SH Participa da Obra do Sistema de Esgotamento Sanitário em Aracaju – SE

SH está participando da obra do Sistema de Esgotamento Sanitário do bairro Jabotiana, na zona oeste de Aracaju – SE.  Uma obra da Sercol Construções que irá beneficiar mais de 120 mil moradores da região com a construção de uma estação de tratamento de esgoto.

Estão sendo construídos:

2 AERADORES – Um tanque com introdução de oxigênio para manter viva a colônia de microrganismos que decompõe a matéria orgânica no efluente.

ELEVATORIAS– O esgoto é coletado das residências e levado por gravidade até as estações de tratamento, em determinados pontos é necessário bombear esse efluente, para isso servem as estações elevatórias.

ADENSADOR DE LODO – É uma parte do tratamento da fase sólida que trabalha reduzindo o volume do lodo oriundo de decantadores.

2 DAFAS (Digestor Anaeróbico de Fluxo Ascendente) – É uma forma de tratar o esgoto, onde o mesmo atravessa de forma ascendente uma camada biológica anaeróbica de lodo que compõe a matéria orgânica existente no efluente.

As Soluções em formas e escoramentos utilizadas na obra são da SH.
Nesse primeiro momento estão sendo utilizados
Formas Concreform SH® nas paredes e Pilares com altura de 5.20 metros; Andaime Fachadeiro® SH Para o auxilio na montagem das ferragens das formas e na concretagem; Piso metálico e Pranchão.

Posteriormente a obra irá contar com Torre de carga LTT e Perfis para escoramento de lajes, e formas Tekko® SH para Aeradores e Adensadores de lodo. Iniciada em março de 2019 a obra tem previsão de finalização em janeiro de 2020.

“É sempre muito importante participar de uma obra de Sistema de Esgotamento de uma capital, é uma obra de grande visibilidade na cidade pela importância do projeto.”
Eng. Maurício Seixas -Supervisor de contratos – Unidade Salvador.

Colaboradores SH envolvidos:
Supervisores Comerciais: Arqt. Venicius Jesus e Eng. Mauricio Seixas.
Projetista: Monique Mendes.
Assistente Técnico: Marcio Oliveira

Soluções SH na obra do BRT em Belém.

A cidade de Belém vai contar com um novo transporte BRT. A obra de implementação de pistas exclusivas para ônibus de trânsito rápido, o chamado BRT (Bus Rapid Transit) Metropolitano está Localizada na região metropolitana de Ananindeua / Pa – BR316 entre o Km 01 e Km 12. As soluções são da SH Fôrmas, Andaimes e Escoramentos, que tem unidade física na região.

 

Segundo o projeto, serão feitas:

 

  • Pistas com três faixas de rolagem nos dois sentidos, com pavimento flexível,
  • Faixa (em cada sentido) exclusiva para o BRT Metropolitano,
  • Duas ciclovias bidirecionais,
  • Gramado próximo à ciclovia para arborização,
  • Faixa de piso tátil e rampas de acessibilidade, de acordo com a legislação vigente,
  • Além de mobiliário urbano (bancos, lixeiras e abrigos em paradas de ônibus convencionais).

 

O sistema integrado de transporte pretende realizar 4,2 mil viagens/dia.

 

Segundo espera o Governo do Pará, O novo sistema de transporte urbano deverá reduzir em cerca de 50% o tempo de viagem do destino ao centro de Belém, e vice-versa. O projeto no total compreende quatro etapas, que serão executadas posteriormente e o objetivo é chegar até o grande centro de Belém, chamado Ver-o-Peso. A expectativa é que a cidade ganhe qualidade tanto no trânsito quando no transporte.

 

 

O  Supervisor de Contratos da SH, engenheiro Bruce Evangelista, explica a importância dessa obra.

“Essa obra trará um grande avanço de infraestrutura para a cidade de Belém, principalmente no que compete a melhoria de trânsito e mobilidade urbana. A participação da SH apenas consolida a presença da empresa no mercado dessa região, mostrando sua capacidade em atender não somente pequenos empreendimentos como também os grandes e nos mais variados tipos de estrutura”.

Os trabalhos iniciais de topografia, canteiro e movimentação de terra tiveram início em Janeiro de 2019, já com a construção da estrutura iniciando em abril de 2019. A previsão para entrega é de 18 meses.

