situação certamente protege melhor o concreto em cura, mas não evita a necessidade de supervisão rigorosa na retirada.

Em todo o caso, esse breve guia apresenta as principais orientações para o assunto em questão, mas é indispensável ouvir o responsável pela obra, que somente ele saberá os valores exatos e cálculos que se aplicam no seu caso específico.

Contribuição: Engenheiro Michael Rock, Diretor de Desenvolvimento da SH.

Somente tomando os devidos cuidados e conhecendo ao máximo as delimitações do processo é que se pode evitar danos graves e  riscos à sua obra. Na sua obra há algum processo de reescoramento e desforma em andamento? Se há, redobre a atenção e leve as dicas desse guia bem a risca. Se ainda não, com certeza irão cruzar com essa necessidade muito em breve, portanto, convém se informar. Doar um tempo em busca de conhecimento é, na verdade, ganhar tempo evitando transtornos e futuras dores de cabeça. Com muito prazer, esse foi mais um A SH explica! Fique por dentro. Toda quarta-feira no blog SH.