Novo programa de habitação Casa Verde e Amarela é lançado pelo Governo

Para substituir o Programa Minha Casa Minha Vida, originado em 2009, o Governo Federal lançou na última terça-feira, dia 25, o Programa Casa Verde e Amarela. O programa habitacional tem a finalidade de atender mais de 1,6 milhão de famílias de baixa renda até o ano de 2024. Além do financiamento habitacional popular, o projeto do novo programa possibilitará também o uso da linha de crédito para a regularização fundiária e melhorias habitacionais (construção, reformas).

O novo programa passará a classificar o público-alvo em três grupos:

  • Grupo 1: famílias com renda até R$ 2 mil;
  • Grupo 2: famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 4mil;
  • Grupo 3: famílias com renda entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.

Cada grupo terá subsídios e programas diferentes, e essas mudanças deverão estar especificadas em regulamentação do Ministério do Desenvolvimento Regional.

De acordo com o Governo, os financiamentos de habitações do programa terão as taxas de juros reduzidas em até 0,5 ponto percentual para famílias que tenham renda de até R$ 2 mil mensais e de 0,25 ponto para quem possui renda entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas regiões os juros poderão chegar a 4,25% ao ano, e nas demais regiões os juros será de 4,5% ao ano.

Também será possível renegociar a dívida com a Caixa Econômica Federal, o que antes não era permitido, para os mutuários da extinta faixa 1, que agora pertencerão ao grupo 1. Medidas voltadas para a regularização fundiária urbana, para formalizar moradias de famílias e situação de vulnerabilidade também estão previstas. O objetivo é que 130 mil imóveis sejam regularizados no primeiro ano de programa.

 

 

SH mostra novidades e inovações na Concrete Show 2019

SH levou novidades importantes de sua indústria para apresentar na Concrete Show 2019, um evento que reúne em São Paulo a verdadeira força da construção civil. Realizada anualmente, o evento tem como objetivo oferecer novas oportunidades e fomentar a competitividade e o desenvolvimento do setor, proporcionando ao mercado uma plataforma importante para o lançamento de novos produtos, aproximação entre empresas e clientes e oportunidades de negócios.

O evento foi marcado por muita tecnologia e inovação, e aproveitamos para divulgar três lançamentos inovadores, sistemas construtivos que prometem levar ainda mais agilidadeprodutividade e segurança em obra aos empreendimentos em paredes de concreto na América do Sul.

Novidades: LumiDeck SH,  LumiUp SH e o novo sistema de segurança do Lumiform SH, com espaçamento entre os consoles de trabalho 50% maior, deixando o equipamento mais econômico e mais produtivo.

Confira mais detalhes dos novos equipamentos:

LUMIDECK SH: Um Sistema de Forma para lajes em alumínio que dispensa a colocação de pinos e cunhas durante a montagem e desmontagem.

Confira as vantagens:
✔Produtividade 30% maior na montagem e desmontagem em relação aos sistemas atuais. ⠀⠀⠀
✔Evita perda de peças (pino e cunha)
✔Maior segurança para os montadores ✔Redução da quantidade de escoras

 

“Fizemos uma mistura entre o sistema de formas Topec SH e o Lumiform SH. Criamos esse produto, um sistema de laje que não tem pino e cunha. Isso dá um ganho de produtividade próximo de 30% em montagem e desmontagem. É algo em que estamos trabalhando há dois anos, mas já temos uma obra em Aracaju-SE, da construtora Impacto, e mostramos na Concrete Show, a receptividade foi muito bacana.”

Luiz Claudio Monteiro – Diretor da SH.

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LUMIUP SH: Um Sistema de forma e plataforma de trabalho montado em módulos ainda no térreo e que permite unir uma grande área de painéis para movimentação vertical com o auxílio de grua.

