(Português do Brasil) SH PARTICIPA DA FINNEC 2019 – FEIRA DA CONSTRUÇÃO NORTE/NORDESTE

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Da madeira ao alumínio. Matéria da Construir NE – Julho 2014.

 

Nas últimas décadas, o sistema de formas para a construção civil foi se aperfeiçoando e hoje o mercado conta com tecnologias mais produtivas, resistentes e sustentáveis.

Por Pablo Braz • Construir NE • Edição Julho 2014 • Página 48
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Locação de equipamentos gira R$ 5 bi – Diário do Nordeste.

Competição maior no CE.
Ceará é um dos estados mais equilibrados em termos de demanda e oferta, já que empresas locais são fortes.

19.06.2014 

clipping_diariodonordeste_locacao_fortaleza_junho2014_1Com papel importante no desenvolvimento da construção civil do País, o mercado brasileiro de locação de equipamentos para obras vem crescendo bastante ao longo dos últimos anos, a ponto de já movimentar aproximadamente R$ 5 bilhões por ano. A informação é da SH, segunda maior empresa do ramo, que atua no Ceará desde 2010. Segundo a companhia, o Estado, é um exemplo de mercado sustentável, já que a concorrência local é muito expressiva e impede que as grandes empresas entrem de maneira desenfreada.

O mercado do Nordeste em geral tem uma força regional muito importante, o que obriga as grandes empresas, como a SH, a terem um desempenho até melhor que no resto do País para poder entrar. A empresa cearense Impacto Protensão, por exemplo, é um concorrente de respeito“, afirma o diretor de negócios da SHMarcelo Milech. “Consequentemente, isso faz com que o mercado creça de forma equilibrada em termos de demanda e oferta. Em Manaus, por exemplo, houve um crescimento desenfreado“, completa.

Atuando apenas na chamada construção leve, seja ela residencial ou comercial, a SH fornece formas para concreto, andaimes, escoramentos metálicos e outros equipamentos para as construtoras tocarem seus projetos. Segundo Milech, tanto pequenos prédios como grandes estruturas industriais precisam do serviço para serem erguidos. “Atualmente estamos atuando, por exemplo, na reforma do Moinho Dias Branco e na ampliação do shopping Iguatemi, que talvez seja a obra que possui o maior volume de equipamentos nossos em todo o Ceará“, frisa.

Agilidade no Minha Casa

Ainda de acordo com a SH, que no Ceará está presente em dois projetos grandes do Minha Casa Minha Vida, sendo um em Sobral e outro em Maracanaú, é possível dar mais agilidade ao programa federal com a utilização de alguns equipamentos específicos. “Temos um produto que se chama Lumiform SH, que é uma forma pronta para as casinhas do Minha Casa, Minha Vida. Ela é feita 100% de alumínio e leva apenas um dia para ser montada, o que agiliza bastante todo o projeto“, afirma Milech. Segundo ele, o fato da forma ser feita de alumínio acaba tornando-a mais leve e dispensa uma mão de obra mais especializada.

O diretor de negócios da SH diz ainda que o processo para a montagem das formas é simples, além de poder ser feito em algumas horas. “Funciona assim: há um radier, que é uma base de concreto, e em cima dessa base é preparada a armação. Após isso, o construtor passa os conduítes e toda a tubulação necessária para a parte de funcionamento da instalação, o que é feito em seis ou oito horas, e depois vem outra equipe que prepara a forma para que no início do dia seguinte, ou no fim do próprio dia, a mesma receba o concreto” diz.

Agilidade

Marcelo Milech explica ainda que o processo é ainda mais ágil por conta do concreto utilizado pelos construtores cearenses. “As formas recebem o concreto e durante 12 horas há um processo de cura, já que no Ceará usam um concreto especial, bem fluído, que atinge alta resistência rápido. No dia seguinte, essas formas já são levadas para outro pavimento“, explica. Conforme a SH, o valor das formas para o Minha Casa, Minha Vida é de aproximadamente R$ 900 por metro quadrado (m²), podendo o valor ser financiado a longo prazo pelo BNDES, o que possibilita ao construtor pagar o produto ao longo da obra.