 

A obra, que conta com soluções avançadas em fôrmas e escoramentos da SH está dividida em etapas, com a construção de estações rodoviárias, prédios de estação de controle, viadutos e túneis, chamados de mergulhão. Na primeira etapa estão sendo executadas as estações rodoviárias com fornecimento de fôrmas Concreform SH, composto por painéis em chassis de aço galvanizado forrados com compensado plastificado. São leves e ao mesmo tempo rígidas, permitindo a redução de até 70% da mão-de-obra. Outro equipamento utilizado é o Andaime de Trabalho Modex ® SH composto por torres com travessas e diagonais unidas por rosetas e modulação a cada 50 cm, pode ser montado em qualquer dimensão, com duas travessas fixadas em qualquer direção. Sua versatilidade permite a montagem da torre em formas circulares e poligonais, e sua utilização em qualquer modulação facilita a distribuição de carga.

 

para a segunda etapa da obra, a SH oferecerá escoramento LTT versáteis para as lajes e demais estruturas em execução, e Fôrmas Tekko® SH, com uma estimativa de mão de obra de 0,50hh/m².

Colaboradores SH envolvidos:
Supervisores Comerciais: Bruce Evangelista , Ricardo Sousa e Equipe de Infra
Projeto: Raul Gusmão e Márcia Albuquerque
Astec: Dulcília Santos e Ledivaldo Assunção

 

Amazonas ganha Universidade Estadual

Obra da Cidade Universitária tem previsão de término para 2016

A Cidade Universitária, que será campus da UEA (Universidade Estadual do Amazonas), está sendo construída em Iranduba, município que fica a 25 quilômetros de Manaus- AM. A instituição promete ser um marco para o desenvolvimento socioeconômico da região, atendendo inicialmente, duas mil pessoas. 20% da obra já foram concluídos, estando a obra na fase estrutural.

O complexo terá cinco escolas de formação superior: de Ciências e Saúde, Ciências Sociais, Tecnologia, Artes e Turismo e Normal Superior. Além delas, haverá os órgãos centrais e administrativos como a Reitoria e Pós-reitoria, restaurante e alojamento. Segundo a Seinfra, as etapas de edificações da Cidade Universitária terá um investimento de quase R$ 82 milhões.

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O prédio da Reitoria é composto por três pavimentos, ao todo, serão 15.972,59m². O térreo terá área de circulação, elevadores e escadas, sanitários, copa, áreas de convivência e salas técnicas e administrativas. O primeiro pavimento terá uma área de 5.647,07 m², enquanto o segundo e último pavimento terá 5.066,47 m² de área construída.

O Refeitório da Cidade Universitária prevê a construção de dois pavimentos, com área total de 2.138,18m². O restaurante terá capacidade para atender 2.000 refeições/dia, com lotação para até 450 pessoas.

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Para a montagem das lajes e vigas do prédio da reitoria e do restaurante, a Edec Engenharia, empresa responsável pela execução das obras, está utilizando a fôrma TOPEC®SH. O sistema é formado por duas peças básicas – painéis industrializados de alumínio e escoras metálicas, que são montados sem a necessidade de ferramenta especial nem de mão de obra especializada.

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Para saber mais sobre o TOPEC®SH e sua utilização,  acesse AQUI

Linhares amplia ponto de captação de água

Boa parte dos estados brasileiros tem enfrentado, já há algum tempo, a chamada crise hídrica. O município de Linhares, localizado ao norte de Espírito Santo, visando minimizar os impactos da crise, recebeu em março, uma estação de captação e distribuição de água para Estação de Tratamento do município. A obra consistiu na construção de um canal para tornar o principal ponto de captação de água de Linhares, no Rio Pequeno, mais eficiente.

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Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Linhares (Saae), a obra teve um investimento de mais de 1 milhão de reais, e multiplicou em seis vezes a capacidade de captação no ponto, com a ajuda de três novas bombas.

A casa de bombas da nova estação de captação foi construída em concreto armado e tem uma área de 84 m2, cercados por muros 2,75 metros de altura para proteção em épocas de cheias. E, na execução dessas paredes a construtora responsável pela obra, Tecvig, fez uso das fôrmas Concreform SH ®. O LTT foi utilizado como escoramento das lajes da casa de bombas.

A obra teve início em outubro de 2014 e foi concluída em março deste ano.

SH lança fôrma deslizante

Sistema que é indicado para obras que exigem agilidade na execução de paredes e pilares altos

A SH acaba de lançar no mercado sua forma deslizante. Indicada para obras de infraestrutura que exigem agilidade na execução de estruturas de concreto armado muito altas, com seções de dimensões contínuas ou variáveis, a forma já está sendo utilizada na construção de uma usina hidroelétrica no Sul do país. Sua utilização garante uma concretagem contínua, sem a criação de juntas frias, além de permitir uma concretagem mais rápida e mais bem acabada.

