Manutenção de Recuperadora de Carvão da Vale, no Espírito Santo, contou com andaimes da SH

Escoramento do contrapeso de equipamentos portuários com o uso de andaime é considerado marco na história da manutenção de equipamentos portuários.

O Terminal Praia Mole (TPM), localizado em Vitória, Espírito Santo, no Complexo de Tubarão,  especializado em operações de descarga de granéis, sobretudo combustíveis sólidos, é o maior terminal desse segmento no Brasil e atende as principais indústrias siderúrgicas do país.

O projeto, realizado em 2015 e conduzido pela Indumep – Indústria Mecânica Paraíso Ltda, tinha como propósito fazer a manutenção da Recuperadora de Carvão RC07, realizando a troca de rótulas do Contrapeso, Jib Frame e Ponta da Lança (estruturas da Recuperadora de Carvão). Foi necessário escorar contrapeso de 290 toneladas e Ponta da Lança com mais 150 toneladas, o que auxiliou tanto no acesso, quanto no escoramento.

Recuperadora de Carvão da Vale

 

Execução dos equipamentos SH:

 Execução Contrapeso:

  • Escoramento para 290 toneladas;
  • Conjunto de 06 torres;
  • Uso de tubos e braçadeiras;
  • Capacidade de 75 toneladas por torre;
  • Utilização de Perfil W300, W200 e C-018 no topo para apoio do macaqueamento;
  • Distribuição de chapa metálica na base para distribuição de cargas no solo;
  • Altura do contrapeso de 23 metros;
  • Total de 72 toneladas de equipamentos mobilizados distribuídos em: Tubo, BR, Perfis W.

 Execução Jib Frame: 

  • Conjunto de 03 torres;
  • Utilização de Modex® SH;
  • Capacidade de 15 toneladas por torre;
  • Utilização de Perfil C-12e C-18;
  • Torres Modex® SH e Perfil C com altura de 10 e 5 metros;
  • Total de 4,9 toneladas de equipamentos mobilizados.

 Execução Ponta da Lança:

  • Escoramento solicitado para 150 toneladas;
  • Conjunto de 03 torres;
  • Uso de tubos e braçadeiras;
  • Capacidade de 50 toneladas por torre;
  • Utilização de Perfil W300, W200 e C-018 no topo para apoio do macaqueamento;
  • Altura da ponta da lança de 11 metros;
  • Total de 18 toneladas de equipamentos Tubo BR e Perfis W mobilizados.

Recuperadora de Carvão da Vale

Um dos maiores desafios para a execução dessa obra foi atender as exigências quanto a memórias de cálculo que eram solicitadas pela Vale para o nosso cliente direto. Devido a grande importância do maquinário da Vale, foi necessário executar todas as atividades dentro de um cronograma bastante restrito.

Recuperadora de Carvão da Vale

“Sem sombra de dúvidas saímos deste grande desafio ainda mais fortes profissionalmente e como empresa. Foi possível mostrar para a Vale e para a Indumep o quanto a Engenharia da SH é forte, e seus equipamentos capazes de solucionar os desafios que surgirem, tais como escorar 300 toneladas à 24m de altura de uma recuperadora de carvão (RC07) . O Suporte Técnico prestado pelos Engenheiros André Santos, Erick Barros e Irene Oliveira, além do Projetista GianCarlo Pina, foi fundamental para o resultado final satisfatório da obra. Tivemos presentes full time em obra, e utilizamos softwares específicos para análise da estrutura, tendo sido pioneiros neste tipo de solução em área portuária. Após o término, fica a sensação de dever cumprido, e o orgulho por ver nos elogios dos clientes a realização do nosso propósito maior: encantar nossos clientes com um atendimento de excelência.  Tenho orgulho pessoal por ter participado desse momento tão especial para a SH.” contou André Santos, Supervisor de Assistência Técnica da Unidade SH Espírito Santo.

Reconhecimento do Cliente:

“A Vale é uma empresa Global que em todas as suas unidades preza pela segurança, tanto é assim que um dos nossos principais valores é “A Vida em Primeiro Lugar”. Partindo dessa premissa, relato aqui o sucesso da Reforma Estrutural da Recuperadora RC07 na qual a SH forneceu o escoramento da lança e contra lança da Recuperadora, no caso dessa última, o escoramento (4 torres de 23 m de altura que sustentaram a caixa de contrapeso) suportou aproximadamente 290 toneladas. Essa façanha foi possível pois, a SH, em conjunto com a Indumep e Vale, desenvolveram, planejaram, calcularam e executaram esse projeto de forma segura. O escoramento do contrapeso de equipamentos portuários com a utilização de andaime é considerado marco na história da manutenção de equipamentos portuários.”