Menos mão de obra

Outro equipamento que se destaca no mercado de locação brasileiro é a mesa deslizante SH, que, segundo a empresa, possibilita uma redução de 70% na mão de obra de carpintaria e aumento da produtividade em 50%. “Trata-se de um tabuleiro de concretagem enorme, que tem quase 200 m² e pode concretar, de uma só vez, uma área com essa dimensão“, afirma o diretor de negócios da SH.

Segundo Milech, a mesa deslizante dispensa a montagem e a desmontagem de torres a cada trecho, pois é apoiada diretamente nos pilares. Ela é movimentada por talha elétrica com utilização de três pessoas em cerca de 25 minutos. “Não é preciso a utilização de escoras“, afirma.

No Shopping Boulevard Conquista, em Vitória da Conquista (BA), por exemplo, a mesa deslizante possibilitou que, em quatro semanas, fossem executados 6 mil m² de lajes. Outro exemplo é o Shopping Vila Velha (ES), onde a movimentação do equipamento durou em média 1h20. Assim, depois de liberada para movimentação da mesa, uma nova área de concretagem estava livre em menos de duas horas. 

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Fonte: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/locacao-de-equipamentos-gira-r-5-bi-competicao-maior-no-ce-1.1040235

Transposição do Velho Chico no Nordeste do país.

Junto à Mendes Júnior Trading e Engenharia S/A, a SH está participando do projeto de transposição de parte das águas do Rio São Francisco, nomeado pelo governo brasileiro como “Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional“. A obra prevê a construção de mais de 700 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro Estados (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. 

SH participa da construção das estações de bombeamento, pontes, passarelas, túneis, tomada d’aguas, bueiros, estruturas de controle, entre outras estruturas. Até o mês de março de 2014, já são 1.400 toneladas de equipamentos entregues em obra, entre os quais: Modex® SH (30.000 ml), Torres LTT SH e LTT Extra, Mísulas, Perfis C (26.000 ml), Concreform SH® (5.000 m²), Tekko® SH (500 m²), estruturas tubulares (30.000 m²) e Escada Modular Modex® SH.

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Nossa atuação nessa obra está sendo de forma diferenciada, pois possuímos uma equipe ’in loco’”, conta Matheus Chagas, Supervisor de Contratos da Unidade SH na Bahia, responsável pelo atendimento à obra. ”Devido ao volume de equipamentos e à dificuldade do cliente em obter um controle eficas dos mesmos, por se tratar de uma obra extremamente horizontal, o nosso Diretor Regional, Paulo Lago, propôs a solução de implantar, em obra, um sistema de atendimento diferenciado. Foi criada uma estrutura interna, onde possuímos um escritório dentro do canteiro do cliente. Dessa forma, conseguimos enxergar e identificar a necessidade do cliente no dia-a-dia e atender de forma imediata. Fazemos o controle de estoque, realizamos projetos, acompanhamos a montagem dos equipamentos e o controle daa qualidade, entre outras atividades que surgem na rotina do empreendimento”, explica o Supervisor Matheus

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A obra teve início no mês Março de 2013 e previsão de término é Março de 2015. Essa é maior obra de infraestrutura hídrica no país realizada pelo governo federal, que está sob a responsabilidade do Ministério da Integração. A transposição do Velho Chico também tem a intenção de garantir o abastecimento de água e fomentar o desenvolvimento econômico e social do Nordeste Setentrional – que concentra as áreas mais secas dos Estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Atualmente, estão empregados nas obras 8.705 profissionais da construção civil. Com a conclusão da transposição, devido à intenção de irrigar 50 mil hectares com agricultura de ponta, outros 150 mil empregos diretos poderão ser gerados. 

Por se tratar da maior obra de infraestrutura hídrica do país, nossa atuação mostra que a SH está preparada, tecnicamente e comercialmente, para desenvolver qualquer tipo de obra de grande porte e/ou infraestrutura. Isso aumenta a credibilidade da SH e dá mais segurança aos clientes em todo Brasil”, aponta Matheus.

