Lumiform SH® no Minha Casa Minha Vida, em Nova Iguaçu – RJ.

SH fornece para mais um projeto do Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Realizada pela Ancona Engenharia, a obra do Residencial Parque Guandu, em Nova Iguaçu – RJ, contou com o sistema Lumiform SH® para otimizar todo o processo de construção. 

Com um terreno de 174 mil metros quadrados, o Residencial Parque Guandu possuirá nove condomínios, com nove prédios de 32 apartamentos, totalizando 2.592 unidades para moradia de famílias com baixa renda, com até três salários mínimos. 

A obra possui dois conjuntos de formas Lumiform SH® com, aproximadamente, 2.104 metros quadrados em cada um. “Construir tantas unidades, em pouco tempo, é sempre um grande desafio. Com o Lumiform SH®, podemos oferecer ao cliente uma solução mais rápida e produtiva da atualidade para o processo construtivo domiciliar”, conta Thiago Fraga, Assistente Técnica da SHI.

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O sistema de formas é composto por painéis fabricados com perfis especiais de alumínio e forrados com placas de alumínio. Além de durável e leve, o Lumiform SH® não possui rebites, emendas ou marcas na face que faz contato com o concreto, o que garante um acabamento perfeito. Pode ser aplicado nos mais variados tipos de projetos, como construção de casas, sobrados e edifícios, com qualidade e ganhos significativos de produtividade. 

A construção teve início em novembro de 2013 e possui previsão de término para entrega dos apartamentos está para dezembro desse ano. “Além da visibilidade da obra no mercado de construção civil, está obra possui grande impacto social, pois proporcionará para muitas famílias a possibilidade de conquistar seu primeiro imóvel próprio”, ressalta Rafael Desterro, Supervisor Técnico comercial da SHI.

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Programa Minha Casa Minha Vida impulsiona a indústria da construção civil.

Com 2 milhões e 750 mil moradias contratadas apenas no governo Dilma, o programa impulsiona a indústria da construção civil.

Desde que foi anunciado pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva em 2008, o programa Minha Casa Minha Vida já contratou mais de 3 milhões de moradias e entregou mais de 1 milhão. Além de beneficiar muitas famílias de baixo poder aquisitivo, segundo estimativas do Ministério das Cidades, o programa já movimentou cerca de R$ 150 bilhões, e vem impulsionando diversas empresas da indústria da construção civil.

Um bom exemplo é a SH. Líder no fornecimento de fôrmas para concreto e escoramentos metálicos em todo o Brasil, a empresa lançou em 2009 o Lumiform SH®, uma fôrma em alumínio para paredes de concreto, ideal para construção em série de casas e edifícios, e viu seu faturamento disparar nos últimos dois anos. Em 2013, apenas na venda do Lumiform SH®, a empresa faturou R$ 63 milhões. Um crescimento de 64% em relação ao ano anterior. Para 2014, a empresa tem a previsão de dobrar esse valor. E, para isso, em 2013 a fábrica recebeu uma ampliação e investimentos em novas máquinas e passou a funcionar em 3 turnos, totalizando 260 empregos diretos. “Fizemos um investimento de R$ 2,5 milhões na fábrica, novas máquinas e também na contratação de profissionais especializados. O resultado foi uma redução no prazo de entrega das formas de 120 dias para 75 dias”, explica o diretor de Negócios da SHMarcelo Milech. A empresa já forneceu fôrmas para diversas obras importantes do MCMV, como o Projeto Meu Orgulho, em Manaus, maior já realizado até hoje no país, com mais de 9 mil unidades, o Bairro Carioca e a Vila Autódromo, no Rio de Janeiro, e centenas de outros empreendimentos desde o Amapá até o Sul do Brasil.

Sobre o Lumiform SH®

Lumiform SH® (foto) é formado por painéis fabricados com perfis especiais de alumínio, forrados com chapas também de alumínio. Os painéis são montados manualmente (cada metro quadrado pesa em torno de 18kg), sem necessidade de mão de obra especializada, já com os vãos para as janelas e portas, e todas as instalações elétricas e hidráulicas embutidas. Após a montagem, as fôrmas são preenchidas com concreto e, em cerca de doze horas, são retiradas e liberadas para a instalação de esquadrias, pintura, telhado e demais acabamentos.

Amplamente utilizado para erradicar o déficit habitacional na América Latina, o sistema de paredes de concreto permite a construção de uma casa de 36 metros quadrados em apenas quatro dias, com acabamento do concreto perfeito e utilização de pouquíssima mão de obra, já que substitui blocos de alvenaria e elimina etapas de chapisco e reboco, reduzindo custos e prazos da obra, com até 85% de ganho na produtividade.

