Treliças: uma opção para o escoramento.

9 de maio de 2012 Sem comentários

É possível adotar as treliças SH 100SH 200 como opção para o escoramento da estrutura em obras de infra-estruturas ou industriais. O tipo da obra influencia muito para a realização de escoramento com treliças ao invés do escoramento apoiado no chão. Em estruturas com um grande vão entre apoios, como pontes e passarelas, por exemplo, não é possível utilizar o escoramento convencional. Na construção de pontes, a limitação em usar escoramentos convencionais se dá por causa do transporte de fluido no rio e, em passarela, pelo transporte rodoviário ou ferroviário existente entre os apoios. Nesses dois casos, o uso de escoramentos metálicos convencionais, geraria  uma quantidade de material significantemente superior em relação ao uso das treliças.

O uso de treliças requer um estudo específico, sendo as características do terreno da obra um dos principais fatores a serem analisados no momento de escolher ou não a utilização do escoramento convencional ou as treliças. Essa escolha tem grandes impactos na produtividade da obra.

Como escoramento, a aplicação das treliças tem sido bem importante no que se refere a custo. Geralmente, os montadores são contratados em regimes mensalistas e os encargos trabalhistas chegam  a até 127% do seu salário. Com o uso das treliças, se reduz bastante o número de montadores e, ainda mais, de montadores especializados, já que é um tipo de material fácil de montar. Tudo isso reflete nos custos finais da obra.

Outra observação importante a ser feita é o uso de materiais metálicos em substituição ao uso de madeiras para o escoramento.  O material metálico, seja do escoramento convencional, seja das treliças, possui uma resistência muito maior, proporcionando um maior espaçamento entre os apoios (e, como dito anteriormente, o principal motivo para o uso de treliças é para alcançar um vão maior entre os apoios). Mesmo a peça de madeira, sendo geometricamente igual à peça metálica, tem sua tensão admissível bem inferior.

Autor: Thiago Munhoz Fraga, Técnico SH.

CLIQUE AQUI  e conheça as treliças SH 100 e SH 200.

Orçamento de obra.

8 de maio de 2012 Sem comentários

Orçamento é um assunto bem abrangente. Um assunto que engloba e contém vários tópicos e sub itens. O orçamento é parte do planejamento que terá impacto direto na produtividade da obra, juntamente com a boa execução da mesma.

Na fase do planejamento, são observados os detalhes da obra como suas características físicas e geométrica. Observa-se também as características dos terrenos adjacentes à construção. Com esse levantamento de campo, inicia-se a etapa do projeto (análise) que dará uma noção geral do que a obra vai gerar, tanto em gasto de mão de obra, como em gasto de materiais. Nesse momento é elaborado um orçamento detalhado com cada tópico da obra, tanto para estrutura, quanto para mão de obra. Elaborar um orçamento que agrade a todos é bem difícil. Por isso o foco está em elaborar um orçamento que fique consistente e coerente com a realidade do empreendimento.

FATORES PARA ANÁLISE DA ELABORAÇÃO ORÇAMENTÁRIA:

. PROJETO ( ANÁLISE )‏;

. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (LEITURA ATENCIOSA)‏;

. EDITAL;

. VISITA AO LOCAL;

. ESTRATÉGIA A SER ADOTADA.

Os custos da obra são divididos em:
- Diretos
- Indiretos
“se afirma que ao preço final da obra cabe a incidência do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas), que veremos mais adiante”

- Custo Direto: “é o resultado da soma de todos os custos unitários dos serviços necessários para a construção da edificação, obtidos pela aplicação dos consumos sobre os preços de mercado, multiplicados pelas respectivas quantidades, mais os custos da infra-estrutura necessária para a realização da obra”, segundo o Instituto de Engenharia de São Paulo (IESP).

