SH Participa da Obra do Sistema de Esgotamento Sanitário em Aracaju – SE

SH está participando da obra do Sistema de Esgotamento Sanitário do bairro Jabotiana, na zona oeste de Aracaju – SE.  Uma obra da Sercol Construções que irá beneficiar mais de 120 mil moradores da região com a construção de uma estação de tratamento de esgoto.

Estão sendo construídos:

2 AERADORES – Um tanque com introdução de oxigênio para manter viva a colônia de microrganismos que decompõe a matéria orgânica no efluente.

ELEVATORIAS– O esgoto é coletado das residências e levado por gravidade até as estações de tratamento, em determinados pontos é necessário bombear esse efluente, para isso servem as estações elevatórias.

ADENSADOR DE LODO – É uma parte do tratamento da fase sólida que trabalha reduzindo o volume do lodo oriundo de decantadores.

2 DAFAS (Digestor Anaeróbico de Fluxo Ascendente) – É uma forma de tratar o esgoto, onde o mesmo atravessa de forma ascendente uma camada biológica anaeróbica de lodo que compõe a matéria orgânica existente no efluente.

As Soluções em formas e escoramentos utilizadas na obra são da SH.
Nesse primeiro momento estão sendo utilizados
Formas Concreform SH® nas paredes e Pilares com altura de 5.20 metros; Andaime Fachadeiro® SH Para o auxilio na montagem das ferragens das formas e na concretagem; Piso metálico e Pranchão.

Posteriormente a obra irá contar com Torre de carga LTT e Perfis para escoramento de lajes, e formas Tekko® SH para Aeradores e Adensadores de lodo. Iniciada em março de 2019 a obra tem previsão de finalização em janeiro de 2020.

“É sempre muito importante participar de uma obra de Sistema de Esgotamento de uma capital, é uma obra de grande visibilidade na cidade pela importância do projeto.”
Eng. Maurício Seixas -Supervisor de contratos – Unidade Salvador.

Colaboradores SH envolvidos:
Supervisores Comerciais: Arqt. Venicius Jesus e Eng. Mauricio Seixas.
Projetista: Monique Mendes.
Assistente Técnico: Marcio Oliveira

Soluções SH na obra do BRT em Belém.

A cidade de Belém vai contar com um novo transporte BRT. A obra de implementação de pistas exclusivas para ônibus de trânsito rápido, o chamado BRT (Bus Rapid Transit) Metropolitano está Localizada na região metropolitana de Ananindeua / Pa – BR316 entre o Km 01 e Km 12. As soluções são da SH Fôrmas, Andaimes e Escoramentos, que tem unidade física na região.

 

Segundo o projeto, serão feitas:

 

  • Pistas com três faixas de rolagem nos dois sentidos, com pavimento flexível,
  • Faixa (em cada sentido) exclusiva para o BRT Metropolitano,
  • Duas ciclovias bidirecionais,
  • Gramado próximo à ciclovia para arborização,
  • Faixa de piso tátil e rampas de acessibilidade, de acordo com a legislação vigente,
  • Além de mobiliário urbano (bancos, lixeiras e abrigos em paradas de ônibus convencionais).

 

O sistema integrado de transporte pretende realizar 4,2 mil viagens/dia.

 

Segundo espera o Governo do Pará, O novo sistema de transporte urbano deverá reduzir em cerca de 50% o tempo de viagem do destino ao centro de Belém, e vice-versa. O projeto no total compreende quatro etapas, que serão executadas posteriormente e o objetivo é chegar até o grande centro de Belém, chamado Ver-o-Peso. A expectativa é que a cidade ganhe qualidade tanto no trânsito quando no transporte.

 

 

O  Supervisor de Contratos da SH, engenheiro Bruce Evangelista, explica a importância dessa obra.

“Essa obra trará um grande avanço de infraestrutura para a cidade de Belém, principalmente no que compete a melhoria de trânsito e mobilidade urbana. A participação da SH apenas consolida a presença da empresa no mercado dessa região, mostrando sua capacidade em atender não somente pequenos empreendimentos como também os grandes e nos mais variados tipos de estrutura”.