Sobre a SH

SH disponibiliza, há 40 anos, sistemas para locação e venda por meio de 11 unidades instaladas estrategicamente em nove estados (São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Paraná, Espírito Santo e Bahia). A empresa já participou de mais de 800 obras pelo País, como metrôs, barragens, aeroportos, viadutos e usinas hidrelétricas, além de complexos industriais do porte de CST, Aracruz Celulose e Refinaria Ladulfo Alves, e comerciais como shopping centers, hotéis e edifícios residenciais.

SH ganhou por 15 vezes seguidas o Prêmio PINI – Melhores da Construção nas categorias escoramento metálico e fôrmas metálicas. Considerado o mais prestigiado entre as empresas do construbusiness, foi criado em 1995 para fazer um ranking dos melhores fornecedores da indústria da construção civil brasileira.

Hoje, a SH é a única empresa do segmento com um sistema de logística que planeja e controla o fluxo e armazenagem dos equipamentos, reduzindo significativamente o tempo requerido para o atendimento, e a oferecer aos seus clientes um serviço de consulta ao contrato via internet – o SH online, que oferece confiabilidade e segurança aos contratantes dos seus equipamentos. O site da empresa é www.sh.com.br.

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http://nucleoparededeconcreto.com.br/

Novas alternativas para construção habitacional • Revista Grandes Construções

Especialistas destacam maior possibilidade de uso de concreto na construção de moradias verticais e horizontais.

O Brasil tem um déficit habitacional de cerca de oito milhões de unidades, um desafio que os governos, nos três âmbitos, precisam correr para diminuir. O programa Minha Casa Minha Vida, em sua primeira etapa, que previa a construção de um milhão de moradias, não entregou mais da metade de sua meta. Se existem empecilhos econômicos, do ponto de vista tecnológico, os especialistas indicam que a área habitacional poderia desfrutar mais das alternativas construtivas existentes. Um exemplo de opções foi mostrado no seminário “Soluções para Habitação, sistemas construtivos à base de cimento”, realizado em maio de 2012, em Aracaju (SE). O engenheiro Carlos Franco, diretor da CAL-FAC Consultoria e Engenharia, estava entre os especialistas do debate.

O foco principal da minha apresentação foi mostrar e desmistificar os sistemas construtivos pré-fabricados no segmento habitacional”, resume em entrevista exclusiva à Grandes Construções. “Falamos sobre a conceituação de pré-fabricado (executado na indústria) e o pré-moldado (executado no canteiro, porém, fora do local final de utilização) e as principais características de cada método”, detalha Franco. Segundo ele, o uso das duas tecnologias permite a conjunção de prazos, qualidade e baixa intensidade de mão de obra, sendo essa última atualmente escassa no setor de construção civil.

Além de indicar que os dois sistemas – pré-fabricados e pré-moldados podem ter desempenho igual ou superior aos métodos tradicionais, Franco avalia que tecnologias brasileiras encontram-se catalogadas no manual Affordable Housing, que numa tradução livre pode ser entendido como habitação de baixo custo, editado pela FIB (Fédération Internationale du Beton). “Podemos destacar os sistemas de parede dupla, de painéis alveolares e os de paredes portantes e lajes pré-fabricadas”, lista o executivo da CAL-FAC. No caso, das lajes pré-fabricadas, Franco destaca que o método é conceitualmente semelhante à alvenaria estrutural, do ponto de vista mecânico de funcionamento, mas totalmente diferente em termos de execução.

Um dos destaques de aplicação das lajes pré-fabricadas, aliás, é na construção de edificações verticais, podendo ser empregado em todas as situações em que a alvenaria estrutural possa ser utilizada. Em relação especificamente às habitações populares, Franco explica que o pré-fabricado em concreto é uma solução muito racional, principalmente, em construções com algum adensamento vertical (4 + 1), sendo frequentemente adotado em diversas regiões do País.

Para casas isoladas, não é tão largamente difundida. O conceito de ‘diversas casas isoladas a perder de vista’ pode gerar habitações que sejam baixo custo, mas que geram custos monstruosos de infraestrutura, envolvendo arruamento, energia, saneamento básico e transporte, para citar os principais”, argumenta o especialista. Ele destaca que os sistemas pré-fabricados são muito competitivos em edifícios mais adensados e de padrão melhor (médio). “Já em padrão mais elevado temos diversos exemplos de obras total ou parcialmente pré-fabricadas, com alto valor agregado”, acrescenta.