Confira as vantagens:
✔Único que permite içamento de painéis de forma e sistema de segurança junto ou separadamente
✔Único que possui uma segunda plataforma de trabalho, que permite acabamentos no andar inferior em simultâneo
✔Maior segurança para o trabalho em altura

“O LumiUp é um sistema de forma trepante destinado basicamente para prédios acima de dez pavimentos. Tem uma plataforma de trabalho em dois níveis. Permite fazer a concretagem do nível superior e o acabamento no nível inferior. Essa forma necessita de grua para ser movimentada na vertical, diferentemente do LumiDeck, que é manoportável.”

Luiz Claudio Monteiro – Diretor da SH.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=3tSkPh3VLTw[/embedyt]

 

E não para por aí, demos uma prévia de duas novidades que serão lançadas pela SH em 2020:

Grampo Lumiform SH: Lumiform SH é uma fôrma em alumínio para paredes de concreto, ideal para construção em série de casas e edifícios, muito utilizada no Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Nesse Sistema de Formas de Alumínio, para juntar duas peças é preciso um sistema de ligação, atualmente o mais utilizado no mercado é o de Pino e Cunha, que são materiais pequenos com grande facilidade de perda e risco de acidente, pois quando retirada a cunha pode ser lançada, afetando a segurança do trabalhador, nesse sistema a fixação é acoplada, não deixando a cunha “voar”.

 

“Estamos esperando a chegada de um container com esse sistema, mas trouxemos amostras para a Concrete Show e já tivemos 2,5 mil pedidos.”

Luiz Claudio Monteiro – Diretor da SH.

 

Solda Fricção: muito utilizada em construção espacial Na soldagem. No fundo, a solda é uma cola e isso é um ponto de fraqueza. Além disso, ao soldar você está aplicando calor no alumínio da forma, que tem uma condutividade térmica grande. Então, você acaba causando na forma “perturbações” que obrigam a criar no processo de produção uma etapa de checagem, para ver se a forma empenou ou não. Com a solda fricção, usada em naves espaciais, é misturado os materiais, deixando a forma mais resistente, sem o ponto de vulnerabilidade da solda e eliminando a etapa de checagem. A fábrica fica mais produtiva e o produto, mais competitivo.

“Essa solução é engenharia pesada, tecnologia pura, vinda de uma empresa norueguesa. O Brasil não tem isso ainda desenvolvido em escala. Não é um sistema barato, talvez por isso não tenha pegado aqui. Mas já estamos trabalhando com uma empresa estrangeira e no ano que vem colocaremos para funcionar.”

Luiz Claudio Monteiro – Diretor da SH.

Buscamos sempre trazer inovação e melhorias para o setor da construção civil. O nosso mix de produto evoluiu com os anos, sempre buscando atender a maior variedade de mercados com os melhores equipamentos, seja para clientes grandes ou pequenos que precisam de soluções rápidas e eficientes.

A Participação na Concrete Show 2019 foi mais um sucesso para a SH! Estamos sempre em busca de evoluir junto com os clientes e oferecer sempre as melhores soluções de engenharia. No final o objetivo é gerar valorcriar relacionamento e contribuir com a construção de uma sociedade melhor.

Construção Civil: Legado da boa fase

Herança do crescimento da classe C e do boom imobiliário, fôrmas de alumínio chegaram para ficar no mercado nacional de obras populares, trazendo mais produtividade e padronização

O sistema Lumiform SH® está na Revista Alumínio, edição  3º trimestre de 2014 – página 36. Para conferir a matéria completa, clique na imagem abaixo!

Você encontra as demais edições da revista pelo site: www.revistaaluminio.com.br

Revista Aluminio-3trimestre2014-Lumiform-1

Revista Aluminio-3trimestre2014-Lumiform-2

Revista Aluminio-3trimestre2014-Lumiform-3

Formas garantem produtividade.

O sistema Lumiform SH® está no Caderno de Boas Práticas em Parede de Concreto, edição 2014, desenvolvido pelo Núcleo de Referência de Parede de Concreto. O lançamento da publicação será durante o evento da Concrete Show 2014.