- Custo Indireto: são, sem se restringir, aqueles custos referentes à administração da obra, ao canteiro, tapumes, transporte, alimentação de pessoal, os equipamentos não lançados nas CPU’s, os mensalistas, contas de telefone, água, luz, xerox, etc.

Na composição de custos veremos os responsáveis pelas seguintes atividades de mensuração:
- Custo unitário do serviço.
- Custo total do serviço.
- Consumo de material, equipamentos e ferramentas.
- Dimensionamento de mão de obra .
- Dimensionamento de tempo de serviço.

No orçamento, também é preciso atentar para o deslocamento das peças. O frete deve ser considerado pois trata-se de obras com peso bem elevado e conseqüentemente a quantidade de traslados também são significativos. E atenção! O translado dos equipamentos deve ser feito com cuidados e com a presença de um conferente, já que há grande possibilidade de perdas de peças, o que não consta no orçamento da obra.

O importante é analisar o projeto antes da execução para poder escolher o melhor tipo de material e mão de obra a ser aplicado. O planejamento e o orçamento bem feitos colaboram para que o resultado final seja satisfatório e lucrativo. Afinal, o lucro é importante para qualquer investidor.

Planejar e orçar com sabedoria é a relação para um resultado positivo. É a melhor maneira de alcançar o lucro desejado do seu investimento.

Autor: Thiago Munhoz Fraga, Técnico SH.

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Como preparar um canteiro de obra.

18 de abril de 2012 Sem comentários

A organização do canteiro de obra é fundamental para evitar desperdícios de tempo, perdas de materiais, defeitos de execução e falta de qualidade final dos serviços realizados. A NR (Norma Regulamentadora) 18, elaborada em conjunto por construtoras, trabalhadores e governo, visa estabelecer diretrizes e exigências diversas para a organização de um canteiro.  Mas, na maioria das vezes, essa organização é deixada para o momento em que os insumos e pessoal começam a chegar na obra, o que sempre causa muita confusão e retrabalho. Sem contar que há sempre o risco de acidentes ou danos aos equipamentos, e que, quando não se sabe onde as coisas estão, a possibilidade de roubo e/ou perda é muito grande.  Confira algumas orientações de que não se deve esquecer ao planejar e/ou coordenar serviços em um canteiro:

• Faça uma planta da área disponível;

• Faça uma lista dos equipamentos, insumos, e áreas de trabalho dentro do canteiro (banheiros, escritório, almoxarifado, sala de reunião e etc);

• Faça uma lista das necessidades prioritárias de ocupação na obra com datas de entrada no canteiro e saída. Assim, só é colocado no canteiro o que será necessário no momento específico de utilização. Mesmo que haja espaço de sobra, não leve todos os equipamentos e insumos de uma só vez. O risco de perda, dano ou até que o produto se estrague é grande. Não vale a pena;

• Faça um desenho de como será a entrada de caminhões na obra, como será o trânsito e as rotas de tráfego no interior da obra. Lembre-se de que os caminhões podem ser descarregados pelas laterais e por trás;

• Faça a locação de gruas e outros equipamentos sempre buscando o melhor raio de giro e operação dos mesmos. Demande bastante tempo para isto, pois não é raro ver mudanças de posição em gruas porque a demanda para  equipamento não foi prevista com perfeição, gerando a necessidade de reposicionamento. No final, acaba-se por perder dinheiro e o que é pior: tempo. Cada dia de atraso na estrutura é mais um dia para a entrega da obra;

• Uma maneira interessante de distribuir estas ocupações é desenhar em escala cada uma delas, recorta-las e distribuí-las sobre a planta baixa da área. Desta forma, tem-se uma visão mais precisa dos espaços que podem ser utilizados e disponibilizados;

• Estude a possibilidade de locação de containeres para escritórios e banheiros. São fáceis de instalar e depois não há necessidade de demolição, como acontece com alvenaria e madeira;