Para Franco, as inovações tecnológicas em habitações, usando sistemas pré-fabricados, encontram dificuldades por não serem ainda totalmente normalizadas, o que gera a resistência na sua adoção, embora sejam amplamente utilizadas no exterior. Como a norma técnica tem força de lei e a sua confecção acontece sob o esforço, muitas vezes, abnegado de especialistas, a normalização brasileira específica acaba sendo lentamente construída. “Há recentes evoluções, caso da NBR-14861, publicada em 2011, que cobre o emprego de lajes alveolares”, indica. Outras duas normas destacadas por ele são as de estacas pré-moldadas em concreto, atualmente, em elaboração, e a de painéis alveolares, ainda em planejamento.

Para o executivo da CAL-FAC, os principais ganhos do uso de pré-fabricados incluem prazo, qualidade e, muitas vezes, redução de custos. Como o processo de pré-fabricação exige um planejamento mais cuidadoso da obra, os serviços acabam sendo beneficiados de forma geral. Franco explica que etapas são eliminadas no processo, caso da regularização de superfícies das paredes e forros, para mencionar apenas uma. “Ganha-se também nas facilidades de execução de caixilhos, muitas vezes eliminando o emprego de contra marcos”, acrescenta.

O também engenheiro Marcelo Rios, diretor da Geotest Projetos e Consultoria, de Salvador, foi outro debatedor do evento de Aracaju. Em sua apresentação, ele destacou a alvenaria estrutural, focando-se no uso de blocos de concreto. O especialista ressaltou o uso de lajes pré-moldadas ou não, apoiadas diretamente nas alvenarias estruturais. Nesse sistema, as paredes funcionam também como painéis resistentes ao vento, formando uma estrutura tridimensional de alto desempenho. De acordo com Rios, o uso do bloco de concreto apresenta vantagens em construções habitacionais. “Ele tem maior regularidade dimensional, o que proporciona menor consumo de revestimento e, devido à sua resistência, alcança valores elevados; o emprego em edificações de andares múltiplos é imprescindível”. O especialista lembra ainda que se trata de um sistema econômico, de alto desempenho e aplicável em habitações de padrão médio e baixo, nos quais os vãos são moderados. “A velocidade de construção também é fator importante, pois é possível alcançar ciclos de concretagem idênticos ao concreto convencional, mas com o ganho da simultaneidade na construção das paredes, liberando outros serviços na obra”, completa.

De acordo com Rios, os problemas relativos às deformações, que acontecem na estrutura convencional de concreto armado, não são frequentes na alvenaria estrutural. No entanto, alguns cuidados devem ser observados, caso da fundação que deve ter deslocabilidade mínima, pois o sistema em alvenaria não aceita deslocamentos impostos. Outro ponto de atenção é a previsão da dilatação térmica na laje de cobertura. “Para isso, deve-se adotar uma camada deslizante entre a última fiada e a laje. Dessa forma, o movimento será liberado, evitando o aparecimento de tensões e, consequentemente, fissuras nas paredes que suportam a laje”, detalha.

O especialista ainda recomenda que fique claro para os proprietários das construções que as paredes não podem ser removidas parcial ou integralmente. A recomendação deve constar nos contratos, manuais e outras documentações, além de estar afixada em áreas visíveis para que todos os usuários tenham conhecimento da impossibilidade de remanejamento de paredes.

Matéria retirada do site da Revista Grandes Construções, Nº 29 – Agosto 2012:
http://www.grandesconstrucoes.com.br/br/index.php?option=com_conteudo&task=viewMateria&id=953

O SISTEMA LUMIFORM SH

A SH também disponibiliza, em seu portifólio de equipamentos, o sistema Lumiform SH.  O sistema composto por painéis fabricados com perfis especiais de alumínio e forrados com placas de alumínio. Além de duráveis e leves, os painéis não possuem rebites, emendas ou marcas na face que faz contato com o concreto, o que garante um acabamento perfeito. Os painéis apresentam furações apenas nas laterais, onde é encaixado o espaçador que, além de espaçar as formas, suporta as cargas atuantes do empuxo. Pode ser aplicado nos mais variados tipos de projetos, como construção de casas, sobrados e edifícios, com qualidade e ganhos significativos de produtividade.