M. S. Eng.ª Civil Warlley Soares Santos – Integridade Estrutural – Porto de Tubarão

 

“Em busca de parceria no mercado, entramos em contato e solicitamos uma visita dos representantes da SH. Os engenheiros Yuri Borgo e André Santos verificaram o tamanho do desafio que teríamos pela frente: escorar o contrapeso da máquina de 290 toneladas e 23m de altura e a parte da lança de 150 toneladas a 12 metros de altura. Para idealizar o projeto, unimos as engenharias da SH e da Indumep, e definimos a forma de escoramento. O projeto do escoramento do contrapeso contempla 6 torres de escoramento, 4 para suportar 300 toneladas e 2 para suportar 60 toneladas. Com o comprometimento de todos os envolvidos o projeto foi colocado em prática, e conseguimos chegar no objetivo final de realizar a substituição das rótulas.’’ 

Warley Moreira Soares – Engenheiro Mecânico Indumep

Colaboradores SH que contribuíram com esse Projeto:

Gerente Unidade SH Espírito Santo: Daniel Goldring
Supervisor Comercial Unidade SH Espírito Santo: Yuri Borgo
Supervisor Assistência Técnica Unidade SH Espírito Santo: André Santos
Supervisora Técnica Unidade SH Espírito Santo: Irene Oliveira
Projetista Unidade SH Espírito Santo: Giancarlo Pina

Quer saber mais sobre as soluções SH? Entre em contato com a nossa equipe pelo sac@sh.com.br ou no 0800 899 8903.

Saiba como reduzir custos de indenização de equipamentos em sua obra!

Você sabe como economizar em indenizações de equipamentos locados?

melhor resultado de uma obra envolve a aplicação ideal de recursos, as soluções mais adequadas ao projeto, e controle e aderência ao planejamento. Todos esses fatores ajudam a evitar surpresas desagradáveis no final da obra, como as perdas e avarias de equipamentos alugados nos canteiros de obras.

Um dos cuidados fundamentais para alcançar esse resultado é o uso e a armazenagem corretos dos equipamentos locados.  Sabendo disso, a  SH disponibilizou uma cartilha com dicas e as melhores práticas para ajudá-lo a evitar ou minimizar esses custos imprevistos com indenizações.

Nessa cartilha gratuita da SH você encontrará informações valiosas que ajudarão a garantir mais economia com os equipamentos locados, e no frete de devolução no final do projeto.
Confira o que você encontrará nesta cartilha:

  • Dicas de organização e separação dos equipamentos;
    Cuidados e alertas com orientações do que NÃO fazer em obra;
    • Como economizar no frete de devolução dos equipamentos.

BAIXAR CARTILHA DE MELHORES PRÁTICAS EM OBRAS!

Depois de baixar nosso material, e conferir as dicas que o ajudarão a reduzir os custos em indenizações de equipamentos, compartilhe o material com a sua equipe, e eleve mais segurança e a economia para a sua obra!

Ficou com alguma dúvida? Entre em contato com a SH através do sac@sh.com.br ou 0800 899 8903

Desplacamento de cerâmica para parede de concreto: veja como evitar

Confira o que causa essa patologia e conheça dicas de como evitá-la!

Como o Brasil é um dos grandes consumidores de revestimentos cerâmicos do mundo, e podemos analisar uma amostragem maior de patologias oriundos desse tipo de material. Nosso país consome bastante os revestimentos cerâmicos, e há no mercado uma quantidade enorme de tipos que são caracterizados de acordo com a resistência, qualidade e durabilidade.

Escolher o material certo para cada tipo de solução é um desafio para as construtoras, ainda mais quando se trata de construções de habitações de baixa renda em sua maioria.  A má escolha aliada, ou não necessariamente, com o mau assentamento pode vir a ser um problema futuro no que se diz respeito ao desplacamento das peças.

O desplacamento de revestimento cerâmico na construção civil é considerado uma das patologias mais comuns e mais sérias. Geralmente, podem ser observadas quando a adesão entre os elementos do sistema não ocorre como o necessário, nesse caso, entre as placas cerâmicas, a argamassa e a parede. Como em outros aspectos construtivos essa patologia pode estar relacionada a um ou mais tipos de causas, segundo Bento (2010), provocadas por mais de uma variável. Veja abaixo o que fazer para evitar esse problema nessa tipologia de construção:

Preparo para a Aplicação:

Para a correta aplicação das cerâmicas, a fim de eliminar o risco de desplacamento, devem ser seguidas as seguintes orientações, tanto na superfície quanto no revestimento cerâmico e no preparo da argamassa.