Os trabalhos iniciais de topografia, canteiro e movimentação de terra tiveram início em Janeiro de 2019, já com a construção da estrutura iniciando em abril de 2019. A previsão para entrega é de 18 meses.

 

A obra, que conta com soluções avançadas em fôrmas e escoramentos da SH está dividida em etapas, com a construção de estações rodoviárias, prédios de estação de controle, viadutos e túneis, chamados de mergulhão. Na primeira etapa estão sendo executadas as estações rodoviárias com fornecimento de fôrmas Concreform SH, composto por painéis em chassis de aço galvanizado forrados com compensado plastificado. São leves e ao mesmo tempo rígidas, permitindo a redução de até 70% da mão-de-obra. Outro equipamento utilizado é o Andaime de Trabalho Modex ® SH composto por torres com travessas e diagonais unidas por rosetas e modulação a cada 50 cm, pode ser montado em qualquer dimensão, com duas travessas fixadas em qualquer direção. Sua versatilidade permite a montagem da torre em formas circulares e poligonais, e sua utilização em qualquer modulação facilita a distribuição de carga.

 

para a segunda etapa da obra, a SH oferecerá escoramento LTT versáteis para as lajes e demais estruturas em execução, e Fôrmas Tekko® SH, com uma estimativa de mão de obra de 0,50hh/m².

Colaboradores SH envolvidos:
Supervisores Comerciais: Bruce Evangelista , Ricardo Sousa e Equipe de Infra
Projeto: Raul Gusmão e Márcia Albuquerque
Astec: Dulcília Santos e Ledivaldo Assunção

 

Topec® SH é solução na construção de centro médico de ponta

Londrina – PR vai receber um novo centro médico até 2018. O empreendimento chama-se Palhano Medical Center e está sendo executado pelo grupo GBX. Localizado em uma das regiões mais nobres do município, a Gleba Palhano, o Palhano Medical Center será um Centro Integrado de Saúde que reunirá consultórios médicos de diversas especialidades, consultórios odontológicos, clínicas médicas, centro de diagnóstico médico, laboratório clínico, hospital geral, hospital dia e serviços de apoio. O objetivo é suprir a demanda com um novo conceito mundial de atendimento médico.

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O empreendimento terá área construída de 33 mil metros quadrados, abrangendo 23 pavimentos, sendo quatro subsolos para estacionamento com mais de 400 vagas de garagem. No térreo estarão o Pronto Atendimento e o Centro de Diagnóstico Médico, com três recepções independentes para acesso ao Hospital, Consultórios e Centro de Diagnóstico. Quatorze andares serão destinados a consultórios, totalizando 186 salas modulares com, aproximadamente, 35 metros quadrados.

A empresa responsável pela obra explica que as lajes serão planas e sem vigas o que garante sustentabilidade e permite total mobilidade para o planejamento das instalações internas dos consultórios. As paredes serão em drywall e inseridas de acordo com as exigências das especialidades médicas, do piso ao teto, com total isolamento acústico. Para cada consultório, está previsto um estudo de layout que será realizado pelos arquitetos especializados. O projeto arquitetônico do empreendimento também atende os conceitos da sustentabilidade ambiental com a utilização de vidros reflexivos para o aumento do conforto térmico e a diminuição do consumo de energia elétrica por ar condicionado. O empreendimento terá sistema de captação de água da chuva, iluminação de led nas áreas comuns, elevadores inteligentes, coleta seletiva de resíduos e bike parking.

Para viabilizar a execução dessas estruturas, o grupo GBX conta com as soluções da SH no fornecimento de fôrmas para concreto e escoramentos metálicos que, juntos, somam cerca de 160 toneladas. O engenheiro André Ricardo, Supervisor de Contratos da SH, explica como os equipamentos da empresa atuam na obra. “Devido as lajes serem planas, foi realizado um estudo de escoramento que apontou o sistema Topec® SH como a melhor solução, já que permite a montagem de lajes, sem a necessidade de cortes, pregos e emendas”.

