Fôrmas deslizantes e assistência técnica foram decisivas na UHE Salto Curucaca

A SH forneceu os equipamentos e manteve uma equipe de prontidão no local durante as etapas de deslizamento, que não podem ser interrompidas

Na cidade de Guarapuava, no Paraná, está sendo feita a ampliação da capacidade de geração da Usina Hidrelétrica Salto Curucaca, localizada no Rio Jordão para gerar cerca de 37MW, com a implantação de duas turbinas tipo Francês. Iniciada no mês de janeiro de 2015, a obra teve as etapas de deslizamento concluídas no final de julho e atualmente são executados os trechos em concreto armado.

O Consórcio Dalba – Guaraenge, responsável pelo empreendimento, optou pelo sistema de fôrmas deslizantes para obter um bom acabamento das paredes, tarefa que foi possível graças à utilização de andaimes telescópicos posicionados de maneira que os colaboradores pudessem dar um bom acabamento.

DESAFIO

As características do local impuseram desafios logísticos e técnicos, a começar pela dificuldade de viabilizar o sistema de fôrmas deslizantes, soluções para fôrmas trepantes, escoramentos e estruturas de acesso. A concretagem não poderia ser interrompida e os níveis de produtividade eram altos, para não comprometer os prazos.

Além disso, de acordo com o Tayguara Gonçalves, engenheiro residente da obra, uma das exigências do consórcio era uma estrutura de assistência técnica full time para orientação da montagem da fôrma deslizante e todo o processo de deslizamento, que exige atenção e participação ativa em toda a operação.

SOLUÇÃO

Para essa obra, a SH forneceu o sistema de Fôrmas Deslizantes ideal para obras com estruturas de concreto armado muito altas, com seções de dimensões contínuas ou variáveis, como pilares, paredes, silos, dentre outros.

“A presença constante dos especialistas da SH foi decisiva para a superação e solução de imprevistos, com agilidade e qualidade”, ressalta o engenheiro Tayguara, detalhando que no sistema de fôrmas deslizantes cada segundo é extremamente importante. “O processo não pode ser interrompido, sob o risco de comprometer toda a concretagem criando juntas frias no concreto”, alerta.

O sistema de fôrma deslizante da SH foi implementado para atender o trabalho de construção das paredes da Casa de Força da ampliação da UHE Salto Curucaca a qual passará a gerar 37MW.

A utilização do sistema de deslizamento nesta obra foi necessária devido à altura das paredes ao acabamento que o concreto recebe. Como a concretagem não possui juntas, os andaimes telescópicos utilizados no trabalho permitem que os colaboradores realizem o tratamento do concreto, deixando a aparência muito superior ao sistema de fôrmas trepantes.
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
As Fôrmas Deslizantes SH são compostas por painéis, guias, barrões, ancoragens, andaime, piso metálico, além de contraventamento e de material hidráulico, proporcionando agilidade, resistência, supressão de juntas e permitem um acabamento perfeito nas obras.
Montadas de acordo com a geometria da estrutura, as formas recebem a fixação de dispositivos estruturais e hidráulicos que possibilitam sua movimentação no sentido vertical ou horizontal. Para a montagem do sistema, se faz necessário o uso de guindastes ou gruas.
Um diferencial agregado ao serviço por meio da parceria com a Metalúrgica Cardoso é a utilização de andaimes telescópicos, dispositivos metálicos aplicados na concretagem de grandes estruturas com as mais variadas dimensões permitindo uma concretagem rápida e contínua.

 

SH aplica Balanço Sucessivo em ampliação de Ponte em SP

A ampliação da ponte sobre o Rio Tietê foi executada pela Engenharia e Construções CSO, na cidade de Guarulhos, região do Parque Ecológico do Tietê. Trata-se de uma das obras previstas no contrato de concessão da Ecopistas, empresa administradora da rodovia Ayrton Senna em São Paulo, com o objetivo de auxiliar o acesso para o Aeroporto Internacional de São Paulo, através da Rodovia Hélio Smidt.

A ponte tem extensão total de 250 metros, sendo 110 metros em balanço sucessivo entre pilares e 140 metros executados em apoio no solo, com 70m em cada margem.