Parede (Base):

A parede que irá receber os revestimentos cerâmicos deve estar com as seguintes características:

  • Limpa;
  • Livre de qualquer material estranho (poeira, óleo, tintas, etc);
  • Sem qualquer composição que possa impedir a boa aderência da argamassa;
  • Alinhada em todas as direções, já que a espessura da argamassa não é suficiente para alinhar a parede;

OBS: O desvio de planicidade da parede não pode ser superior a 3 mm a cada 2 metros medidos horizontalmente e verticalmente.

Na base, é preciso ter uma atenção especial antes da concretagem da parede. No momento da montagem das formas, ao aplicar o desmoldante o montador não pode aplicar quantidade exagerada do produto para mais nem para menos. Na SH orientamos que o valor médio de uso para essa aplicação seja de 130 ml por metro quadrado de forma (130ml/m²).

Revestimento Cerâmico:

As placas cerâmicas devem estar com as seguintes características:

  • Limpas;
  • Livres de qualquer material estranho (poeira, englobe pulverentos, partículas soltas, etc);
  • Sem qualquer composição que possa impedir a boa aderência da argamassa.

As placas cerâmicas só devem ser desembaladas momentos antes da sua utilização. Não retirar da embalagem e não deixar nas intemperes é uma providência importante para o bom adensamento da placa na sua base, nesse caso, a parede de concreto moldada in loco.

Argamassa Colante:

O preparo da argamassa colante deve cumprir às seguintes características:

  • Usar a quantidade de água indicada pelo fornecedor na mistura;
  • Misturar a argamassa até obter uma argamassa pastosa e aderente, sem grumos;
  • Para aplicar aditivos os fornecedores indicam o tempo em que a argamassa precisa ficar em repouso até ser novamente reamassada;
  • Usar a argamassa somente até duas horas e meia após o preparo. Depois desse tempo, descartar a argamassa;
  • O preparo deve ser feito em um ambiente protegido do sol, da chuva e do vento.

Para uma boa aderência das placas cerâmicas é indicado examinar em qual ambiente o revestimento cerâmico estará, e a quais intempéries. Há no mercado vários tipos com diferentes características mecânicas e químicas, cada um para uma aplicação diferente. Compre a argamassa colante certa e com qualidade. O custo do retrabalho é maior do que o investimento inicial em um produto de qualidade e para o ambiente adequado.

Como funciona a aplicação:

Após seguir as orientações no preparo da base, da peça cerâmica e na preparação da argamassa, é preciso seguir os passos abaixo no momento da aplicação:

Estrutura:

  • Garantir que as instalações elétricas e hidráulicas estejam devidamente posicionadas e funcionais de acordo com o projeto;
  • Garantir que a limpeza da base esteja de acordo com as orientações informadas no preparo para aplicação;
  • Garantir que janelas e portas já estejam instaladas na unidade habitacional;
  • Garantir que tenha no mínimo 21 dias após a concretagem, sendo desejáveis 28 dias;
  • Garantir que as paredes estejam alinhadas e no prumo de acordo com as orientações informadas no preparo para aplicação;

Peça cerâmica:

  • Usar peças de guia para o assentamento de todas as cerâmicas no cômodo. Para isso será necessário esticar uma linha entre as peças que devem ser posicionadas nas extremidades da parede a ser assentada, conforme imagem abaixo;
Fonte: NBR 13754
Fonte: NBR 13754
  • Garantir que as peças guias estejam no mesmo nível e no prumo;
  • Emassar um metro quadrado (1m²) na base aplicando a argamassa colante com a parte lisa da desempenadeira, e após, passar novamente a desempenadeira com a parte dentada;
  • Aplicar a argamassa colante na peça cerâmica primeiro com a parte lisa da desempenadeira, e após, utilizar a parte dentada, conforme a orientação acima. Porém, no momento da colagem, o traçado da massa na peça deve estar perpendicular ao traçado da base, garantindo assim uma dupla colagem com traçado amarrado;
Foto do próprio autor - Desplacamento causado por falta da dupla colagem
Foto do próprio autor – Desplacamento causado por falta da dupla colagem
  • Nunca utilizar a argamassa vencida, de acordo com as orientações informadas no preparo para aplicação;
Argamassa Vencida
  • Seguir o preparado da massa de acordo com o informado pelo fabricante;
  • Usar a desempenadeira correta para a dimensão da placa cerâmica;
Fonte: NBR 13754
Fonte: NBR 13754

Dessa forma, quando utilizado os critérios da norma NBR 13754 aliados ao preparo e seguindo os passos de aplicação, o resultado tende a ser satisfatório, amenizando e eliminando o risco de desplacamento, que é um problema que acontece em todos os sistemas construtivos.