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André explica ainda que a obra conta com grandes trechos de cortinas de concreto e que para a execução delas foi utilizado o sistema Concreform SH® que é composto por painéis em chassis de aço galvanizado forrados com compensado plastificado, conectados com apenas três grampos que os unem e alinham simultaneamente, dispensando perfis extras e garantindo um acabamento de qualidade. O sistema também está sendo aplicado para a concretagem dos pilares. Além desses equipamentos, a SH também fornece para a obra a Torre LTT para as lajes com pé direito duplo e perfis metálicos para travamento de pilares menores.

Mesa Deslizante SH® é destaque em shopping de Vitória da Conquista – BA.

Dos 157 shoppings centers em construção em 2013, 103 ficam fora das grandes capitais, ou seja, 66% estão sendo construídos no interior do país. Esse é o caso do Boulevard Conquista, em Vitória da Conquista- BA. Contratada pela Bemq Mall Participações Ltda., a SH está locando os equipamentos para executar toda parte estrutural da obra e oferecendo também serviços de consultoria sobre gestão de equipamentos em obra e gestão logística de equipamentos para obra.obras_shoppingboulervardconquista_mesadeslizante_bahia_abril_2014 (2)

É um novo cliente. A empresa Bemq Mall Participações Ltda. faz parte do Grupo Oliveira Neto, que tem forte atuação no comércio da região no setor cafeeiro, pecuário, na expansão do agronegócio e dos segmentos automotivo e imobiliário, com importante destaque para o investimento em imóveis urbanos destinados a empreendimen-tos comerciais”, conta Irapuan Ramos, Coordenador da obra que faz parte do núcleo de infra da unidade SH, na Bahia.

Entre as soluções de engenharia fornecidas pela SH, em destaque está o sistema da Mesa Deslizante SH®, que proporciona grande economia em mão de obra e rapidez na execução. Perfeito para obras comerciais de grande porte. No caso, do Boulevard Conquista, o sistema foi responsável pela execução dos 44.000 m² de estrutura. Em quatro semanas, foram executados 6.000 m² de lajes concretadas. “Essa é a segunda obra de shopping que a SH realiza utilizando a Mesa Deslizante SH® (a primeira foi o Shopping Vila Velha, no Espírito Santo). Com certeza, o sistema faz da SH a empresa mais capaz de atender essa nova demanda na construção de shopping centers, que só faz crescer. Foram entregues, durante 2013, 38 novos shopping centers, isso sem contar com as ampliações. O Brasil encerrou o ano passado com 157 shopping centers em construção, 44 a mais do que no fim de 2012, segundo levantamento da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop)”, aponta Irapuan.

Com início em janeiro de 2014, a obra tem previsão de término para Outubro de 2014. Além da Mesa Deslizante SH®, a SH também destaca a utilização do sistema de formas Multiform SH®, (indicado para paredes, pilares, geometrias especiais, como pontes e viadutos, e estruturas complexas, como túneis e vãos maiores).

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SERVIÇOS OFERECIDOS PELA SH

GESTÃO DE EQUIPAMENTOS EM OBRA
– Orientação quanto às melhores técnicas de mobilização/desmobilização, guarda e conservação dos equipamentos, com vistas a otimização dos serviços de execução da obra, minimização dos custos envolvidos e redução de riscos de extravio e danificação dos equipamentos. Toda essa movimentação evidenciada com relatórios diários compilados em relatórios semanais.

GESTÃO LOGISTICA DE EQUIPAMENTOS EM OBRA
– Carga e descarga mecanizada de equipamentos, contratação de frete para retirada e devolução de equipamentos nos fornecedores, bem como a conferência de equipamentos em obra.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS DA OBRA

44.000 m² de estrutura ( pilares e lajes);
10.000 m³ de concreto;
Área total do terreno: 98.464m².
Área construída: 75.375m².
Área bruta locável – ABL: 30.000m²:
2.200 vagas de estacionamento;
1.850 vagas para carros – 650 vagas cobertas;
350 vagas para motos.