A fôrma deslizante é uma solução mais rápida se comparada às formas trepantes – em que a desforma só pode ser realizada após a cura do concreto.

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A fôrma deslizante SH é composta por guias metálicas, que fixam as fôrmas internas e externas, garantindo a geometria da estrutura. O sistema SH possui painéis totalmente metálicos, sistema hidráulico para o deslizamento e andaime telescópico com dois níveis de trabalho.

O processo de fôrmas deslizantes consiste, basicamente, em acumular concreto fresco sobre concreto em fase de endurecimento através das fôrmas. A média de rendimento, em geral, é de 20cm por hora.

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Altamira-PA ganha melhorias para o fluxo de veículos

Região do entorno de Belo Monte ganha passarelas e pontes sobre igarapés

Sete pontes, uma galeria e duas passarelas de concreto armado sobre os igarapés Altamira, Ambé e Panelas estão sendo construídas como parte dessas ações socioambientais. O objetivo da obra é possibilitar um melhor fluxo de veículos nas grandes vias de tráfego da cidade, retirando pontes de madeiras ou de concreto que estão inadequadas para uso. Uma das maiores pontes fica no Igarapé Panelas, chamada de Ponte da Avenida Trancredo Neves com extensão de 100 metros, dois vãos de 35 metros e um de 30 metros.

A empresa responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, Norte Energia, até agosto do ano passado, havia investido R$1,2 bilhão em ações socioambientais que beneficiam as populações do entorno da Usina. Segundo informações disponibilizadas no site da empresa, o investimento total chegará a R$ 3,7 bilhões (a preços de 2010).

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A empresa S. A. Paulista contou com as soluções da SH para a execução de pilares com etapas de concretagem a cada três metros, através da fôrma circular, e para acesso, o andaime Modex® SH. As travessas estão sendo concretadas com a forma Concreform SH® e, para escorá-las, estão sendo utilizadas torres de carga LTT.

“O uso da fôrma Concreform SH® proporcionou um aumento do índice de produtividade”, declarou Dulcilia Silva, assistente técnico da SH. Extremamente fácil de manusear, o Concreform SH® é um sistema formado por painéis em chassis de aço galvanizados forrados com compensado plastificado. Os chassis são conectados com apenas três grampos que os unem e alinham simultaneamente, dispensando perfis extras.

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O produto é leve e ao mesmo tempo rígido, pode ser movimentado manualmente ou com auxílio de grua. Destaca-se por permitir a redução de até 70% da mão de obra necessária para montagem e desmontagem da fôrma. Saiba mais sobre a fôrma Concreform SH®: https://www.youtube.com/watch?v=0cJv4_o6hPw

A obra foi iniciada em meados de novembro de 2014 e a previsão para conclusão é para outubro deste ano.

Paraíba investe em ampliação do sistema de abastecimento de água

O Governo do Estado da Paraíba investe, através da Cagepa (Companhia de Água e Esgoto da Paraíba), cerca de R$125 milhões no sistema adutor Translitorânea II etapa. Uma obra que prevê a ampliação do sistema de abastecimento de água da região metropolitana de João Pessoa-PB. Estima-se que a segunda etapa da obra vai beneficiar quase 1,5 milhões de paraibanos que moram nos municípios de Alhandra, Conde, Cupissura, além da região metropolitana de João Pessoa.

 
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A construtora responsável pela obra, Encalso Construções, está trabalhando na construção de 11 km de adutoras, barragem, estações elevatórias e reservatórios. A II etapa prevê a construção de uma barragem de acumulação com capacidade de 9,5 milhões de m³ e 11 km de adutora que prometem garantir água para a cidade de Alhandra, em uma vazão de 50 litros por segundo. Outros 550 litros por segundo serão liberados para estação de tratamento de água, que serão somados ao sistema de abastecimento como um todo.

Localizado no litoral sul da Paraíba, o sistema compreende a captação em três pequenas barragens nos rios Cupissura, Taberus, Tapocas e Abiaí. As adutoras desses rios irão se convergir para um reservatório com duas câmaras com capacidade de 5 mil m³ de água. Essas câmaras são ligadas à estação elevatória e, a partir daí, a água segue em recalque até uma estrutura chamada stand pipe, para assim, seguirem por gravidade até a estação de tratamento.