Contribuição Técnica:

Thiago Fraga, Supervisor Técnico da SH Indústria.

Quer saber mais sobre como evitar essa e outras patologias? Entre em contato com a nossa equipe pelo sac@sh.com.br ou no 0800 899 8903.

Construção de segundo maior empreendimento Residencial em Vitória possui equipamentos SH

Art The Gallery Residence contará com duas torres com 31 pavimentos cada

O empreendimento Art The Gallery Residence, localizado em um dos bairros mais nobres de Vitória, a Enseada do Suá, é um projeto que une a arte a conceitos de arquitetura, design, paisagismo e decoração, formando uma atmosfera única e inovadora.

O empreendimento residencial contará  com duas torres de 31 pavimentos, com 108 apartamentos, área de lazer e galerias de lojas no pavimento térreo.  As obras, que iniciaram em fevereiro desse ano,  tem previsão para concluir a estrutura em março de 2021.

A Opportunity Fundo de Investimentos Imobiliários é a empresa responsável por esse mega projeto, e conta com soluções SH como: Multiform SH®, Torre de Carga LTT, Perfis Metálicos, Perfis Vazados, Barras, Porcas, Escoras Metálicas e Escoras Lume.

Para os pilares dos elevadores e escadas, está sendo usado o sistema de formas Multiform SH®, formado de Perfis U Laminados, unidos entre si com espanadores, e vigas SH20 fixas com grampos, com capacidade de carga admissível entre 60kn/m² e 90kn/m2.

 “Utilizamos o sistema de formas Multiform SH® e dessa maneira conseguimos otimizar tempo na montagem das formas dos pilares maiores, onde o cliente irá içar com a grua o sistema já montado para esses pilares.”, contou Fabio Souza, Supervisor Comercial da Unidade Espírito Santo.

 O Art The Galery Residence será o segundo empreendimento mais alto de Vitória, com mais de 100 metros de altura, e aproximadamente 30 mil m² de estrutura, em localização estratégica, próximo ao Tribunal de Justiça do Estado, na entrada da terceira ponte que liga Vitória à Vila Velha, sendo também hoje a maior obra residencial do Espírito Santo.

Colaboradores SH atuantes na Obra:

Gerente da Unidade Espírito Santo: Daniel Goldring
Supervisor Comercial: Fabio Souza
Supervisor Técnico: Sirlei Oliveira
Supervisor de Logística: Breno Lima
Projetista: Giancarlo Pina
Assistente Comercial: Luiza Cavassana

Quer saber mais sobre as soluções da SH? Entre em contato com a nossa equipe pelo sac@sh.com.br ou no 0800 899 8903.

A Assistência Técnica da SH é Nota 10!

Já imaginou ter problemas com os equipamentos na sua obra e não conseguir solucionar? Ou não conseguir identificar a melhor solução para o seu projeto? A falta de um acompanhamento mais próximo e detalhado pode ocasionar atrasos, gerando surpresas desagradáveis para o desempenho da obra. E ninguém gosta desse tipo de surpresa, não é verdade? Por isso, é essencial que o acompanhamento seja feito por técnicos experientes, prontos para solucionar qualquer necessidade técnica. Confira os diferenciais da Assistência Técnica SH e garanta a alta produtividade da sua obra.

A Equipe de Assistência da SH é formada por Engenheiros e Técnicos experientes, constantemente treinados e qualificados.  A SH possuiu um serviço de excelência na verificação de montagem dos sistemas e na apresentação de soluções técnicas diferenciadas, afinal são 50 anos de experiência em milhares de obras no mercado, tornando-se referência no assunto.

“Em cada visita à obra, acompanhamos os detalhes técnicos para garantir a qualidade na execução do projeto da SH. Focamos em orientações que tornem as execuções seguras e produtivas. Nossas soluções permeiam por uma visão de engenharia, ou seja, oferecemos soluções que asseguram os aspectos técnicos e também produtivos. Desta forma, geramos uma relação agradável e satisfatória, onde nossos clientes percebem que a Assistência Técnica da SH é muito mais do que uma simples visita à obra. Com isso nossos parceiros reconhecem que o nosso atendimento pode impactar diretamente no resultado do cronograma executivo da edificação.”
Jaime Castro – Sup. de Assistência Técnica.

Queremos ajudar você a garantir o melhor desempenho para a sua obra!
Conheça os 10 principais motivos que fazem a Assistência Técnica SH ser reconhecida como a melhor do segmento:

 – Apoio Técnico no cronograma de concretagem da obra com ênfase no reaproveitamento dos equipamentos e otimização do custo.