De acordo com Erick Silva de Barros, engenheiro de desenvolvimento da SH, a construção do trecho de contrabalanço escorado sobre solo foi realizada de novembro de 2014 a junho de 2015, e o trecho em balanço sobre o rio aconteceu de junho a outubro de 2015. “O tempo total entre início das fundações e concretagem durou 11,5 meses”, conta Erick.

Leia mais

 

O que é concreto protendido?

Contribuição técnica de Arnaldo Oliveira, Isaque Farias e Armando Ferreira

Concreto protendido é uma técnica de execução já bem difundida no Brasil. Desde o século XIX, muitos especialistas desenvolveram métodos nos quais a armadura  sofra  um pré-alongamento, gerando um sistema auto-equilibrado de esforços,ou seja , tração no aço e compressão no concreto. A técnica visa melhorar o desempenho das estruturas e utilizar todo o potencial do concreto à compressão e minimizar ou até eliminar  as fissuras geradas pela tração.

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Na construção civil, chama-se de protensão a técnica  utilizada para aumentar  resistência do concreto, que consiste basicamente em dar tensão aos cabos de aço antes da cura do concreto. A ideia é melhorar a resistência do material, minimizando os impactos das ações externas. No caso do concreto, a protensão pode reduzir as chances de fissuras.

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Protensão não aderente

A estrutura de protensão é feita por cabos de aço aplicados no cimento ainda não curado. Estes cabos atravessam toda a estrutura – viga ou laje – passando hora na parte superior, hora na parte inferior, que são definidas a partir  da solicitação do momento fletor, (positivo ou negativo).

O tensionamento dos cabos se dá através de macacos hidráulicos e só é iniciado após o concreto ter atingido uma resistência mínima que é dimensionada pelo calculista do projeto.

O avanço da tecnologia na protensão ampliou as possibilidades de aplicações desse tratamento. Armação de blocos e sapatas, construção de silos, lajes, reforço de estruturas, dentre outras, são alguns dos exemplos mais comuns.

Em geral, os fatores que determinam o uso da protensão são os que influenciam de forma negativa o desempenho em serviço das estruturas, basicamente fissuração e deformação acima do limite estabelecido.

 A utilização do concreto protendido permite as seguintes vantagens:

– Execução de grandes vãos livres;

– Controle e redução de deformações;

– Projetos arquitetônicos ousados (o museu de Arte Contemporânea de Niterói);

– Estrutura da edificação fica mais leve;

– Mobilidade de executar mudanças na posição da alvenaria;

Quando o concreto protendido passou a ser utilizado em todo o mundo, surgiram vários processos de protensão patenteados, somente na Alemanha, chegou a ter 20 processos de protensão registrados. Atualmente os sistemas utilizados são os seguintes:

 – Protensão com  aderência inicial;

– Protensão com aderência posterior;

– Protensão sem aderência ou não aderente.

O processo que é mais utilizado, atualmente, é a protensão não aderente com cordoalhas engraxadas  e plastificadas, que pode ser aplicadas em lajes, vigas e placas de fundações (Radiers).

As cordoalhas são de fácil manuseio, colocação e fixação sem dificuldades, sendo facilmente desviadas de obstáculos. Este processo já é utilizado desde a década de 60 nos Estados Unidos, e foi introduzida no Brasil em meados de 1996.

A execução bem realizada é fundamental para obtermos os desempenhos desejados. Portanto, é extremamente necessário que estes serviços sejam realizados por empresas especializadas.

Plantas – Projeto de andaime fachadeiro

A edição de fevereiro da revista Téchne falou sobre projetos de andaime fachadeiro e, para isso, contou com o suporte técnico do supervisor de projetos da SH, Franco Menegat. Confira a reportagem de Renato Faria

Desenhos indicam disposição das plataformas de trabalho na periferia do edifício, esquema de montagem das peças e pontos de fixação do equipamento na fachada

Os andaimes fachadeiros são equipamentos que permitem o acesso dos trabalhadores às fachadas das edificações. Normalmente, esses equipamentos são modulares, ou seja, são compostos por pequenas estruturas padronizadas, montadas com as mesmas peças. No caso do projeto mostrado nessa matéria, cada módulo típico tem 2,5 m de comprimento, 2 m de altura e 1,05 m de largura e é formado por quadros metálicos, pisos, guarda-corpos e diagonais de contraventamento. Esses módulos se encaixam lado a lado e um sobre o outro, compondo um padrão repetitivo que forma estruturas de tamanhos variados.