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Para a confecção dos blocos de ancoragem a SH forneceu fôrmas Concreform SH® e o sistema Concreform Circular para a construção do stand pipe. Além das fôrmas, o Modex SH ® foi utilizado como estrutura de acesso e para escoramento da tampa do stand pipe.

Cláudia Alves, supervisora do contrato da SH com a Encalso Construções, conta qual foi o maior desafio encontrado na obra. “A solução para a construção das paredes do stand pipe nos exigiu optar por uma alternativa criativa e ao mesmo tempo simples. Uma estrutura circular de 27 metros que resistisse às forças atuantes, devido ao concreto do tipo autodensável. Para isso, usamos o Concreform SH ® em conjunto com o Modex SH® que, no primeiro momento, foi utilizado como acesso e em seguida, tornou-se parte do escoramento da estrutura”, contou.

A obra foi iniciada em janeiro deste ano e a previsão de conclusão é 2017.

Guarapari será beneficiada com novo sistema de abastecimento de água

Conhecida por suas belas praias, a cidade de Guarapari recebe muitos visitantes e turistas que prestigiam a região durante o verão. Entretanto, o abastecimento de água não comporta o grande número de pessoas na cidade e a falta de água afeta grande parte da população.

Em parceria com a Andares Construção Civil Ltda, a SH participa da obra de construção do Reservatório ETA na Região Norte de Guarapari – ES, que visa ampliar a capacidade de abastecimento de água na cidade em até 30% a mais da capacidade atual. O projeto prevê a construção de dois reservatórios de água que, juntos, terão a capacidade de armazenamento de 5,2 milhões de água para toda a cidade.

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Para a execução da obra, a SH fornece Tubos e Braçadeiras, juntamente com Perfis AL-15 e C-7,5 para execução do escoramento das lajes de fundo e da tampa dos reservatórios. Para a execução dos pilares e paredes estão sendo utilizadas as Fôrmas Concreform SH®. “Devido a grande quantidade de aclives e declives na região, foram encontradas muitas as adversidades ao longo da obra que está sendo executada sob um maciço de pedra. Com a realização de reuniões constantes com o cliente para encontrarmos o melhor método a ser executado e por meio de um acompanhamento frequente da nossa equipe de projetos, assistência técnica e comercial, pudemos atender às expectativas e, assim, conquistar a confiança e reconhecimento do cliente”, comenta Roni Fontenele, Assistente Técnico da Unidade da SH em Vitória-ES, responsável pelo atendimento à região.

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A obra foi iniciada em agosto de 2013 e possui previsão de término para abril de 2015. Os novos reservatórios também beneficiarão as regiões de Perocão, Santa Mônica, Jabaraí, Santa Isabel, Una, Paturá, Setiba, Elza Nader e Parque das Mansões.

SH participa da construção do Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas – SP.

Contratada pela Construtora Construcap, a SH participa da obra do Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas, em Guarulhos – SP.

Dividida em quatro trechos: Trecho Oeste – 32 km de extensão, Trecho Sul – 57 km de extensão, Trecho Leste – 43,5 km de extensão e Trecho Norte – 44 km de extensão, a obra tem como principal objetivo organizar o trânsito da Grande São Paulo, promovendo um novo fôlego para o setor de transporte rodoviário de cargas do país. “A obra aproximará os centros de produção e consumo do estado, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região”, explica Manoel Brito, Assistente Técnico da unidade SH em São Paulo, responsável pela atuação da SH na obra.

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Para a construção do Trecho Norte, a SH fornece fôrmas Tekko®SH e Concreform SH® para a execução dos blocos de fundação. Na execução dos pilares, são utilizadas fôrmas para Pilar Circular SH® 1,20m / 1,40m e 1,60m. Para a plataforma de trabalho são utilizados Andaime Modex®SH, Andaime Tubular e Piso Metálico. Além disso, a SH fornece Escada Modular Modex®SH para o acesso aos pilares, e escoramento Torre de Carga LTT Extra para vigas travessa.

O saldo atual de equipamentos em obra é de aproximadamente 292 toneladas, podendo chegar a 600 toneladas de equipamentos até o final do projeto. “Esta é uma obra complexa que possui quase toda a sua extensão composta por viadutos, devido à péssima qualidade do solo e os terrenos acidentados. Além disso, a obra necessita de escoramentos que suportem uma carga de até 160 toneladas e com alturas elevadas variando de 12m a 20m”, conta Gilson Oliveira, Assistente Técnico da SH que também atende à obra. “Nossos equipamentos e serviços nos permitem oferecer uma solução mais completa para a realização do projeto, contribuindo para todo o processo”, completa.