 – Com onze unidades de locação no Brasil e duas internacionais a SH possui frota personalizada fazendo com que a assistência técnica chegue a qualquer obra com agilidade.

3º – Assistência técnica presente na obra para apresentar soluções SH que vão além do escopo de locação, sendo útil para obras futuras.

 – Visita à obra com antecedência para elaboração de relatórios sobre necessidades e interferências, inclusive com arquivos fotográficos que ajudam na assertividade dos projetos de formas, andaimes e escoramentos.

 – Treinamento e palestras junto aos colaboradores do cliente com emissão de certificados.

 – Visitas periódicas para acompanhar o estágio da obra, orientar a equipe e levantar informações para direcionar os próximos projetos e trechos.

 – Entrega de projetos, explanação e orientação de montagem que garantem alta produtividade desde o início.

 – Coordenação do processo de logística para evitar atrasos no atendimento de retirada e devoluções.

 – Atendimentos emergenciais com soluções técnicas e acompanhamentos da montagem garantindo aos clientes total tranquilidade nos momentos de estresse.

10º – Relatórios de visitas gerados em tempo real no momento da visita através de APP exclusivo e personalizado servindo de Check List para o cliente efetuar as correções dos adesivos de projetos.

Quando o assunto é Assistência Técnica a SH é especialista! Trabalhamos com segurança, suporte e transparência, além de um atendimento próximo e diferenciado para ajudar você a tirar seu projeto do papel…Vamos fazer isso juntos?! Entre em contato com nossa equipe e garanta uma obra Nota 10!

sac@sh.com.br
0800 282 2125

Como reduzir os custos adicionais no aluguel de equipamentos para construção civil?

Você sabia que os custos totais da obra podem sofrer grande impacto com indenizações, e que há maneiras para economizar com isso? Separamos boa práticas para auxiliar você. Confira!

Ao dar início à sua obra, o planejamento de custos é um dos tópicos que mais devem demandar atenção e esforços da equipe de gerenciamento. Isso porque é ele que vai guiar a escolha acertada da estrutura (como fôrma metálica, escora metálica, método construtivo, …) para sua obra, além de contribuir para a redução de possíveis perdas e danos durante a empreitada.

É muito importante que, na hora de alugar fôrmas ou escoramentos ou avaliar a locação de andaimes, por exemplo, o responsável pela obra entenda que,  esses equipamentos podem sofrer danos – alguns irreparáveis – ocasionando custos-surpresa que pesam no orçamento geral da obra.

Aluguel de equipamentos para construção civil – As boas práticas da SH

Não importa se para a sua obra o aluguel de andaimes é primordial, ou se é o aluguel de escoras que faz mais sentido (talvez os dois):qualquer equipamento pode sofrer avarias ou ser perdido, aumentando assim os custos no final da empreitada. E ninguém gosta desse tipo de surpresa, não é verdade?

Pensando nesse desafio, que tantos clientes enfrentam todos os dias em suas obras, A SH decidiu agir: o objetivo é fazer com que o custo-benefício do projeto seja positivo para cliente e fornecedor, minimizando desvios eventuais. Estudos comprovam que esses desvios podem ser bastante expressivos, e significar prejuízo no resultado final da obra, mas é possível evitá-los ou minimiza-los através de algumas práticas simples:

O que se deve evitar para cortar custos com indenização:

  • Desorganização: o armazenamento dos equipamentos locados para a construção é muito importante. Mantenha o ambiente organizado – Reserve um local no canteiro para acondicionamento das peças;
  • Mau uso: a má utilização do material poderá comprometer os resultados da obra e até a integridade dos equipamentos e das pessoas envolvidas – treine sua equipe para evitar riscos desnecessários ;
  • Desatenção / Falta de cuidado: os equipamentos, sobretudo as peças menores, podem acabar se misturando ao barro ou aos materiais que serão descartados ou devolvidos à outros fornecedores;

Algumas boas práticas que auxiliam na gestão da obra:

  • Mantenha os equipamentos separados por tipo;
  • Peça à SH orientações sobre a melhor forma de acondicionar ou agrupar os equipamentos;
  • Utilize o serviço de descarga mecanizada da SH;

Lembre-se que: quanto melhor o uso feito dos equipamentos locados para as suas obras, menores as chances de haver cobrança com peças perdidas ou danificadas. Assim, o resultado ficará mais aderente ao planejamento da obra, sem sustos e sem que o fornecedor precise providenciar a reposição de seus estoques. Todo mundo ganha!