EQUIPAMENTOS SH NA OBRA

Mesa Deslizante SH®: 142.505,55 Kg (lajes);
Concreform SH®: 8.374,49 Kg (para paredes e pilares);
Multiform SH®: 11.037,00 Kg (para pilares);
LTT® Extra : 55.714,91 Kg (escoramento e reescoramento);
Perfis AL/SH 20/W 200/C 05 E 7,5: 29.225,82 Kg (travamento pilar, pilar, parede e escoramento e reescoramento);
Escoras Standart/Plus e Extra: 3.442,28 Kg (prumo pilar e pilar parede).

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Conheça os fatores técnicos que determinam o tipo de protensão.

Escolha da técnica de protensão aplicada em uma laje depende das solicitações sobre a estrutura e das características da obra.

Utilizada na construção de edifícios comerciais, industriais e residenciais, a protensão de lajes costuma ser empregada em obras com necessidade de otimização de tempo de execução e redução no consumo de cimento e aço. Diversos fatores podem justificar a opção por essa tecnologia construtiva em detrimento do concreto armado, por exemplo. A possibilidade de se conseguir mais espaço para circulação e vagas na garagem, sem a necessidade de se fazer um andar de transição, é um deles.

Além disso, em obras com lajes protendidas, a ausência de vigas, tanto internas como eventualmente as de periferia, pode simplificar a construção das fôrmas (sem necessidade de contraflechas) e também seu manuseio andar por andar, com economia de mão de obra. Segundo dados do engenheiro e consultor em estruturas Eugênio Cauduro, a redução pode chegar a 40% no número de carpinteiros.

Laje plana e vãos amplos

Com inauguração prevista para abril deste ano, o shopping Vila Velha será o maior do Espírito Santo, com cerca de 64 mil m² de área locável (1ª fase), chegando a 108 mil m² após expansão. Como acontece em todo empreendimento desse tipo, a estrutura deveria atender à necessidade por amplos vãos livres e pé-direito alto. “A execução da estrutura utilizou pilares pré-fabricados de concreto e mesas voadoras deslizantes (sem apoio nas lajes) proporcionando agilidade e redução de tempo na execução“, conta o projetista de estruturas Carlos Augusto Gama, sócio-gerente da MCA.

Diferentemente de fôrmas tradicionais, a mesa dispensa a montagem e a desmontagem de torres a cada trecho, alcançando um ciclo de concretagem de seis dias, em média, em um pano de laje de 1.260 m².

O projeto estrutural previu modulação dos pilares de 10,5 m x 8 m, espessura de laje de 22 cm e balanços de até 4,40 m, além de vão especiais de até 18 m, com vigasfaixa de 60 cm de altura. Para a execução das lajes planas tensionadas foi utilizado concreto com fck de 35 MPa e tensionamento a partir de 56 horas com utilização de cimento CP-V, de alta resistência inicial. A protensão foi feita integralmente com cordoalhas engraxadas CP 190 RB de 12,7 mm de diâmetro. Telas soldadas CA 60 e armaduras CA 50 de diâmetros variáveis complementam a armação.

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Clique aqui para saber mais sobre essa obra.

RESUMO DA OBRA 
Shopping Vila Velha
Localização: Vila Velha (ES)
Início das obras: julho/2012
Inauguração: abril/2014
Área do terreno: 148.610 m²
Área construída: 103.308 m²
Projeto de estruturas: MCA Engenharia
Construção: Consórcio MLI (Metron, Incospal e Littig)
Mesas deslizantes: SH Fôrmas
Protensão: Impacto

Outra vantagem associada ao uso de lajes protendidas é a redução de deformações e fissuras nos elementos de concreto, aumentando a vida útil da estrutura. A concretagem, por sua vez, costuma ser mais rápida, com maior facilidade no adensamento, o que ajuda a compensar o maior tempo despendido no arranjo dos cabos sobre a laje. “As instalações hidráulicas, elétricas, de sprinklers e de ar-condicionado não precisam dar voltas em vigas que não existem“, acrescenta Cauduro, que ressalta: “além da economia na estrutura, os mais sensíveis ganhos estão nos processos construtivos após a conclusão da estrutura, ou seja, em alvenarias, instalações e prumadas“, diz ele.