Acompanhe pelo site http://www.anuariodoconcreto.com.br/ e baixe a edições anteriores.

cadernoboaspraticas_lumiform_agosto_2014

Habitação sempre foi um dos déficits do País e com a criação do Minha Casa Minha Vida a demanda por soluções construtivas rápidas e eficientes tornou-se uma necessidade. Neste segmento de habitação o sistema de parede de concreto é extremamente competitivo, por proporcionar uma produção em escala. E as formas são essenciais para que a obra tenha qualidade e velocidade. É o caso da SH, que fornece material para a construção do Vila Carioca, um empreendimento na cidade do Rio de Janeiro composto por 1320 apartamentos de 44 m² divididos em torres de 5 pavimentos.

A Novo Lar, construtora que nasceu para atender essa demanda por habitação, é a responsável pela obra e escolheu as formas da SH pela qualidade e produtividade. “Nossa previsão é erguer 224 apartamentos por mês e a tendência é que esse número melhore ainda mais, já que os funcionários vão adquirindo prática com o andamento da obra. Em 6 meses devemos finalizar todas as unidades”, explica Último Santiago, da Novo Lar. “É como se fosse uma fábrica produzindo apartamentos. O sistema é rápido e a qualidade das formas da SH, aliado ao fato de a empresa ser reconhecida no mercado pela credibilidade, nos fizeram optar pelo produto”, diz.

O Vila Carioca está sendo erguido para abrigar moradores de uma comunidade que foi retirada do local onde será o centro olímpico e, por isso, a obra precisa cumprir um cronograma apertado. “O sistema alia eficiência com baixo custo e garante uma boa produtividade. Além disso, demanda pouca mão de obra e não tem necessidade de uma qualificação prévia, um dos grandes gargalos da construção civil no Brasil”, analisa Luis Claudio Monteiro, da SH. “E além de todos esses benefícios, o sistema ainda evita o desperdício de material”, finaliza.

Utilização bem sucedida de paredes de concreto.

Utilização bem sucedida de paredes de concreto depende do sistema de fôrma, da qualidade do concreto, de projeto adequado e de uma execução sincronizada com outros sistemas construtivos.

Por Gisele C. Cichinelli

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As paredes de concreto encontraram importante aplicação em obras habitacionais de padrão popular, especialmente nos empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida

Nos últimos anos, o sistema de paredes de concreto avançou no Brasil, mas não no ritmo desejado pelas empresas fabricantes de fôrmas. A falta de padronização dos projetos, a burocracia na liberação de financiamentos e a falta de maturidade própria de um mercado em evolução são citadas por especialistas como os principais entraves para a expansão do segmento. A necessidade de ultrapassar as fronteiras dos projetos econômicos também está na lista de desafios a serem superados pelas empresas. “Um dos erros comuns é achar que o sistema de paredes de concreto só se destina a programas habitacionais populares, como o Minha Casa Minha Vida. O mercado precisa entender que é possível atender vários tipos de construção, tais como o industrial e comercial, com essa solução“, diz Marcelo Milech, diretor de negócios da SH Fôrmas.

Marcelo Milech – “A modulação e o projeto fazem toda diferença na adaptação e na produtividade da obra. Quando falamos em obras de duas mil unidades, o produto é muito competitivo. No caso do alumínio, além da leveza, o material tem durabilidade elevada. Como são projetos muito específicos, a conta acaba fechando para a locação”.

Escolha certa 

Para a execução das paredes de concreto, o mercado brasileiro disponibiliza basicamente três tipos de fôrmas: as metálicas, com quadros e chapas em alumínio ou aço; as metálicas com compensado, compostas por quadros em alumínio ou aço e chapas de madeira; e as fôrmas plásticas, formadas por quadros e chapas de plástico reciclável. A utilização de moldes adequados potencializa os ganhos do sistema, por isso a escolha do material deve levar em conta fatores como produtividade da mão de obra, peso por metro quadrado dos painéis, número de peças do sistema, durabilidade da chapa e possibilidade de reutilizações. Fatores como modulação dos painéis, flexibilidade diante das opções de projeto, adequação à fixação de embutidos e suporte técnico oferecido pelo fornecedor também são decisivos para a compra ou locação do tipo ideal de fôrma.