O projeto costuma ser produzido pelo fornecedor do equipamento, a partir dos desenhos do projeto estrutural e de arquitetura. Quando necessário, um assistente técnico visita pessoalmente a obra para identificar possíveis interferências não visíveis nos desenhos e adequar o projeto dos andaimes. Vale lembrar que, conforme a Norma Regulamentadora nº18 (NR-18) – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, o dimensionamento do equipamento deve ser realizado por profissional legalmente habilitado e os projetos devem ser acompanhados pela respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

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Planejamento na palma da mão

Smartphones invadem os canteiros de obras e contribuem para a organização de muitos departamentoserv

Durante muito tempo, a construção civil teve características artesanais na elaboração de projetos, na produção de materiais e na execução das obras. A industrialização mudou esse cenário trazendo recursos tecnológicos que potencializam as práticas construtivas. Dos softwares aos aplicativos, a tecnologia e seus benefícios estão chegando aos canteiros de obra, otimizando o custo e tempo para muitas empresas do setor.

Prova disso é o e-RV, um aplicativo criado para confecção de relatórios de visitas à distância que a SH, empresa de locação de fôrmas, andaimes e escoramentos metálicos, desde 2013, tem utilizado para melhorar o fluxo de informação entre o cliente e a empresa. De maneira simples, rápida e direta, a ferramenta possibilita até anexos de fotos.

O e-RV é utilizado, principalmente, pelos Assistentes Técnicos da SH que, munidos de smartphones, acessam ao aplicativo e alimentam a ferramenta com informações pertinentes a cada obra visitada. Automaticamente, essas informações são encaminhadas para o cliente por email e ficam disponíveis no SH online, um sistema que permite ao cliente acessar todos os dados do seu contrato com a empresa.

Davi Ferreira, engenheiro da SH e idealizador do aplicativo, conta quais são os principais benefícios da ferramenta: “Com o e-Rv, temos agilidade na confecção dos relatórios de visita à obra. As informações ficam disponíveis para qualquer dos setores internos da empresa imediatamente após confecção. Não há a necessidade de visitas constantes à empresa para entregar os antigos relatórios em papel”.

Além disso, a utilização da tecnologia garante aos clientes relatórios legíveis e com as informações que de fato são relevantes para eles. “Anteriormente, cada assistente técnico escrevia o que achava importante da visita. Nem sempre esta avaliação estava alinhada à necessidade do cliente e, não raras vezes, faltavam detalhes importantes a serem vistos e relatados. Hoje, imediatamente após a visita, o cliente recebe e-mail com o documento”, acrescentou Davi.

Desde então, a SH ganhou tempo nos processos, já que o e-Rv garante maior mobilidade para elaboração dos relatórios. Em qualquer lugar, a qualquer tempo, o documento pode ser preenchido pelo Assistente Técnico sem que ele precise se deslocar para a empresa. Isto gera menos deslocamentos no trânsito e, consequentemente, economia de custos como combustível, papel e etc. 

Paraíba investe em ampliação do sistema de abastecimento de água

O Governo do Estado da Paraíba investe, através da Cagepa (Companhia de Água e Esgoto da Paraíba), cerca de R$125 milhões no sistema adutor Translitorânea II etapa. Uma obra que prevê a ampliação do sistema de abastecimento de água da região metropolitana de João Pessoa-PB. Estima-se que a segunda etapa da obra vai beneficiar quase 1,5 milhões de paraibanos que moram nos municípios de Alhandra, Conde, Cupissura, além da região metropolitana de João Pessoa.