O sistema  Lumiform SH, é destaque na matéria do dia 19 de Junho de 2012, no Bom Dia, Brasil, programa jornalístico da Rede Globo. Apresentado como solução sustentável capaz de realizar uma obra sem entulho, sem sujeira, o Lumiform SH aparece sendo aplicado na obra do Bairro Carioca, no Rio de Janeiro – RJ.

 

Modo econômico na Habitação

Matéria da Revista Techne de dezembro de 2010

Construtoras apostam na diversificação dos sistemas construtivos para atender aos segmentos econômico e supereconômico. Alvenaria estrutural e paredes de concreto viabilizam maioria dos empreendimentos

Os segmentos econômico e supereconômico vêm se desenvolvendo no Brasil com o grande aumento de oferta de moradia, principalmente entre classes mais baixas. Trata-se de empreendimentos voltados a famílias entre três e seis salários, ou imóveis cujo valor não ultrapasse R$ 120 mil.

Normalmente, tais empreendimentos seguem a linha popular de condomínios de casas, sobrados ou edifícios de até quatro ou cinco pavimentos, com grande número de unidades de mesma tipologia.

Os sistemas construtivos utilizados buscam ganho de prazo e utilização de pouca mão de obra, que está cada vez mais escassa e cara. A já sentida falta de mão de obra acabou por viabilizar investimentos em novas tecnologias. E o prazo apertado, condicionante praticamente constante nas construções do País, forçou uma busca pela produtividade. No final, percebe-se um direcionamento para a industrialização das construções, que já é realidade onde existem quantidade e repetições.

Os custos com acabamento no segmento també, são relativamente simples e bem menores que no alto padrão. Assim, “a estrutura é mais impactante, e é onde precisa haver mais racionalidade e eficiência. Os materiais precisam ser mais enxutos, apresentar maior rentabilidade e competitividade”, resume Davidson Deana, consultor da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland).

A construção convencional, com pilares e vigas de concreto moldado in loco e fechamento com alvenaria, está praticamente desaparecendo nesse segmento. Diferentemente do alto padrão, que conta com unidades com grandes vãos e necessita de flexibilidade para o usuário, a tipologia econômica é mais compacta e não costuma apresentar muitas possibilidades de variação para o usuário.

(…)

Paredes de concreto moldadas in loco

Muito utilizadas nas décadas de 1970 e 1980 no Brasil, as paredes de concreto moldadas in loco se tornaram novamente uma boa alternativa tecnológica para atender ao boom das habitações econômicas. Segundo especialistas, o sistema é recomendado para empreendimentos que tenham alta repetitividade, necessidade de padronização e rapidez na construção.

“No nosso cenário, três tecnologias têm sido mais utilizadas para habitações econômicas: alvenaria estrutural, pré moldado e paredes de concreto moldadas in loco”, afirma Ary Fonseca Júnior, consultor de paredes de concreto da ABCP. “Dentro dessa linha, a parede de concreto é um dos sistemas com melhor performance e aceitação no mercado”, conclui. Entre as construtoras que utilizam o sistema atualmente, estão a Tenda, Bairro Novo, Direcional e Homex.

De acordo com Paulo Flaquer Filho, diretor de Construção da Regional Rio de Janeiro da Bairro Novo, algumas vantagens do sistema são: potencial de industrialização, velocidade de construção, confiabilidade técnica, baixa geração de resíduos e custo competitivo. “A concepção do modelo de negócio da Bairro Novo sempre teve como foco produtos voltados ao segmento econômico com todos os atributos de qualidade dos empreendimentos de média e alta renda, com elevado nível de industrialização, velocidade de construção e confiabilidade técnica. Com isso, desde sua fundação, em 2007, inúmeros processos construtivos foram analisados e o de paredes de concreto foi o que mais se adequou às premissas adotadas pela empresa”, explica o executivo.

As paredes de concreto podem ser moldadas com o uso de fôrmas de madeira, metálica e alumínio, sendo esta última opção mais adotada nas empresas atualmente. “A fôrma de alumínio gera menos entulho e tem melhor condição de custo e de reutilização no tempo, o que é seu grande diferencial”, acredita Marcelo Souza, diretor de Planejamento da Tenda.

Por ser inovador, a execução do sistema segue diretrizes do Sinat (Sistema Nacional de Avaliações Técnicas), do PBQP-H (Porgrama Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat), mas deve ganhar uma norma técnica na ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) no próximo ano. “O grupo de concreto da ABCP vem discutindo há algum tempo a normatização do processo, e o texto-base da norma deve ficar pronto ainda em 2010. A idéia é que a normativa entre em vigor no final de 2011”, conta Ary Fonseca Júnior.