A existência de um projeto de fôrmas bem detalhado também é chave para viabilizar o sistema de paredes de concreto e sua qualidade de entrega. No documento, devem constar o detalhamento dos painéis e de equipamentos auxiliares, as peças de travamento, prumo e escoramento e, sobretudo, a sequência de montagem e desmontagem. Do ponto de vista arquitetônico, algumas diretrizes são importantes, como definição de medidas modulares, existência de geometrias simétricas e paredes alinhadas. “As regiões de transição devem ser pensadas para evitar elementos estruturais que prejudiquem a velocidade de aplicação do sistema, como, por exemplo, a presença de vigas e pilares“, explica Thales Couto Braguim, engenheiro da OSMB, escritório de projeto especializado em projetos de paredes de concreto.

Concreto e limpeza

Para a montagem das fôrmas, é fundamental que a fundação esteja nivelada. Outro ponto importante para o desempenho do sistema é a qualidade do concreto. Como as paredes são moldadas em uma única etapa e em condições que não permitem o uso de vibradores, a massa deve apresentar elevada fluidez e plasticidade e ser lançada de modo homogêneo, evitando vazios de concretagem. “Usamos tanto o concreto convencional com slump de 180 mm, como o concreto autoadensável com abatimento de 700 mm. Ambos apresentam bons resultados, principalmente após o acerto do traço em termos de quantidade de cimento e de fibra de polipropileno“, explica Braguim.

Dentre as patologias mais comuns envolvendo o sistema estão a ocorrência de pequenas fissuras devido à retração. Por isso, além do cuidado na composição do traço, a cura química nas paredes e lajes deve ser feita de forma rigorosa.

A retirada das estruturas provisórias deve ser feita após o concreto atingir a resistência prevista no projeto. Após a desmontagem, os painéis precisam ser limpos para remoção da argamassa aderida a eles. Essa etapa é fundamental para garantir a vida útil das fôrmas. Ela pode ser feita com a utilização de jatos fortes de água (com a pressão da água regulada para não danificar o acabamento das fôrmas), com uso de reagente ao concreto e ao desmoldante ou, ainda, com ferramentas com talhadeiras, palhas e escovas de aço.

Revista Construção e Mercado. Edição 152 – Março/2014.
http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/152/artigo307910-1.aspx

Unidade baiana da SH fatura R$ 22,5mi.

SH, líder no fornecimento de formas para concreto e escoramentos metálicos, viu seu faturamento aumentar em 20%. A empresa fechou 2013 com um faturamento superior a R$ 245 milhões, dos quais aproximadamente R$ 22,5 milhões foram obtidos pela unidade da empresa na Bahia. Para o Diretor de Negócios da SHMarcelo Milech, este crescimento só foi possível porque a empresa se adiantou à demanda do mercado, e desenvolveu equipamentos específicos para atender as obras de infraestrutura e de habitações econômicas do programa Minha Casa, Minha Vida. “A empresa dez o desenvolvimento e o laançamento de mais de dez novos produtos, nos últimos 4 anos, capacitou suas equipes e cobntratou novos profissionais técnicos com experiência em obras pesadas“, explica Milech.

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Jornal Tribuna da Bahia solta nota sobre o expressivo faturamento da Unidade baiana da SH.
Por Gerson Brasil.

Sistemas construtivos inovadores chegam ao Minha Casa, Minha Vida.

Construções que permitem reduzir o custo das unidades e elevar a produtividade, sem prejudicar a qualidade, tendem a dar impulso ao Programa.

É consenso entre os players da construção civil que o programa Minha Casa, Minha Vida precisa aderir aos sistemas construtivos inovadores para ganhar produtividade, reduzir custos e conseguir combater o déficit habitacional brasileiro, hoje estimado em 5,461 milhões – segundo dados divulgados em julho de 2013 pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Em Curitiba, a Doria construiu 512 unidades dentro do MCMV, usando paredes de concreto moldada in loco.