No SH App você encontra várias outras dicas. Quer saber mais? Acesse aqui nosso vídeo-depoimento sobre as Melhores Práticas em Obra para reduzir custos de indenização. Nele, você assiste a um depoimento real de um cliente com os mesmos desafios que você provavelmente tem no canteiro de obra, e que conseguiu ótimos resultados seguindo nossas dicas. Não deixe de assistir!

 

3 principais cuidados nos projetos de escoramento em balanço

Contribuição técnica de Erick Barros, Matheus Cima e Michael Rock. 

As estruturas de concreto em balanço são aquelas em que uma ou mais extremidades ficam suspensas no ar, sem o apoio de pilares. A solução requer cuidados especiais na hora de projetar. Confira quais são os três principais aspectos que merecem atenção em um projeto de escoramento.

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 Tamanho dos vãos 

É importante ter em mente que vãos maiores do que 2 metros necessitam de atenção redobrada em relação ao escoramento. Os perfis utilizados devem ter maior capacidade de resistência à torção e maior rigidez para que sejam evitadas deformações em excesso. Em caso de vãos acima de 3 metros, recomenda-se o uso de treliças no projeto de escoramento.

Ao se projetar um escoramento em balanço, são imprescindíveis as verificações de resistência e de deformações do conjunto. Para execução, é necessário prever a ancoragem dos perfis nas lajes de apoio e, em determinados casos, as torres precisam de estaiamento com cabos de aço para evitar tombamentos.

Segurança na montagem 

Como em todo projeto, a segurança precisa ser um fator priorizado. Quanto mais detalhes um projeto tiver, menores são as chances de faltar alguma informação importante para execução. As estruturas em balanço necessitam de soluções técnicas especiais e fogem do padrão típico das demais obras. O ideal é que o projeto tenha cortes e vistas de todas as etapas de montagem, informações de cargas em postes, barras e perfis. Em alguns casos, é necessário ainda informar a flecha que será necessária para deixar a estrutura no nível correto de projeto.

Além disso, é importante contar com o acompanhamento da assistência técnica da empresa responsável, orientando quanto aos cuidados e montagem. A montagem do escoramento normalmente é realizada fora do pavimento concretado, podendo deixar a mão de obra vulnerável a quedas, por isso, além da montagem correta é necessária a utilização de todos os equipamentos de proteção individual e, claro, garantir o cumprimento da NR 18 e NR 35.

escoramento em balanço

 

Peso e posicionamento

As estruturas em balanço de concreto armado demandam procedimentos executivos adicionais. Em comparação a estruturas mais convencionais, as lajes e vigas em balanço exigem um projeto de escoramento mais sofisticado. “Uma verificação simplificada, somente do momento fletor atuando nos equipamentos, por exemplo, não garante a segurança nesses casos”, comenta o engenheiro Michael Rock, diretor técnico da SH Fôrmas. Ele lembra que, além do dimensionamento, devem ser analisados os pesos dos equipamentos, bem como o posicionamento do escoramento no local da montagem.

Para escorar pequenos balanços é muito comum o uso de perfis metálicos, como os perfis I e W de aço estrutural. “Um modelo interessante para suportar soluções de 2 a 3 metros é o perfil extrudado de alumínio AL22, que se caracteriza por ter baixo peso e alta resistência à torção”, comenta Rock. De acordo com o engenheiro, para balanços com dimensões maiores, a partir 4 metros e cargas elevadas, a saída é recorrer ao uso de treliças metálicas. Fonte: AECweb 

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Conheça as principais soluções das SH para escoramento em  balanço:

Escoras SH®

Torre de Carga LTT

Treliças

Principais aspectos para escolher o escoramento da obra

Contribuição técnica dos engenheiros Eduardo Vizzotto, Projetista da SH Porto Alegre e Marco Aurélio, Gerente Comercial da unidade de São Paulo.

Para muitos profissionais que estão iniciando suas carreiras à frente de alguma obra, ou até mesmo profissionais mais experientes, sobram dúvidas como qual material usar na execução do projeto e como fazê-lo da melhor maneira. É comum que alguns itens de fundação e até de acabamento já estejam indicados no memorial descritivo da obra ou até mesmo especificados nos projetos. Mas e quando o assunto é o escoramento? Qual devemos utilizar?

Muitos fatores podem influenciar no momento desta decisão, porém, acreditamos que existem alguns aspectos essenciais que podem fazer uma grande diferença na hora de definir qual solução poderá atender melhor às necessidades da execução.