• Após o layout pronto, a obra é iniciada. Mas atente para as demolições a serem feitas. Veja se toda a documentação está em ordem e se não for expert no assunto, procure ajuda. Há empresas prontas para prever um plano de demolição e ainda aproveitar parte do que será demolido. Não se esqueça de que os detritos oriundos da demolição têm que ser destinados legalmente;

• Cuidado com os vizinhos. Isto pode ser um problema. Procure trabalhar em horários comerciais, evite domingos e use máquinas e equipamentos que façam pouco barulho e fumaça;

• Se precisar remover árvores, muito cuidado também. Há legislação específica para este procedimento. Não se pode retirar árvores sem autorização da Prefeitura;

• Não se esqueça do plaqueiro da obra com as informações exigidas por lei e das documentações que a obra deve ter para o funcionamento;

• Prever um correto sistema para esgotamento de águas servidas da obra, por rede pública ou por instalações provisórias, como fossas sépticas e caixas de gordura;

• Verifique se há alguma rede de energia, água ou gás passando pela obra. Isto evitará transtornos por conta da ruptura destes tubos;

• Mantenha limpas e em bom estado de conservação as construções provisórias e os fechamentos;

• Adote soluções para os tapumes que causem o menor impacto visual e que evitem o grafitismo e a colocação de cartazes por terceiros;

• Coloque aberturas translúcidas nos tapumes de modo que se possa acompanhar a evolução dos serviços pelo exterior, informando e tranquilizando a vizinhança;

• Dê atenção ao(s) portão(ões) de acesso à obra (posição, tamanho, acesso, etc.), sobretudo por questão de segurança;

• Cuide para que as placas de informações técnicas e propagandas fixadas nos limites da obra causem o menor impacto visual à vizinhança;

• Muito cuidado em dias de concretagem para não causar transtornos aos vizinhos. Concrete em horários que sejam mais convenientes para o trânsito local e para a vizinhança. E não permita a lavagem do caminhão no bairro. Somente em local apropriado;

• Cuidado com a parte elétrica. Gambiarras, fios soltos e desencapados são um convite para acidentes. Proteja os fios e sinalize o perigo de choque e/ou curto circuito;

• Se possível, separe um local para estacionamento de visitantes;

• Reserve um local apropriado para a guarda de materiais, com proteção para chuva e que possa reter produtos como solventes, aditivos, combustíveis e etc em caso de vazamentos. Mantenha sempre as peças pequenas guardadas em caixas ou tambores. Elas são perdidas muito facilmente;

• Cuidado com os veículos que saem da obra. Eles não podem sujar as vias. Lave-os antes de sair da obra;

• Evite sujeira no canteiro. Sujeira e entulho tomam espaço na obra, causam doenças e deixam um péssimo aspecto. Mas cuidado ao descartar este entulho. Verifique se não há ferramentas e ou equipamentos misturados com o entulho.

 

Veja agora alguns tópicos que são mencionados na NR 18 sobre este assunto.

• Quanto às instalações elétricas (entrada provisória de energia).

As instalações elétricas provisórias de um canteiro de obras devem ser constituídas de:
a)chave geral do tipo blindada de acordo com a aprovação da concessionária local e  localizada no quadro principal de distribuição.
b) chave individual para cada circuito de derivação.
c) chave-faca blindada em quadro de tomadas  d) chaves magnéticas e disjuntores, para equipamentos especiais.

• Ventilação em locais confinados.