Para que os sistemas inovadores ganhem espaço no MCMV, hoje eles contam com um facilitador que é o SINAT (Sistema Nacional de Avaliações Técnicas) como explica Júlio César Sabadini de Souza, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). “Ele é um indutor da inovação tecnológica na construção civil. Em razão de não haver norma nacional a respeito de projeto, execução e especificação de materiais, só podem ser empregados os sistemas construtivos inovadores avaliados no âmbito do SINAT e que possuem DATec (Documento de Avaliação Técnica)”, diz. 

Entre os sistemas avaliados, os que têm encontrado menor resistência são os que utilizam painéis de concreto, paredes de perfis de PVC preenchidos com concreto e os sistemas de estrutura leve metálica (light steel frame). Mas nenhum supera o de parede de concreto moldada “in loco”. Esse, definitivamente, já está integrado aos processos construtivos em uso no MCMV. 

O motivo é que desde 2012 ele está normatizado pela ABNT NBR 16055 – Parede de concreto moldada no local para a construção de edificações – Requisitos e procedimentos. “Essa tecnologia tem sido utilizada em obras do MCMV e, que eu saiba, não enfrenta resistências”, afirma Júlio César Sabadini de Souza, para quem o uso frequente do sistema foi estimulado pela existência de uma nova norma, a qual especifica procedimentos de execução, projeto e requisitos mínimos.

Preparação da estrutura para receber as paredes de concreto moldadas in loco: tecnologia amplia produtividade, baixa custo e reduz impacto ambiental.

Outra vantagem desta tecnologia é que, por ser recente, a normalização já veio adequada às exigências da norma de desempenho (ABNT NBR 15575) em seus requisitos de isolamento térmico e acústico. Além disso, ela garante produtividade. “No caso do sistema de paredes de concreto, pode-se obter paredes estruturais já com as instalações embutidas, e que permitem a aplicação dos acabamentos diretamente sobre as paredes, sem necessidade de revestimento. Então está se reduzindo etapas de execução e obtendo-se ganhos de produtividade no processo”, explica o pesquisador do IPT.

Segundo dados da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) a expectativa é que até 2024 pelo menos 30% das construções habitacionais utilizem sistemas industrializados como o de paredes de concreto. “Hoje já existe um bom número de construtoras viabilizando unidades habitacionais através deste sistema. É desta maneira que ele se consolida: com um volume suficiente de unidades para se diluir o custo da fôrma. Assim, é natural que a tecnologia seja empregada em grandes conjuntos habitacionais”, estima Júlio César Sabadini de Souza, lembrando outra vantagem da entrada de sistemas inovadores no MCMV. “Como geram menos resíduos, levam vantagem sob o ponto de vista ambiental”, conclui.

Fonte: Massa Cinzenta

Lumiform SH®

O Lumiform SH® é um dos sistemas de formas de alumínio para concreto mais utilizados no projeto Minha Casa Minha Vida. No Bairro Carioca no Rio de Janeiro, por exemplo, é aplicado o Lumiform® naconstrução de 2.240 moradias sociais. Em Manaus – AM, são construídas 9.500 unidades habitacionais com o equipamento para o projeto Obra Meu Orgulho.

Entre os principais benefícios do sistema estão os ganhos de até 85% na produtividade; função estrutural e de vedação desempenhado simultaneamente pelo sistema; maior conforto térmico e acústico no prédio; segurança em caso de incêndio, pois são isolantes e incombustíveis, combate o desperdício de materiais e geração de entulho e montagem manual, sem necessidade de mão de obra especializada.

O equipamento é composto por painéis fabricado com perfis especiais de alumínio e forrados com placas de alumínio. Além de duráveis e leves, os painéis não possuem rebites, emendas ou marcas na face que faz contato com o concreto, o que garante um acabamento perfeito. Pode ser aplicado nos mais variados tipos de projetos, como construção de casas, sobrados e edifícios.

Assista a matéria no Bom Dia Brasil sobre o Lumiform SH®

Direcional Engenharia e parede de concreto: uma experiência de sucesso.