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Faturamento – Diário do Nordeste.

Impulsionado por obras da Copa e do Minha Casa, Minha Vida, o setor da construção civil segue aquecido no Ceará, favorecendo as empresas do setor, a exemplo da SH, que viu seu faturamento crescer 20% em 2013, alcançando R$ 245 milhões, sendo R$ 13,6 milhões obtidos pela unidade da empresa no Ceará.

Nota do Caderno de Negócios do Diário de Nordeste – Fevereiro 2014


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http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/coluna/stand-1.214/materia-1.811664

Fábrica de cimento construída com equipamentos SH torna a Paraíba o 3º estado maior produtor do Brasil.

O estado da Paraíba tem como objetivo se tornar o 3° maior produtor de cimento do Brasil. Esse objetivo é devido a suas jazidas de calcário, que servem de atrativos para implantação de novas fábricas na região. A SH está participando, contratada pela Bloco Engenharia Ltda., da construção da fábrica da Elizabeth Cimentos Ltda., em Alhandra, à 40km da capital João Pessoa. Serão duas linhas de produção. A primeira linha de produção já deverá atender o mercado regional a partir de junho de 2014 e todo o empreendimento tornará o estado paraibano no maior produtor de cimento do Nordeste.

Entre os equipamentos SH utilizados estão: Torre de Carga LTT, Torre de Carga LTT Extra, Modex®SH, Escoras, Topec®SH, SH®200, SH®100 e Perfil W, para escoramentos; Modex®SH, para Estrutura de Acesso; e sistemas de formas Concreform SH® e Tekko®SH. Hoje, são contabilizadas 1.200 toneladas de equipamentos em obra e esperado um pico de 1.400 toneladas. São, aproximadamente, 3.500,00 m2 de formas SH disponibilizadas ao cliente.
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A obra teve seu inicio em outubro de 2012, com os serviços preliminares e implantação do canteiro de obra. Mas, a partir de dezembro de 2012, começamos a enviar as primeiras cargas de forma para as confecções dos blocos de fundação e, em janeiro de 2013, o cliente já contava com atendimento ‘fulltime’”, conta Claudia Pereira, Engenheira da unidade SH em Recife – PE, que atende a obra.

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O maior desafio da obra é a Torre de Pré Aquecimento. Sua altura chegou a 110m e levou cerca de 11 meses para sua conclusão com todos os estágios da mecânica já montado. A estrutura tem lajes de 20 a 40 cm, vigas 60×100 a 60×250 e pé direito de 18 metros em média. Diante desse desafio, as torres de carga LTT e LTT Extra, mescladas com perfis W e Treliças, foram apresentadas como a melhor solução para escoramento. A praticidade de montagem e capacidade de carga representaram enorme ganho na produção. “Esse tipo de obra é uma verdadeira universidade para toda a equipe porque temos muitas estruturas diferenciadas como: silos, lajes cônicas, túneis e as interferências mecânicas (peças que são instaladas antes das lajes serem concretadas)”, explica Eduardo Carvalho, Orientador de Montagem da equipe SH. “Nosso relacionamento com a Bloco Engenharia Ltda. está sendo muito intenso e muito saudável”, completa, Isaac Magalhães, gerente SH.

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Construtoras rumam ao norte e ao nordeste

Jornal DCI Online/BR de 11 de Março de 2011

São Paulo – Tidas como líderes em construção civil até os próximos cinco anos, com destaque para o período de eventos como a Copa do Mundo como agente impulsionador do setor, as regiões Norte e Nordeste se destacaram com quase duas mil obras na área da construção civil brasileira e a movimentação de U$ 58 bilhões, apenas no ano passado.

Para a consultoria ITCnet, as regiões são a bola da vez no setor e, para 2011, a expectativa é um crescimento na casa dos 14% em números de obras, que elevaria as regiões a 2.276 novas construções este ano. O otimismo vem na onda do ano passado, que pode ser considerado de ouro para o setor de construção civil, com um movimento estimado de US$ 325,5 bilhões em todo território nacional entre obras comerciais, industriais e residenciais.