 
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A construtora responsável pela obra, Encalso Construções, está trabalhando na construção de 11 km de adutoras, barragem, estações elevatórias e reservatórios. A II etapa prevê a construção de uma barragem de acumulação com capacidade de 9,5 milhões de m³ e 11 km de adutora que prometem garantir água para a cidade de Alhandra, em uma vazão de 50 litros por segundo. Outros 550 litros por segundo serão liberados para estação de tratamento de água, que serão somados ao sistema de abastecimento como um todo.

Localizado no litoral sul da Paraíba, o sistema compreende a captação em três pequenas barragens nos rios Cupissura, Taberus, Tapocas e Abiaí. As adutoras desses rios irão se convergir para um reservatório com duas câmaras com capacidade de 5 mil m³ de água. Essas câmaras são ligadas à estação elevatória e, a partir daí, a água segue em recalque até uma estrutura chamada stand pipe, para assim, seguirem por gravidade até a estação de tratamento.

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Para a confecção dos blocos de ancoragem a SH forneceu fôrmas Concreform SH® e o sistema Concreform Circular para a construção do stand pipe. Além das fôrmas, o Modex SH ® foi utilizado como estrutura de acesso e para escoramento da tampa do stand pipe.

Cláudia Alves, supervisora do contrato da SH com a Encalso Construções, conta qual foi o maior desafio encontrado na obra. “A solução para a construção das paredes do stand pipe nos exigiu optar por uma alternativa criativa e ao mesmo tempo simples. Uma estrutura circular de 27 metros que resistisse às forças atuantes, devido ao concreto do tipo autodensável. Para isso, usamos o Concreform SH ® em conjunto com o Modex SH® que, no primeiro momento, foi utilizado como acesso e em seguida, tornou-se parte do escoramento da estrutura”, contou.

A obra foi iniciada em janeiro deste ano e a previsão de conclusão é 2017.

Norma para concretos entra em vigor em fevereiro

No dia 15 de janeiro, foi publicada a ABNT NBR 12655 que trata do Concreto de Cimento Portland estabelecendo seu preparo, controle e recebimento. A norma foi revisada no ano passado pelo Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados e entra em vigor no dia 15 de fevereiro.

O controle tecnológico do concreto é estabelecido por normas técnicas, em todo mundo e o cumprimento delas garante confiabilidade e qualidade em produtos e serviços. O professor doutor e diretor da Cooperativa de Serviços e Pesquisas Tecnológicas e Industriais, Cláudio Sbrighi, destaca a relevância da norma: “Se trata de uma norma que equaciona a produção e controle de qualidade de um material fundamental para a construção civil: o concreto. Este material ainda não tem e não terá, por hora, nenhum substituto tanto em termos de desempenho técnico/econômico”.

O doutor ressalta ainda questões em que é necessária atenção, principalmente na parte conceitual da norma. “Um exemplo é não confundir fck do concreto com resultado de resistência à compressão de corpos-de-prova”, explica. Outra dica é utilizar laboratórios de controle tecnológico do concreto que apresente resultados confiáveis e ainda, “É importante estar ciente da responsabilidade técnica definida na norma no que diz respeito à qualidade do concreto, tanto nas propriedades físico/mecânicas, tais como a resistência à compressão, quanto na durabilidade. Lembrando que o módulo de deformação inadequado para obra leva a estrutura a riscos estruturais indesejáveis”, alerta Cláudio.

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A Associação Brasileira de Cimento Portland destaca que a conscientização do meio técnico sobre as prescrições normativas e a melhor comunicação entre os diversos grupos no processo construtivo são passos importantes para garantir a qualidade do concreto em suas diversas aplicações.

Vale lembrar que a nova NBR 12655 substitui a atual NBR 12654, sobre Controle Tecnológico de Materiais Componentes do Concreto. Para ter acesso à norma visite o site a ABNT Catálogos em: http://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=327760

SH participa do projeto de ampliação do Pecém

Obra conta com investimento de 1.3 bilhões

O Terminal de Múltipla Utilidades Pecém, localizado em São Gonçalo do Amarante-CE, está sendo ampliado e o projeto já está em sua segunda fase. A SH, atendendo à Construtora Marquise S/A, empresa que lidera o consórcio MQI, participa desta obra que inclui a construção de uma nova ponte de acesso ao quebra-mar existente, com 1.570m de extensão, pavimentação de 1.065m sobre o quebra-mar, ampliação do quebra-mar em 90m além da construção de 600 m de cais com dois berços de atracação de navios cargueiros ou porta-contêineres.