De acordo com o projetista de estruturas, Carlos Augusto Gama, sócio-gerente da MCA Engenharia, a faixa econômica na utilização de lajes protendidas está em vãos de 7 m a 10 m entre pilares, sem utilização de vigas e com inclusão de núcleos de estabilidade. Algumas situações de projeto podem exigir soluções especiais de protensão. É o caso de determinadas vigas de transição (com pilares que arrancam do pavimento-tipo, por exemplo) ou de elementos que precisam vencer grandes vãos ainda maiores, de 12 m a 20 m. Tal situação costuma acontecer em obras de edifícios garagens e shoppings.

Questão de aderência

Uma vez que se defina a opção por utilizar o concreto protendido, resta escolher a metodologia mais adequada para criar a tensão adequada na estrutura. Os sistemas de protensão se distinguem em relação à aderência ou não entre o concreto e a armadura ativa. Quando bem executadas, as duas soluções (aderente e não aderente) são tecnicamente viáveis.

No Brasil, a protensão aderente com injeção de pasta de cimento e água nas bainhas após o tensionamento dos cabos começou a ser utilizada na construção de edifícios nos anos 1970. “Até 1996, muitos prédios foram construídos com essa técnica, mas quase sempre eram edifícios comerciais que precisavam oferecer grandes vãos livres, com poucos pilares e possibilidade de mudanças de layout“, recorda Eugênio Cauduro. No segmento residencial, poucos empreendimentos foram erguidos com essa técnica. Isso porque “esse tipo de protensão não se ajusta muito bem à dinâmica da construção de edifícios, exigindo cuidados relacionados à integridade das bainhas e trabalhos posteriores“, comenta Cauduro.

O sistema não aderente com cordoalhas engraxadas e plastificadas surgiu justamente como uma alternativa de simplificação do processo. Nesse método, não há injeção de pasta de cimento e o tensionamento dos cabos é simplificado com uma só leitura de alongamento. Os cabos chegam à laje cortados e com uma ancoragem presa em uma de suas extremidades. Apoiadores plásticos ou metálicos são utilizados para manter os cabos em suas corretas cotas de projeto. Também compõem esse sistema as ancoragens fundidas, com cunhas bipartidas. “Hoje a execução de lajes com protensão não aderente passou a ser uma alternativa à construção de concreto armado. Só no último ano usaram-se mais de 1.500 t mensais de cordoalhas engraxadas e plastificadas na construção de edifícios“, revela o engenheiro Eugênio Cauduro.

De acordo com o projetista da estrutura Helder Martins, da Hepta Engenharia, os dois métodos de protensão são muito semelhantes e geram o mesmo resultado físico. “A vantagem da protensão aderente é que depois de realizar a injeção de cimento, a bainha passa a funcionar como um aço normal. Com isso é possível reduzir armaduras no Estado Limite Último e as armaduras mínimas das vigas“, compara o engenheiro. “Mas tal vantagem só vai causar impacto em projetos com grandes vãos submetidos a cargas elevadas, como ocorre com as pontes. Em edifícios residenciais o sistema não aderente é sempre mais competitivo porque a sobrecarga, nesses casos, é pequena“, garante o projetista da Hepta.

Uma terceira solução para a execução de lajes de concreto protendido surgiu mais recentemente e é uma variação dos sistemas anteriores. Ainda tratado como inovação tecnológica, o sistema de lajes planas tensionadas também utiliza cordoalhas engraxadas sem aderência com o concreto e dispensa o uso de vigas, sendo apoiadas em paredes e em pilares. Contudo, utiliza um método de cálculo diferente do sistema protendido convencional. “Existe uma diferença conceitual de funcionamento entre as técnicas. Como exemplo, cito a não consideração das cordoalhas para resistir aos esforço de punção (atrito por compressão do concreto), e ao desprezo das cordoalhas para resistir aos esforços mínimos de tração (armaduras mínimas positivas)“, explica o engenheiro Carlos Augusto Gama.