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Tipologia da estrutura de concreto x Pé direito

Em obras com lajes planas ou até mesmo em lajes nervuradas, com utilização de blocos de EPS ou cubetas, é recomendado o uso de um sistema que otimize tempo, promova redução de custo e garanta qualidade do concretado. Um sistema amplamente utilizado é o Topec SH ®. Esse sistema reduz a utilização de mão de obra e a utilização de madeira com a eliminação de aproximadamente 80% da aquisição de fôrmas para as lajes.

O sistema Topec SH ® conta com fôrmas de até 2m², com peso de 22,91kg e suporta lajes de 30cm de concreto maciço variando sua modulação de montagem. Além disso, promove melhoria do ciclo de montagem do escoramento (fôrma), já que elimina-se uma etapa trabalhosa e artesanal. Com o Topec SH ® é possível um rápido reaproveitamento do sistema devido ao Drophead, uma peça onde as próprias escoras do sistema do escoramento são utilizadas no reescoramento, sem a necessidade de realizar mais esta etapa.

Caso a estrutura da obra seja convencional, com misto de lajes e vigas, que ainda é a maior totalidade das obras hoje atendidas, o melhor sistema é o escoramento convencional dotado de escoras, perfis principais e perfis secundários.

Para ambas as situações um ponto que pode ser decisivo na escolha dos equipamentos é o pé direito da obra, para obras com alturas mais elevadas e com vigas e lajes mais espeças é recomendado a utilização de torres modulares intercaladas com escoras ou até mesmo somente torres modulares, que ajudam a ter uma maior estabilidade na estrutura ou até mesmo ajudar em outras situações como a utilização de torres modulares adotando um sistema de guarda corpo tubulares e vencer maiores alturas.

Outras vantagens que podemos citar são:

– Torres modulares, que podem suportar até 6 toneladas por poste, intercaladas com escoras, podendo se adaptar as diferentes tipologias de estruturas;

– Escoramento de lajes e vigas utilizando o mesmo sistema;

– Dependendo do tamanho da viga, existem peças especiais (base dupla) que facilitam e minimizam a densidade de escoramento das lajes;

– Perfis metálicos e de madeira, atendendo as especificidades das diferentes equipes e construtoras.

Prazo x Custo

Um dos principais fatores que podem “assustar” os profissionais no ramo da construção civil é o conhecido prazo de entrega, que está ligado diretamente a diversos outros fatores como clima, entregas de insumos e mão de obra qualificada, por exemplo. Em obras com um cronograma justo, independente do tipo de estrutura, torna-se necessário o uso de equipamentos para que ocorra ganho de agilidade no escoramento e, consequentemente, atenda o cronograma previsto.

Há ainda muitas obras que utilizam escoramento de madeira, e em grande parte são aquelas que têm prazo indefinido para término da estrutura (obras por administração). Vale lembrar que este comparativo deve ser verificado não apenas no custo final “metálico x madeira” e sim em todos os pontos que giram em torno desta escolha, podemos destacar os seguintes parâmetros ainda:

tabela
fonte: http://projr.com.br/blog/qual-escoramento-tem-melhor-custo-beneficio/

Descarte:

Devolver a empresa locadora ou realizar manutenção dos equipamentos para próxima utilização/ aluguel de container e pagar o descarte de madeira em determinadas regiões.

Montagem:
Regulagem para atender diversas alturas e encaixe entre escoras de madeiras para atender outros níveis de altura (se atentar a norma que regulamenta estes detalhes).

Mão de obra:
Topec ®: mão de obra sem muita especialização (há diversos treinamentos oferecidos pela empresa) x madeira: mão de obra especializada.

Principais cuidados com o apoio do escoramento

Contribuição técnica: Fernando Borges, supervisor de Assistência Técnica da SH em Salvador e Jaime Castro, Supervisor de Assistência Técnica da SH no Rio de Janeiro.

Para uma montagem eficaz e segura de equipamentos de escoramento, algumas questões são fundamentais. O posicionamento, alinhamento e prumo, por exemplo, devem obedecer às disposições exatas do projeto. Além disso, outro elemento muito importante é o apoio do escoramento, já que qualquer que seja o escoramento, não pode ser apoiado diretamente no solo.

A partir daí, alguns cuidados devem ser considerados, como:

A Carga – Referente ao peso dos equipamentos somado ao da estrutura a ser concretada. Essa carga deve ser informada no projeto para que seja possível dimensionar escolher o apoio mais adequado.

Escolha do Material – É necessária uma atenção especial quando a carga é transmitida direto para o solo. Saber a tensão admissível do solo é fundamental para o dimensionamento das peças que servirá para distribuição da carga. Não é adequado improvisar apoios durante a montagem do escoramento ou deixar para reforçar posteriormente. É imprescindível fazer a regularização do terreno para que essas peças de apoio estejam completamente em contado com o solo, não podendo ter vazios nessa interface. Tipicamente, essa é uma atribuição da obra e não da fornecedora dos escoramentos, portanto é necessário incluir esse item no check list da obra.