A aposta em construção civil para os próximos anos também foi passada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que prevê investimentos de R$ 607 bilhões no Brasil até 2014, fatia superior aos outros investimentos do banco para o Brasil. “Obras como construção ou revitalização de estádios, melhoria e ampliação de rodovias, construção de shopping e hotéis são parte fundamental desse boom de construção civil que vive o norte e nordeste”, afirmou Sheila Schavarria, professora de Engenharia Civil da FEI.

“Boa parte dos investimentos anunciados pelo BNDS serão no Norte e Nordeste”, disse a acadêmica, que completou, “mesmo sem dados oficiais, as tendências de mercado é que muitos investimentos públicos quanto iniciativas privadas migrem com mais força e mais dinheiro para essa regiões”, disse.

Para acompanhar o bom momento de investimentos nas regiões, a construtora e incorporadora Rossi Residencial anunciou recentemente uma parceria com a construtora Norcon para atuação na Região do Nordeste, de acordo com a empresa, o negócio tem potencial para valor geral de vendas (VGV) de R$ 300 milhões.

Por meio da parceria, a Rossi atuará em Sergipe, Pernambuco, Alagoas e na Bahia com empreendimentos econômicos.

Do VGV previsto para este ano, R$ 194 milhões caberão à Rossi, sendo o restante destinado aos parceiros no desenvolvimento dos projetos imobiliários.

Joint venture

E esta não foi a primeira intervenção do grupo Rossi para investimentos no nordeste. No final de 2010, a construtora lançou uma joint venture em Goiás para atuar, principalmente, no segmento econômico de imóveis de até R$ 250 mil. A nova empresa, com controle e lucro divididos meio a meio entre a Rossi e a goiana Toctao Engenharia, entrou em operação em janeiro e espera lançar R$ 4,1 bilhões em imóveis, sendo R$ 1,6 bilhão em cinco anos. A Rossi – que pretende aumentar a participação de mercado em Goiás de 5% para de 20% a 30% – será responsável por toda a governança corporativa da Toctao Rossi e vai coordenar o sistema de construção, as finanças e os recursos humanos.

A Toctao entra com conhecimento da demanda regional, mão de obra já contratada e terrenos em “locais estratégicos” no estado. “A maior parte dos terrenos da nova empresa vem da Toctao”, diz Cássio Audi, diretor Financeiro da Rossi. Mas, de acordo com o executivo, o estoque total de terrenos já neste início de operações da joint venture é suficiente para abrigar 19.360 apartamentos ou casas. “De 80% a 90% dos empreendimentos devem ser para o segmento econômico. Temos terrenos grandes para esse projeto”, disse o executivo.

Estados em destaque

Com 1.997 obras em 2010, e a expectativa de crescer 14% em 2011 os estados que se destacaram em 2010 na construção civil foram: Bahia, líder nos estados no segmento alimentício, com 13 novas fábricas; Ceará, que obteve 18 novas instalações para o segmento de energia e telefonia; e Pernambuco, que abriu ano passado 17 novas fábricas só de consumo.

“Temos percebido um crescimento muito maior da Região Nordeste em relação à evolução média nacional. Nos últimos dois anos, Ceará está se destacando, com crescimento dos índices bem próximos aos de Pernambuco e Bahia, que historicamente sempre foram maiores”, diz Viviane Guirão, diretora de Pesquisas do ITCNet.

“Com a crescente importância desses estados, que se tornaram mais atraentes aos investidores nos últimos cinco anos, a tendência é manter essa crescente, já que é uma área que ainda tem muito potencial para crescer”, completa Viviane .

De acordo com a especialista, exemplos como o Ceará, que recebeu o maior número de obras em energia e telefonia dos estados, exemplifica este dado. “há uma necessidade crescente de aumento de tecnologia nessa região, dada a importância dela para o Brasil, por isso esse número alto de investimento”, concluiu.