NBR 6.118:2007 – Projeto de Estruturas de Concreto – Procedimento define, ainda, três categorias de protensão com relação aos estados-limite de utilização referentes à fissuração. A protensão completa, também chamada de total, é utilizada em casos de estruturas expostas a ambientes agressivos porque proporciona melhores condições de proteção das armaduras contra a corrosão. Nesses casos a protensão é de tanta intensidade que elimina completamente as tensões de tração no concreto. Isso significa que as peças não vão ter fissuras.

Já a protensão limitada submete as peças de concreto a tensões menores do que aquelas que seriam produzidas em uma protensão completa. Isso agrega algumas vantagens, como melhor comportamento no que diz respeito às deformações. Também induz ao consumo menor de armadura. Nesse tipo de protensão, há tensões de tração que devem ser suportadas pelo concreto.

Na protensão parcial, mais utilizada, o concreto pode fissurar porque a tensão de tração é maior do que a que o concreto suporta. “Nesses casos, a estratégia é combater a abertura de fissuras, assim como ocorre com o concreto armado“, finaliza Helder Martins.

Fonte: http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/203/artigo305434-1.aspx 
Juliana Nakamura
Edição 203 – Fevereiro/2014 

Fábrica de cimento construída com equipamentos SH torna a Paraíba o 3º estado maior produtor do Brasil.

O estado da Paraíba tem como objetivo se tornar o 3° maior produtor de cimento do Brasil. Esse objetivo é devido a suas jazidas de calcário, que servem de atrativos para implantação de novas fábricas na região. A SH está participando, contratada pela Bloco Engenharia Ltda., da construção da fábrica da Elizabeth Cimentos Ltda., em Alhandra, à 40km da capital João Pessoa. Serão duas linhas de produção. A primeira linha de produção já deverá atender o mercado regional a partir de junho de 2014 e todo o empreendimento tornará o estado paraibano no maior produtor de cimento do Nordeste.

Entre os equipamentos SH utilizados estão: Torre de Carga LTT, Torre de Carga LTT Extra, Modex®SH, Escoras, Topec®SH, SH®200, SH®100 e Perfil W, para escoramentos; Modex®SH, para Estrutura de Acesso; e sistemas de formas Concreform SH® e Tekko®SH. Hoje, são contabilizadas 1.200 toneladas de equipamentos em obra e esperado um pico de 1.400 toneladas. São, aproximadamente, 3.500,00 m2 de formas SH disponibilizadas ao cliente.
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A obra teve seu inicio em outubro de 2012, com os serviços preliminares e implantação do canteiro de obra. Mas, a partir de dezembro de 2012, começamos a enviar as primeiras cargas de forma para as confecções dos blocos de fundação e, em janeiro de 2013, o cliente já contava com atendimento ‘fulltime’”, conta Claudia Pereira, Engenheira da unidade SH em Recife – PE, que atende a obra.

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O maior desafio da obra é a Torre de Pré Aquecimento. Sua altura chegou a 110m e levou cerca de 11 meses para sua conclusão com todos os estágios da mecânica já montado. A estrutura tem lajes de 20 a 40 cm, vigas 60×100 a 60×250 e pé direito de 18 metros em média. Diante desse desafio, as torres de carga LTT e LTT Extra, mescladas com perfis W e Treliças, foram apresentadas como a melhor solução para escoramento. A praticidade de montagem e capacidade de carga representaram enorme ganho na produção. “Esse tipo de obra é uma verdadeira universidade para toda a equipe porque temos muitas estruturas diferenciadas como: silos, lajes cônicas, túneis e as interferências mecânicas (peças que são instaladas antes das lajes serem concretadas)”, explica Eduardo Carvalho, Orientador de Montagem da equipe SH. “Nosso relacionamento com a Bloco Engenharia Ltda. está sendo muito intenso e muito saudável”, completa, Isaac Magalhães, gerente SH.