Nas atividades que exponham os trabalhadores a riscos de asfixia, explosão, intoxicação e doenças do trabalho devem ser adotadas medidas especiais de proteção, a saber:
a) treinamento e orientação para os trabalhadores quanto aos riscos a que estão submetidos, a forma de preveni-los e o procedimento a ser adotado em situação de risco.
b) nos serviços em que se utilizem produtos químicos, os trabalhadores não poderão realizar suas atividades sem a utilização de EPI adequado.
c) a realização de trabalho em recintos confinados deve ser precedida de inspeção prévia e elaboração de ordem de serviço com os procedimentos a serem adotados.
d) monitoramento permanente de substância que cause asfixia, explosão e intoxicação no interior de locais confinados realizado por trabalhador qualificado sob supervisão de responsável técnico.
e) proibição de uso de oxigênio para ventilação de local confinado.
f) ventilação local exaustora eficaz que faça a extração dos contaminantes e ventilação geral que execute a insuflação de ar para o interior do ambiente, garantindo de forma permanente a renovação contínua do ar.
g) sinalização com informação clara e permanente durante a realização de trabalhos no interior de espaços confinados.
h) uso de cordas ou cabos de segurança e armaduras para amarração que possibilitem meios seguros de resgate.
i) acondicionamento adequado de substâncias tóxicas ou inflamáveis utilizadas na aplicação de laminados, pisos, papéis de parede ou similares.
j) a cada grupo de 20 (vinte) trabalhadores, 2 (dois) deles devem ser treinados para resgate.
k) manter ao alcance dos trabalhadores equipamento autônomo para resgate.
l) no caso de manutenção de tanques combustíveis, providenciar desgaseificação prévia antes da execução do trabalho.

• Fornecimento de agua na obra e alojamento :

É obrigatório no alojamento o fornecimento de água potável, filtrada e fresca, para os trabalhadores por meio de bebedouros de jato inclinado ou equipamento similar que garanta as mesmas condições, na proporção de 1 (um) para cada grupo de 25 (vinte e cinco) trabalhadores ou fração.

A falta de atenção com estes itens, pode trazer muitos problemas. Então, mãos à obra.

Texto escrito por Davi Ferreira, Engenheiro da empresa SH.

SH em empreendimento comercial da Cyrela no sul do país.

22 de março de 2012 Sem comentários

Desde dezembro de 2011, a SH participa da obra do Edíficio Comercial Aschneider Absolut Business (foto, ao lado esquerdo, tirada do site da construtora), uma construção da Goldsztein Cyrela Empreendimentos Imobiliários S/A, em Porto Alegre-RS.  A obra prevê a construção de um edifício comercial com salas de 41 a 65 metros quadrados que podem ser integradas e chegarem até meio andar com 333 m² privativos.

O edifício será composto por uma torre comercial, com área de 3.448,57 m², 14 conjuntos por pavimento com um total de 288 unidades, além de 145 vagas de estacionamento. “Esta obra possui um novo conceito comercial, com um empreendimento moderno, funcional e agradável”, conta Diego Andrade, Supervisor de Contratos da Unidade SH em Porto Alegre.

O novo empreendimento da Cyrela possui boa localização e acessibilidade ao aeroporto e ao centro da cidade, além de estar próximo a um dos centros comerciais da região. “Devido ao porte da obra e à localização, o escoramento chamou atenção de quem o executou e também das pessoas que passavam em frente à construção, inclusive outras empresas do mesmo ramo”, ressalta o Supervisor.

Os equipamentos SH em obra foram essenciais para a construção de uma estrutura de 4,40 metros em balanço de 4,40m, onde foram utilizados Perfis Al-22, C-18, C-7,5, Modex®SH, Tubos e Braçadeiras. “Os nossos equipamentos auxiliaram na execução da estrutura em balanço, onde na etapa final havia uma viga de 0,19×1,04 metros, o que resultava em uma carga consideravelmente grande”, explica Franco Menegat, Projetista da SH. Para a obra, foram elaborados projetos de escoramentos escalados em três níveis, utilizando o Perfil Al 22 duplo como apoio e Modex®SH a cada 50 centímetros para atender a capacidade limite de cada equipamento. “Um dos desafios encontrados pela equipe da SH foi apresentar uma solução técnica para atender uma situação com-plicada como a construção da laje e introduzir ao mercado da construção civil novos equipamentos, tal como o Perfil Al 22”, ressalta Franco.