(…)

Notícia divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Edição do CBIC Hoje de 11 de março de 2011

Setor da construção conta com primeiro serviço social da região Nordeste

Os trabalhadores do setor da construção de Sergipe e seus familiares contam agora com uma unidade do Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-SE). A instituição de direito privado e sem fins lucrativos, tem por objetivo prestar serviços de assistência social, de educação, de promoção a saúde e prevenção de doenças para os profissionais deste setor. Criado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de Sergipe (Sinduscon-SE), este é o primeiro Seconci implementado na região Nordeste. O Seconci-SE oferece consultas médicas e odontológicas previamente agendadas e sem custo algum para o trabalhador.

Notícia divulgada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção

Edição do CBIC Hoje de 26 de novembro de 2010

SH Formas triplica unidade.

Matéria publicada no Jornal do Commercio em 14 de novembro

A carioca SH Formas, Andaimes e Escoramentos, empresa que trabalha literalmente dando suporte à indústria da construção, chegou a Pernambuco em 2008 e já vai triplicar o tamanho local de seu negócio. A SH está no processo de mudança da unidade estadual, que sairá de uma área de 6 mil metros quadrados em Jaboatão dos Guararapes para outra de 20 mil m², em Igarassu.

A empresa fornece produtos como formas de concreto, formas para lajes, braçadeiras e escoramentos metálicos. Surgiu em 1969, com nome de Serviços de Construção (Servicon), mas desde então mudou a marca, expandiu o portifólio e em 2006 chegou ao nordeste pelo Polo de Camaçari, na Bahia.

Diante dos meganegócios em andamento, no Estado, a empresa criou sua base pernambucana, que rapidamente demandou crescimento. Só em Suape, a SH já tem 22 contratos.

“Até 2012, a unidade pernambucana será maior que a da Bahia”, aposta o diretor regional da empresa, Paulo Lago.

SH abre unidade em Fortaleza

Nova unidade faz parte da estratégia da empresa de continuar crescendo no Nordeste

Líder em fornecimento de formas para concreto, andaimes e escoramentos metálicos para o mercado de construção civil, a SH inaugura, no próximo dia 21 de setembro, sua primeira unidade no Ceará, em Fortaleza. Com um investimento de meio milhão de reais, a nova unidade tem 12 mil metros quadrados na Rodovia BR 116, e será o quarto endereço da empresa no Nordeste. Atualmente, a SH possui outras 12 unidades e 6 escritórios comerciais espalhados pelo Brasil, além da sede e uma fábrica no Rio de Janeiro.

Unidade da SH em Fortaleza

Segundo a gerente da nova unidade, a engenheira Rosana Lenz, o objetivo da abertura da nova unidade é intensificar a participação da empresa no Estado, que desde do ano passado atendia a região através de um escritório comercial. “Em menos de uma ano atuando no Ceará, participamos de importantes obras como o Centro de Convenções do Ceará, Hospital São José, Harmony Center, Barragem do Castanhão e Metrofor, e faturamos cerca de 5 milhões”, explica Rosana. Os bons resultados e as perspectivas de investimentos da ordem de 9,2 bilhões de reais para novas obras e melhorias em infraestrutura no Estado, impulsionaram a abertura da nova unidade da SH em Fortaleza. A unidade também será responsável pelo fornecimento de equipamentos às obras no Piauí e Maranhão.

Evento

Também no dia 21 de setembro, a SH, juntamente com as empresas BASF, Votorantim, Eternit e PINI, realiza em Fortaleza um Road Show abordando o tema “Soluções Construtivas para Megaeventos Esportivos”. As empresas apresentarão as soluções desenvolvidas pela indústria da construção civil para fazer frente aos desafios dos próximos anos. A idéia é promover o debate nas 12 cidades sedes da Copa de 2014. Brasília, Cuiabá e Manaus já receberam o projeto.

Com o tema Soluções construtivas em formas para concreto e escoramentos metálicos, a SH vai abordar três importantes assuntos na construção de megaeventos esportivos: edificações comerciais com lajes planas, uso eficaz do concreto in loco na construção de arenas esportivas e escoramentos em obras de acesso (ponte, viadutos e passarelas).

A palestra será às 14h, no Hotel Gran Marquise. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. Inscrições e informações no site www.piniweb.com/roadshow/megaeventos