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Sustentação para a sua obra.

Vigas e pilares podem ser executados com vários tipos de moldes que garantem formatos e alturas diferencias para a sua construção.
Revista Construir SP – Texto Janaína Silva – Janeiro de 2014.


Executar corretamente vigas e pilares. A tarefa não é simples, dada à complexidade e segurança. Afinal, são peças fundamentais, juntamente com as lajes, para a estrutura de casas e prédios que ganham inovações para agilizar o tempo e a redução da perda de materiais. A engenheira civil paulistana Vivian Cristina Guersoni explica que existem duas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a respeito. “A primeira é a NBR 6118 que os engenheiros, entre eles os estruturais, utilizam para dimensionar as vigas, pilares e lajes. A outra, NBR 14931, é complementar à anterior, referente à execução de estruturas de concreto”.

As formas para concreto industrializam o processo de construção. “A maioria dos projetos usa pilares e vigas concretadas in loco, o que só é possível por meio do uso de moldes, sejam de madeira, aço ou alumínio”, explica Michael Rock, diretor técnico da SH, do Rio de Janeiro, RJ. De acordo com ele, as de madeira ssão “fabricadas” na própria obra pelos carpinteiros. “Já as metálicas, de aço ou alumínio, são soluções industrializadas que eliminam a necessidade de mão de obra especializada e o desperdício, além de aumentar significativamente a produtividade”.

A madeira é mais usual em construções de casas, de acordo com Vivian. “Os modelos em outros materiais são empregados quando o projeto é mais arrojado, com colunas e formatos diferenciados”, afirma. Neste caso, são indispensáveis cuidados como, por exemplo, a execução por empresas especializadas. Além disso, a madeira deve estar isenta de outras substâncias para não haver troca química que ocasiona problemas na colocação de revestimentos, posteriormente.

Outro material empregado é o papelão, que pode receber dimensões personalizadas. “São usadas em qualquer tipo de pilar. Os diâmetros variam de 15 a 100 cm e fornecidos no comprimento desejado”, afirma Ana Luiza Lapa, gerente comercial da Dimibu, da capital paulista.

A escolha do melhor sistema depende de vários fatores e um dos mais importantes é o projeto. Segundo o especialista da SH, nas obras residenciais deve-se considerar se a concretagem dos pilares pode ser executada antes das vigas e lajes. “Tipicamente, as formas são de madeira com travamento metálico. Em obras mais pesadas, já é mais comum a concretagem dos pilares separadamente de vigas e lajes. Neste caso, a forma do pilar pode ser um pouco mais alta do que a viga, dispensando a altura sob medida, e o modelo pode ser metálico modular, que pode ser reaproveitado, proporcionando menor custo para o empreendimento”.

Já para projetos em que os pilares, vigas e lajes são concretados em conjunto, explica Rock, os moldes precisam ser exatamente adequados a uma geometria definida pela arquitetura. “Por isso ainda é muito comum ver modelos de madeira, compensado com estruturação de aço e com travamento metálico para garantir o seu fechamento. Pela complexidade da execução de vigas, novos sistemas construtivos, como a laje plana, em que o número de vigas é reduzido ao máximo, são adotados pelas construtoras. A parede de concreto, que assume as funções dos pilares e da vedação em alvenaria, também é usada. Neste caso, as formas de alumínio são as mais econômicas, empregadas em larga escala em projetos do Minha Casa, Minha Vida”, afirma Rock.

Se a opção for pelo papelão, como explica da gerente comercial da Dimibu, recortes podem ser feitos nos moldes para facilitar o encaixe das vigas e dar continuidade na obra.

É possível desenvolver modelos especiais e diversificar a aplicação. Algumas obras utilizam as formas para laje caixão perdido e não para colunas, para simplificar a concretagem, deixando-a mais leve e promovendo o isolamento térmico e acústico”, afirma Lapa.