Experiência SH na construção de Central Hidrelétrica no Sul.

19 de março de 2012 Sem comentários

Em março de 2011, a SH foi contratada pela CERILUZ – Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Social Ltda., como empresa fornecedora da obra pequena central hidrelétrica PCH RS-155, localiza-da na RS 155 Km, na cidade de Ijuí, no Rio Grande do Sul.

A PCH RS- 155, que ficou pronta em fevereiro de 2012, tem capacidade de 5,70 MW, com um aproveitamento de água maior em comparação às demais usinas. Essa geração é possível com uma barragem de 3,6 metros de altura e uma área inundada de, somente, 1,66 hectares fora do leito do rio. A obra teve um investimento de R$ 32 milhões, divididos em recursos próprios e financiamentos.

A central hidrelétrica tem um arranjo composto por uma barragem, canal de adução, mini central, túnel adutor, câmara de carga, casa de força e canal de fuga. Para a realização da obra foram utilizados: Concreform SH®, Mísula SH®, Torre de Carga LTT e Perfis Metálicos SH. Os equipamentos SH auxiliaram na execução do escoramento da laje inclinada da usina. “O cliente ficou satisfeito com o atendimento da SH e, principalmente, com o diferencial dos nossos equipamentos, que garantiram à obra maior produtividade e atendimento ao cronograma de construção”, ressalta o Gerente da Unidade SH em Porto Alegre – RS, Kleber Bittencourt. “Este foi nosso primeiro contrato com a CERILUZ, porém já estamos pensando em futuras obras“ completa.

A nova PCH representa o retorno da auto-suficiência para a cooperativa CERILUZ, até mesmo porque sua construção viabilizou também novas redes alimentadoras com sistemas controlados à distância, além de veículos para trabalhos de manutenção. “O consumo de energia vem subindo muito na região, com destaque para o setor industrial, que hoje consome aproximadamente 35% do que é distribuído”, avalia o Gerente.

A cada pesquisa respondida, uma cesta de alimentos é doada.

12 de março de 2012 Sem comentários

Crianças da Creche Yaveh Shamah

Seguindo a tradição, a SH reverteu o número de pesquisas de satisfação respondidas pelos clientes que finalizaram seu contrato no segundo semestre de 2011 em cestas de alimentos que foram doadas a duas organizações. Dessa vez, as ONG’s foram escolhidas por indicação dos colaboradores da empresa.

Uma das escolhidas foi a Creche Comunitária Yaveh Shamah, que desenvolve um trabalho com crianças da comunidade Barro Vermelho, em São Gonçalo – RJ. A associação recebeu 73 cestas de alimentos. “Quando recebemos as cestas nos emocionamos com a qualidade e com a quantidade de produtos. É muito bom saber que há empresas, como a SH, que se preocupam com causas sociais”, diz Sibel Ferreira, fundador da creche.

Creche Comunitária Yaveh Shamah
Endereço: Travessa Dona Francisca, 317 – Barro Vermelho – São Gonçalo – RJ. Telefone: (21) 2628-6997.

Outra organização beneficiada foi o Lar Torres de Melo, em Jacarecanga, em Fortaleza – CE. A associação presta assistência a idosos carentes, desenvolvendo projetos de valorização da vida e cidadania na terceira idade. “Ter a oportunidade de fazer essa visita ao Lar Torres de Melo, levando as 74 cestas doadas pela SH, foi muito gratificante. Pudemos perceber, nitidamente, nos olhos daqueles idosos, a alegria, não só por estarem recebendo a doação mas, principalmente, pelo carinho e atenção que lhes foram dispensados naquele momento que passamos com eles. Ficamos tão comovidos com a situação deles que resolvemos fazer uma campanha de arrecadação de objetos usados para a entidade colocar à venda em seu bazar”, diz Antônio Fábio Queiroz, colaborador da SH que participou da entrega das cestas.