Apoios simples só vão resistir a esforço de compressão (esmagamento), portanto, se estiver mal dimensionado pode comprometer o escoramento e a segurança de quem estiver executando. Ainda que o escoramento esteja resistindo aos esforços solicitantes, se o apoio estiver mal dimensionado toda estrutura vai estar comprometida provocando um colapso.

Em situações onde a base para o apoio é rampada os apoios devem ser confeccionados de maneira que deixe o escoramento aprumado e nivelado. Em terreno com declive ou aclive o ideal é fazer a regularização deixando bernas, pequenas áreas planas, para a colocação dos apoios, evitando que as bases do escoramento fiquem distantes da beira do corte do terreno.

É comum a utilização de pranchas de madeiras para apoio do escoramento visando melhor distribuição das cargas que incide sobre ela, mas ainda não é o suficiente. O ideal é se atentar quanto a carga que o apoio suporta (taxa admissível do apoio) e as cargas que incidem nos postes. Com essas informações já será possível desenvolver um apoio adequado para receber o escoramento.

É importante lembrar que, em dias de chuvas, os cuidados devem ser redobrados já que, com o solo úmido, a possibilidade de o apoio ceder é maior.

 

Outras dicas importantes:apoio1apoio23apoio3

Trincas X fissuras

Contribuição técnica de: Carlos Moreira, Supervisor de Contratos, Eduardo Vizzoto, Projetista. Fernando Borges, Supervisor de Assistência Técnica. Jaime Castro, Supervisor de Assistência Técnica.

Volta e meia as tricas e fissuras aparecem em algumas estruturas de concreto. A identificação é primordial para que esses problemas sejam solucionados em tempo e da maneira adequada. O texto abaixo reuniu as principais características das trincas e fissuras que podem ajudar a identificar cada tipo de patologia.

Fissura

  • A abertura é superficial. Atinge a pintura, massa corrida, azulejo;
  • A sua espessura é inferior a 0,5 mm;¹
  • Menor gravidade;
  • Estreita e alongada;
  • Não possui problema estrutural, portanto, geralmente, não é perigosa;
  • É importante observar se a fissura evolui com o decorrer do tempo ou se permanece estável, pois a fissura pode ser o primeiro estágio da fenda.

Trincas

  • É mais perigosa do que a fissura;
  • Espessura de 0,5 mm até 1 mm.²
  • A abertura é mais profunda e acentuada;
  • Ocorre a ruptura do elemento, separando em duas partes;
  • Pode afetar a segurança dos elementos estruturais da residência.

Além das fissuras e trincas, existe um terceiro tipo de patologia que é mais perigosa do que as citadas. Trata-se da rachadura, um problema que requer atenção imediata. Veja algumas características das rachaduras:

  • Sua espessura é acima de 3 mm;
  • Ocorre a ruptura do elemento, separando em duas partes;
  • A abertura é grande, pronunciada, profunda e acentuada;
  • É de fácil observação;
  • A água, o vento e a luz são capazes de passar através da parede ou teto danificado.

Existem algumas razões para que essas aberturas – fissura, trinca e rachadura – aconteçam. Podemos citar algumas causas comuns para esses problemas:

  • Retração de concreto, argamassa ou tinta: quanto mais água ou cimento houver na massa do concreto ou da argamassa, maior será essa retração, e esta pode ser observada por meio de fissuras. Outra situação é quando a tinta seca e apresenta retração, causando também fissuras na parede ou no teto.
  • Dilatação: quando expostas ao sol, algumas partes da casa dilatam e retraem mais do que outras, causando possíveis fissuras. A laje, por exemplo, dilata bastante com o sol.
  • Vibrações e trepidações: vibrações constantes podem afetar casas e edifícios. Exemplos disso são imóveis localizados onde há excesso de veículos trafegando na rua, acesso a metrô e inúmeras outras fontes.

Além dos exemplos citados, há outras razões para fissuras, trincas e rachaduras surgirem. Problemas com o fluxo de água ou lençol freático, problemas de execução, problemas de projeto também podem ser causas do surgimento dessas patologias.

¹ Segundo a NORMA DE INSPEÇÃO PREDIAL IBAPE/SP – 2011

² Segundo a NORMA DE INSPEÇÃO PREDIAL IBAPE/SP – 2011

Fonte: http://www.fazfacil.com.br/

Téchne:http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/160/trinca-ou-fissura-como-se-originam-quais-os-tipos-285488-1.aspx