As de papelão se adaptam às especificações dos projetos arquitetônicos. “Nas residências, as mais empregadas são as cilíndricas de 30 a 40 cm de diâmetro, mas as dimensões são ajustáveis dependendo do porte da obra”, fala.

Em relação à aplicação, a atenção deve estar na concretagem. Nos moldes de papelão, o ideal é não colocar madeiras na sua extensão, pois, perfurações podem provocar pontos de pressão sujeitos a rupturas. “O concreto fresco gera muitos esforços nas formas. Não somente um dimensionamento errado, mas também erros na concretagem podem causar problemas. Durante a etapa, deve-se respeitar a velocidade indicada e seguir critérios detalhados”, diz Rock.

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O que é cimbramento?

É preciso controlar todo o Cimbramento alugado, caso contrario pode causar enormes prejuízos á obra. Uma vez este controle perdido, dependendo do ritmo e quantidades de cimbramento locado, se torna impossível finalizar sem custos de indenizações, por tanto seguem alguns procedimentos, de forma a auxiliar este controle. Adotamos o termo Cimbramento ao invés de escoramento, fôrmas e outras peças portantes por entender este ser uma denominação mais ampla, abrangendo todos os sistemas e não só os que usam escoras.

Arpoador Rio Concept, Valpi Valor Imobiliário – RS

O Cimbramento é uma estrutura de suporte provisória composta por um conjunto de elementos que apoiam as fôrmas horizontais (vigas e lajes), suportando as cargas atuantes (peso próprio do concreto, movimentação de operários e equipamentos, etc.) e transmitindo-as ao piso ou ao pavimento inferior. Para tanto deve ser dimensionado, entre outras coisas, em função da magnitude de carga a ser transferida, do pé-direito e da resistência do material utilizado.

Estes elementos normalmente divididem-se em:

  • Suporte: escoras, torres, etc.,
  • Trama: vigotas principais (conhecidas também como longarinas) e vigotas secundárias (conhecidas também como barrotes).
  • Acessórios: peças que unem, posicionam e ajustam as anteriores.

Residencial Rossi Atlantida, Eixo M Engenharia – RS

Reescoramento

Após a concretagem, inicia-se o processo de endurecimento do concreto, onde as peças atingem a condição de serem autoportantes (em média 72 horas após) até atingirem a resistência para a qual foram projetadas (28 dias). A fim de liberarmos a maioria das peças de cimbramento para o próximo uso, posicionamos novas escoras (ou, nos sistemas que permitem a desmontagem das outras peças sem movimentarmos as escoras, deixamos parte delas) e depois desmontamos as demais peças para uso na próxima laje.

Conheça os Cimbramentos da SH!

Como ler projetos de escoramento de laje e vigas?!

O Engenheiro da SH, Davi Ferreira, foi o consultor da matéria Como ler projetos de escoramento de laje e vigas, da revista Equipe de Obra – Setembro 2011, da Editora PINI.

ESCORAMENTO
Saiba como ler o projeto de escoramento de lajes e vigas
Reportagem: Renato Faria

Para realizar a concretagem segura de vigas e lajes, é preciso montar adequadamente não apenas as fôrmas, mas também o escoramento delas. É esse sistema que irá sustentar o peso do pavimento enquanto o concreto não endurece e adquire resistência. Para que não sejam usadas peças demais ou de menos, ou em posições erradas, engenheiros especializados fazem um projeto específico do escoramento da laje.

O desenho que chega à obra contém informações precisas sobre distâncias e cotas, peças que devem ser usadas, além de orientações importantes para a montagem com segurança dos componentes. Como normalmente esse projeto é feito pela própria empresa que fornece os equipamentos, pode haver pequenas diferenças entre os desenhos de cada uma delas, mas as informações básicas sempre estão lá. Por isso, se pintar alguma dúvida, não hesite em consultar a equipe de assistência técnica do fabricante. Faça uso também do catálogo de produtos, que traz informações técnicas importantes sobre os componentes do sistema.

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