Lar Torres de Melo
Endereço: Rua Júlio Pinto, 1832. Jacarecanga. Fortaleza – CE.
Telefone: (85) 3206.6750. E-mail: lartmelo@veloxmail.com.br  / www.lartmelo.org.br 

Equipe SH na entrega das cestas ao Lar Torres de Melo, em Fortaleza - CE.

Montagem com método ‘quebra-cabeças’ acelera ritmo das obras do Bairro Carioca

18 de janeiro de 2012 Sem comentários

Assista o vídeo que mostra como estão sendo construídas as casas do Bairro Carioca. Elas estão sendo feitas em parede de concreto, com o auxílio da fôrma de alumínio Lumiform SH.

Obra pública impulsiona empreiteiras emergentes

17 de janeiro de 2012 Sem comentários

Fonte: Valor Econômico

Por Daniel Rittner | De Brasília

Nos anos 70, enquanto a ditadura militar alardeava o crescimento da economia com obras jamais vistas no país, um punhado de empreiteiras viu sua carteira se multiplicar e entrou na lista de gigantes do capitalismo brasileiro. Eram os tempos da hidrelétrica de Itaipu, da rodovia Transamazônica, da primeira usina nuclear de Angra e da implantação do metrô em São Paulo e no Rio.

Novas refinarias da Petrobras, grandes projetos de mineração, estádios para a Copa do Mundo de 2014 e orçamentos recordes do governo para a reforma de estradas fazem hoje com outras empreiteiras a mesma transformação gerada pelo “milagre econômico” quatro décadas atrás.

Os sinais da mudança estão nos números. Em um período de apenas cinco anos, entre 2006 e 2010, o seleto grupo de construtoras com faturamento superior a R$ 1 bilhão aumentou de cinco para 11 empresas. O time original era formado por Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão e Delta Construções. Juntaram-se a OAS, Galvão Engenharia, Construcap, Mendes Júnior, ARG e Egesa, conforme dados compilados pela revista especializada “O Empreiteiro“. Outras três construtoras já estavam bem perto de entrar no “clube do bilhão” em 2010 – Serveng-Civilsan, Schahin Engenharia e Carioca Christiani-Nielsen - e podem ter rompido essa marca no ano passado. Quase todas são dependentes de contratos públicos – e a retomada de investimentos da União e dos governos estaduais em grandes obras de infraestrutura deu uma nova cara à indústria de construção pesada.

A Galvão Engenharia, com donos oriundos da Queiroz Galvão, tem 63% do faturamento de contratos públicos

Algumas empreiteiras emergentes, como a Galvão Engenharia e a Mendes Júnior (reemergente), chegaram a quadruplicar o faturamento em cinco anos. Mas o setor disparou como um todo: as receitas totais das 100 maiores subiram, entre 2006 e 2010, de R$ 28,7 bilhões para R$ 67 bilhões. “Ficamos em um período de estagnação nas últimas décadas“, diz o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio Filho. Para ele, a Lei de Responsabilidade Fiscal começou a abrir espaço para a retomada dos investimentos em infraestrutura, que ganharam impulso com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Muitas construtoras não estavam suficientemente capitalizadas para aproveitar essa onda“, diz Amadio. “Quem estava preparado, saiu na frente. Mas há oportunidades e desafios para todos. Quando o investimento voltou, havia máquinas paradas e fartura de mão de obra disponível. Hoje, estamos na fase de comprar mais equipamentos e em busca de técnicos qualificados.”

Uma das empreiteiras que souberam agarrar essa oportunidade foi a mineira Egesa, fundada nos anos 60 e reerguida em 1985, após quase ter chegado à bancarrota. “Até 2004, tivemos um crescimento constante, mas pequeno“, afirma Elmo Teodoro Ribeiro, presidente e principal acionista da Egesa. Um de seus sócios morreu em um acidente de carro enquanto tocava uma obra em Sergipe. Outro decidiu vender suas ações antes da recente explosão de obras, que encontrou a empresa preparada: havia obtido certificações internacionais de segurança e de meio ambiente, habilitando-se para as concorrências da Petrobras e da Vale.