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A ampliação atenderá a futura refinaria de petróleo Premium II e a siderúrgica que está sendo construída na região, além de viabilizar o funcionamento da ferrovia Transnordestina, instalando dois berços. Foram investidos R$ 1,3 bilhões no projeto de ampliação.

Sirlei Durães, Supervisor de Projetos na unidade da SH em Fortaleza, explica quais são as soluções da empresa nesta segunda etapa: “Nas estacas da estrutura estão sendo posicionados os consoles metálicos para dar suporte ao escoramento. Para esse escoramento estamos usando Perfil AL22 como perfil primário e Perfil AL15 como secundário, criando assim, um tablado em cima dos consoles para a fixação das fôrmas Concreform SH®”.

Além dos Perfis AL22 e AL15 e o Concreform SH ®, os Tubos 48 mm e forcado 48 duplo somam, aproximadamente, 107.000,00Kg de equipamentos da SH em obra.

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“O desafio da SH nessa obra é fornecer equipamentos resistentes, mas sem perder a praticidade. O cliente exigiu a utilização de perfis em alumínio por conta da alta corrosão no ambiente marítimo e que também permitissem a fixação de todo o conjunto, pois a força do movimento das marés arrancaria o escoramento do console e o jogaria ao mar”, explica Enio Chaible, gerente da Unidade de Fortaleza-CE.

O projeto é executado todo com a forma Concreform SH ®, um sistema versátil que eliminou o uso de formas convencionais e arremates de madeira, além de ser mais resistente a água salgada tem uma produtividade excelente, fundamental a um canteiro de obra onde o turno de trabalho é determinado pelo movimento das marés.

A primeira fase aconteceu em 2011 e a SH também forneceu soluções para a Construtora Marquise S/A e a Ivaí.

Formas garantem produtividade.

O sistema Lumiform SH® está no Caderno de Boas Práticas em Parede de Concreto, edição 2014, desenvolvido pelo Núcleo de Referência de Parede de Concreto. O lançamento da publicação será durante o evento da Concrete Show 2014.

Acompanhe pelo site http://www.anuariodoconcreto.com.br/ e baixe a edições anteriores.

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Habitação sempre foi um dos déficits do País e com a criação do Minha Casa Minha Vida a demanda por soluções construtivas rápidas e eficientes tornou-se uma necessidade. Neste segmento de habitação o sistema de parede de concreto é extremamente competitivo, por proporcionar uma produção em escala. E as formas são essenciais para que a obra tenha qualidade e velocidade. É o caso da SH, que fornece material para a construção do Vila Carioca, um empreendimento na cidade do Rio de Janeiro composto por 1320 apartamentos de 44 m² divididos em torres de 5 pavimentos.

A Novo Lar, construtora que nasceu para atender essa demanda por habitação, é a responsável pela obra e escolheu as formas da SH pela qualidade e produtividade. “Nossa previsão é erguer 224 apartamentos por mês e a tendência é que esse número melhore ainda mais, já que os funcionários vão adquirindo prática com o andamento da obra. Em 6 meses devemos finalizar todas as unidades”, explica Último Santiago, da Novo Lar. “É como se fosse uma fábrica produzindo apartamentos. O sistema é rápido e a qualidade das formas da SH, aliado ao fato de a empresa ser reconhecida no mercado pela credibilidade, nos fizeram optar pelo produto”, diz.

O Vila Carioca está sendo erguido para abrigar moradores de uma comunidade que foi retirada do local onde será o centro olímpico e, por isso, a obra precisa cumprir um cronograma apertado. “O sistema alia eficiência com baixo custo e garante uma boa produtividade. Além disso, demanda pouca mão de obra e não tem necessidade de uma qualificação prévia, um dos grandes gargalos da construção civil no Brasil”, analisa Luis Claudio Monteiro, da SH. “E além de todos esses benefícios, o sistema ainda evita o desperdício de material”, finaliza.