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A rodovia terá um acesso restrito que contornará a Região Metropolitana num distanciamento de 20 a 40 km do centro do município, possuindo extensão total de 176,5 km, que fará conexão com grandes corredores de acesso à metrópole: Rodovia dos Bandeirantes, Via Anhangüera, Castelo Branco, Raposo Tavares, Régis Bittencourt, Imigrantes, Anchieta, Ayrton Senna, Dutra e Fernão Dias.

O Trecho Norte é o último a ser construído, completando o anel perimetral de 177 km em torno do estado de São Paulo. A obra teve início em fevereiro de 2014 e tem a previsão de término para março de 2016.

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Conheça sistema de fôrma que se desloca horizontalmente é utilizado para concretagem de grandes lajes.

Soluções Técnicas

1) Conheça sistema de fôrma que se desloca horizontalmente é utilizado para concretagem de grandes lajes.

O sistema de mesa deslizante é um tipo de fôrma para concretagem de lajes que se apoia em pilares da edificação em construção.

Os módulos das mesas são movimentados na horizontal, puxados por cima de rolamentos, e por conta disso não precisam ser desmontados para a concretagem de um novo trecho de laje. Para execução de lajes em pisos diferentes, a fôrma é movimentada com grua.

A mesa deslizante tem módulos padronizados para concretagem de lajes de 7,35 m de largura por 23 m de comprimento – compondo, portanto, até 170 m² de área. Os módulos podem ser compostos, ampliando a área indefinidamente. Na maioria das aplicações, o sistema permite que a região abaixo da laje concretada fique livre de torres e escoras.

O módulo é montado com um conjunto de perfis castelados e treliças e é apoiado sobre consoles que retransmitem toda a carga da concretagem da laje para os pilares da obra. É indicado para estruturas com lajes planas protendidas (preferencialmente com espessuras de até 25 cm e sem interferências de vigas).

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1 – Montagem do módulo
A montagem da mesa deslizante é feita no nível do terreno, sobre cavaletes, em área plana e próxima ao local em que estrutura vai ser construída para evitar grandes movimentações no canteiro.

1.1 – Vigas
Os dois perfis principais (vigas) da mesa deslizante são apoiados sobre cavaletes na montagem.

1.2 – Treliças
A estrutura é completada com a fixação das treliças transversais e das barras estabilizadoras.

1.3 – Sarrafos e compensado
A mesa é completada com sarrafos e compensados de madeira que servem de apoio direto à concretagem.

2 – Instalação e concretagem

Depois de montado(s), o(s) módulo(s) da mesa deslizante é içado e posicionado sobre os consoles especiais instalados nos pilares. A mesa é posicionada e travada nos consoles para, então, serem executadas as armaduras e cordoalhas de protensão da laje para sua concretagem. O tempo de cura do concreto é em torno de 48 horas. Após a cura, pode-se fazer a movimentação horizontal da mesa para seguir a execução da laje.

3 – Movimentação horizontal
A movimentação do sistema é feita com uso de apoios provisórios próximos aos pilares. Com esses apoios, o fuso do console pode ser baixado para a colocação de um rolete, sobre o qual se movimentará a viga principal da mesa.

3.1 – Fuso do console
O fuso do console deve ser abaixado em todos os apoios, um de cada vez, com o cuidado de manter a mesa sempre apoiada em seis pontos. Devem, também, serem instalados previamente quatro roletes nos pilares à frente para o recebimento da mesa na nova posição de concretagem.

3.2 – Movimentação pelos roletes
Após a colocação dos roletes, é feita a movimentação horizontal. Ela pode ser realizada tanto manualmente (utilizando cabos de aço e tirfor) quanto com auxílio de motores elétricos e cabos de aço. Ao atingir a nova posição de concretagem, os roletes são retirados e a mesa é novamente apoiada sobre os consoles.

4 – Novo ciclo de concretagem
Um ciclo de concretagem é finalizado quando a mesa atinge a extremidade oposta da edificação. Para retirada da mesa, ela é deslocada na horizontal até que fique em balanço para fora da estrutura. Ela é novamente fixada à grua para ser posicionada no pavimento superior (quando houver) para continuidade da concretagem.

Por Rodnei Corsini
Fonte: SH Fôrmas

Matéria publicada na Revista Infraestrutura Urbana, da Editora PINI.
Edição 43 – Setembro/2014

 http://infraestruturaurbana.pini.com.br/solucoes-tecnicas/43/artigo327121-1.aspx