Visão aérea da obra Meu Orgulho. Fonte: www.valor.com.br

Por Ricardo Brito*

Faz aproximadamente dois anos que a Direcional Engenharia realizou sua primeira concretagem de um empreendimento construído com paredes de concreto. A operação ocorreu no dia 29 de setembro de 2010, na obra Meu Orgulho, em Manaus, e marcou a adoção efetiva de um sistema construtivo que vem contribuindo de forma crescente para os negócios da empresa.

A opção pelo sistema parede de concreto ocorreu quando a Direcional, buscando acompanhar o crescimento do segmento de habitação popular, em especial com foco no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), do governo federal, criou o Setor de Inovações Tecnológicas para colaborar neste processo. O maior desafio para atuar no MCMV eram os custos unitários dos apartamentos e casas. Como construir com um custo ajustado para que o empreendimento desse um retorno adequado para a empresa? Era necessário implementar um sistema construtivo para acompanhar a demanda, os prazos, os custos e também garantir a qualidade final das edificações. De todos os sistemas disponíveis, optou-se pelo sistema de paredes e lajes de concreto armado no local, ou simplesmente parede de concreto, pois ele apresentava o maior potencial para atender àqueles pré-requisitos.

Mas uma implantação inovadora apresenta grandes desafios e paradigmas que precisam ser vencidos. Para o sistema parede de concreto não seria diferente, a começar pela localização da obra, na região norte de Manaus. A falta de mão de obra na construção civil é um problema nacional. Considerando que a parede de concreto é um sistema que tem pouquíssimos especialistas e técnicos, o desafio de contratar pessoas capacitadas multiplica-se. Para superar esse problema, foi implementado um grande programa de treinamento e qualificação de mão de obra local pela Direcional, amplo planejamento com fornecedores, para a grande demanda de materiais e serviços, e adaptação dos processos conforme a dificuldade logística que se apresentava. Foi necessário considerar também a grande particularidade climática da região para este empreendimento.

Dois anos depois de realizar aquela concretagem histórica, podemos dizer que o potencial que o sistema apresentava antes de sua implantação provou ser acertado, tornando-se atualmente o sistema construtivo mais utilizado pela Direcional Engenharia. A evolução da utilização do sistema em diversos empreendimentos ratifica aquela decisão. Para se ter uma ideia, neste momento a Direcional possui obras com esse sistema no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Macapá, Manaus, Belém, Porto Velho e Sobral (CE), num total de 23.743 unidades, que beneficiarão mais de 90 mil pessoas. E o Meu Orgulho, que era, na época, o maior empreendimento da Direcional com o sistema construtivo parede de concreto, tornou-se também o orgulho de toda a nossa equipe.

 * Ricardo Brito é engenheiro de Desenvolvimento Tecnológico

 Fonte: http://nucleoparededeconcreto.com.br/destaque-home/direcional-engenharia-e-parede-de-concreto-uma-experiencia-de-sucesso

Sistema de Formas Lumiform SH®

O sistema utilizado para a construção é o de paredes de concreto, erguidas a partir do uso do Lumiform SH®, sistema  composto por fôrmas em alumínio que são montadas e preenchidas com concreto. De acordo com o assistente de Engenharia da Direcional, Bruno Braga, essa solução reduz em até 80% o tempo de execução da obra, se comparada ao sistema convencional, com tijolos. Em razão do grande crescimento econômico brasileiro e do chamado “boom” da construção civil, esse sistema começou a ser adotado novamente por muitas construtoras, como a Direcional Engenharia que recorre a esse sistema nas obras de empreendimentos econômicos.

Com o Lumiform SH®, solução proposta pela SH, o tempo de construção de um metro quadrado, que em média demorava 42 horas quinze anos atrás, hoje chega a menos de 36 horas. Essa redução, além de representar um retorno mais rápido do investimento para as construtoras, significa menor dependência da mão-de-obra e ganho de produtividade. Em um projeto de casas populares tradicional, construído a partir do método de alvenaria estrutural, o prazo médio de execução da Direcional para 500 unidades é de 14 meses. Com o processo de forma de alumínio e parede de concreto, o prazo de execução cai para 3 meses.

 Leia mais: https://www.sh.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=87%3Alumiform-sh-garante-execucoes-economicas-ao-projeto-habitacional-meu-orgulho&catid=1%3Anoticias&Itemid=31&lang=pt

Novas alternativas para construção habitacional • Revista Grandes Construções

Especialistas destacam maior possibilidade de uso de concreto na construção de moradias verticais e horizontais.

O Brasil tem um déficit habitacional de cerca de oito milhões de unidades, um desafio que os governos, nos três âmbitos, precisam correr para diminuir. O programa Minha Casa Minha Vida, em sua primeira etapa, que previa a construção de um milhão de moradias, não entregou mais da metade de sua meta. Se existem empecilhos econômicos, do ponto de vista tecnológico, os especialistas indicam que a área habitacional poderia desfrutar mais das alternativas construtivas existentes. Um exemplo de opções foi mostrado no seminário “Soluções para Habitação, sistemas construtivos à base de cimento”, realizado em maio de 2012, em Aracaju (SE). O engenheiro Carlos Franco, diretor da CAL-FAC Consultoria e Engenharia, estava entre os especialistas do debate.

O foco principal da minha apresentação foi mostrar e desmistificar os sistemas construtivos pré-fabricados no segmento habitacional”, resume em entrevista exclusiva à Grandes Construções. “Falamos sobre a conceituação de pré-fabricado (executado na indústria) e o pré-moldado (executado no canteiro, porém, fora do local final de utilização) e as principais características de cada método”, detalha Franco. Segundo ele, o uso das duas tecnologias permite a conjunção de prazos, qualidade e baixa intensidade de mão de obra, sendo essa última atualmente escassa no setor de construção civil.

Além de indicar que os dois sistemas – pré-fabricados e pré-moldados podem ter desempenho igual ou superior aos métodos tradicionais, Franco avalia que tecnologias brasileiras encontram-se catalogadas no manual Affordable Housing, que numa tradução livre pode ser entendido como habitação de baixo custo, editado pela FIB (Fédération Internationale du Beton). “Podemos destacar os sistemas de parede dupla, de painéis alveolares e os de paredes portantes e lajes pré-fabricadas”, lista o executivo da CAL-FAC. No caso, das lajes pré-fabricadas, Franco destaca que o método é conceitualmente semelhante à alvenaria estrutural, do ponto de vista mecânico de funcionamento, mas totalmente diferente em termos de execução.

Um dos destaques de aplicação das lajes pré-fabricadas, aliás, é na construção de edificações verticais, podendo ser empregado em todas as situações em que a alvenaria estrutural possa ser utilizada. Em relação especificamente às habitações populares, Franco explica que o pré-fabricado em concreto é uma solução muito racional, principalmente, em construções com algum adensamento vertical (4 + 1), sendo frequentemente adotado em diversas regiões do País.

Para casas isoladas, não é tão largamente difundida. O conceito de ‘diversas casas isoladas a perder de vista’ pode gerar habitações que sejam baixo custo, mas que geram custos monstruosos de infraestrutura, envolvendo arruamento, energia, saneamento básico e transporte, para citar os principais”, argumenta o especialista. Ele destaca que os sistemas pré-fabricados são muito competitivos em edifícios mais adensados e de padrão melhor (médio). “Já em padrão mais elevado temos diversos exemplos de obras total ou parcialmente pré-fabricadas, com alto valor agregado”, acrescenta.

Para Franco, as inovações tecnológicas em habitações, usando sistemas pré-fabricados, encontram dificuldades por não serem ainda totalmente normalizadas, o que gera a resistência na sua adoção, embora sejam amplamente utilizadas no exterior. Como a norma técnica tem força de lei e a sua confecção acontece sob o esforço, muitas vezes, abnegado de especialistas, a normalização brasileira específica acaba sendo lentamente construída. “Há recentes evoluções, caso da NBR-14861, publicada em 2011, que cobre o emprego de lajes alveolares”, indica. Outras duas normas destacadas por ele são as de estacas pré-moldadas em concreto, atualmente, em elaboração, e a de painéis alveolares, ainda em planejamento.

Para o executivo da CAL-FAC, os principais ganhos do uso de pré-fabricados incluem prazo, qualidade e, muitas vezes, redução de custos. Como o processo de pré-fabricação exige um planejamento mais cuidadoso da obra, os serviços acabam sendo beneficiados de forma geral. Franco explica que etapas são eliminadas no processo, caso da regularização de superfícies das paredes e forros, para mencionar apenas uma. “Ganha-se também nas facilidades de execução de caixilhos, muitas vezes eliminando o emprego de contra marcos”, acrescenta.

O também engenheiro Marcelo Rios, diretor da Geotest Projetos e Consultoria, de Salvador, foi outro debatedor do evento de Aracaju. Em sua apresentação, ele destacou a alvenaria estrutural, focando-se no uso de blocos de concreto. O especialista ressaltou o uso de lajes pré-moldadas ou não, apoiadas diretamente nas alvenarias estruturais. Nesse sistema, as paredes funcionam também como painéis resistentes ao vento, formando uma estrutura tridimensional de alto desempenho. De acordo com Rios, o uso do bloco de concreto apresenta vantagens em construções habitacionais. “Ele tem maior regularidade dimensional, o que proporciona menor consumo de revestimento e, devido à sua resistência, alcança valores elevados; o emprego em edificações de andares múltiplos é imprescindível”. O especialista lembra ainda que se trata de um sistema econômico, de alto desempenho e aplicável em habitações de padrão médio e baixo, nos quais os vãos são moderados. “A velocidade de construção também é fator importante, pois é possível alcançar ciclos de concretagem idênticos ao concreto convencional, mas com o ganho da simultaneidade na construção das paredes, liberando outros serviços na obra”, completa.

De acordo com Rios, os problemas relativos às deformações, que acontecem na estrutura convencional de concreto armado, não são frequentes na alvenaria estrutural. No entanto, alguns cuidados devem ser observados, caso da fundação que deve ter deslocabilidade mínima, pois o sistema em alvenaria não aceita deslocamentos impostos. Outro ponto de atenção é a previsão da dilatação térmica na laje de cobertura. “Para isso, deve-se adotar uma camada deslizante entre a última fiada e a laje. Dessa forma, o movimento será liberado, evitando o aparecimento de tensões e, consequentemente, fissuras nas paredes que suportam a laje”, detalha.

O especialista ainda recomenda que fique claro para os proprietários das construções que as paredes não podem ser removidas parcial ou integralmente. A recomendação deve constar nos contratos, manuais e outras documentações, além de estar afixada em áreas visíveis para que todos os usuários tenham conhecimento da impossibilidade de remanejamento de paredes.

Matéria retirada do site da Revista Grandes Construções, Nº 29 – Agosto 2012:
http://www.grandesconstrucoes.com.br/br/index.php?option=com_conteudo&task=viewMateria&id=953

O SISTEMA LUMIFORM SH

A SH também disponibiliza, em seu portifólio de equipamentos, o sistema Lumiform SH.  O sistema composto por painéis fabricados com perfis especiais de alumínio e forrados com placas de alumínio. Além de duráveis e leves, os painéis não possuem rebites, emendas ou marcas na face que faz contato com o concreto, o que garante um acabamento perfeito. Os painéis apresentam furações apenas nas laterais, onde é encaixado o espaçador que, além de espaçar as formas, suporta as cargas atuantes do empuxo. Pode ser aplicado nos mais variados tipos de projetos, como construção de casas, sobrados e edifícios, com qualidade e ganhos significativos de produtividade.

O sistema  Lumiform SH, é destaque na matéria do dia 19 de Junho de 2012, no Bom Dia, Brasil, programa jornalístico da Rede Globo. Apresentado como solução sustentável capaz de realizar uma obra sem entulho, sem sujeira, o Lumiform SH aparece sendo aplicado na obra do Bairro Carioca, no Rio de Janeiro – RJ.