A nova carteira da Egesa, antes concentrada em obras rodoviárias, é um retrato do que ocorre com a maioria das empreiteiras emergentes. Ela participa da reforma do Mineirão para a Copa do Mundo, faz parte do grupo que constrói os tanques de petróleo do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), tem 80% do consórcio responsável pela estação de tratamento de dejetos industriais da Refinaria Abreu Lima (parcela da obra orçada em R$ 800 milhões) e ergue 6 mil casas populares em Pernambuco para o programa Minha Casa, Minha Vida. Atua no exterior, na construção de duas rodovias em Angola e sonda empreendimentos em vizinhos como Bolívia e Colômbia. Aliou-se com os coreanos para entrar no leilão do trem-bala Rio-São Paulo-Campinas, que acabou não recebendo nenhuma proposta. E tem grande interesse em disputar a concessão da BR-040, prevista para este ano, depois de ter sido derrotada na concorrência da Fernão Dias.

Estamos vendo o maior boom da construção pesada desde os anos 70“, acredita Ribeiro. Além da diversificação da carteira, com novas obras de infraestrutura, o empresário destaca o aumento da confiança no setor público, que deixou de atrasar pagamentos e ficar inadimplente com as construtoras. Quanto às perspectivas, ele é cauteloso: “A nossa meta é atingir R$ 1,5 bilhão de faturamento, em dois anos, até sentirmos segurança suficiente para darmos o passo seguinte“.

O clube das emergentes inclui histórias de quem surgiu de uma costela das gigantes. É o caso da Galvão Engenharia. Antigos sócios da Queiroz Galvão, quarta maior empreiteira do país, o arquiteto Dario Galvão Filho e três irmãos dele venderam ações da empresa, em 1995, para começar do zero no ano seguinte. Sem esconder suas raízes, a Galvão rapidamente se transformou em um ator importante da construção pesada, mas deslanchou a partir de 2006. Hoje, tem 63% do faturamento proveniente de contratos com o setor público, que lhe renderam algumas de suas principais vitrines: um lote do trecho sul do Rodoanel, as obras de modernização do aeroporto de Congonhas e a reforma do estádio Castelão, em Fortaleza. Agora, ela se prepara para disputar a concessão dos aeroportos, de olho especialmente no de Brasília.

Os investimentos do PAC e o reforço no orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) beneficiaram as empreiteiras. A Delta, do empresário Fernando Cavendish, encabeça desde 2009 a lista de pessoas jurídicas que mais recebem dinheiro da União. Só no ano passado, foram R$ 683 milhões – quase 20% a mais do que a segunda colocada, Glaxo Smith-Kline, fornecedora de medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2011, a Delta causou polêmica ao ser escolhida pela Infraero para construir às pressas um terminal remoto no aeroporto de Guarulhos, sem licitação. O Tribunal de Contas da União (TCU) questionou a forma de contratação e alertou para a falta de experiência da construtora nesse tipo de projeto. A previsão da Infraero, que era de inaugurar o terminal em 20 de dezembro, foi adiada depois do desabamento de parte do teto.

Cavendish, por si só, esteve no centro de duas controvérsias: foi acusado por dois empresários do setor de ter contratado o ex-ministro José Dirceu para fazer tráfico de influência em favor da Delta, em Brasília. Era de Cavendish, também, o helicóptero que caiu em Porto Seguro e deixou sete mortos, entre os quais a namorada do filho do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). O episódio jogou luzes sobre as relações entre Cavendish e Cabral.

Para o consultor Paulo Matos, autor de vários livros sobre o mundo da construção pesada, as empreiteiras emergentes trouxeram maior dinamismo para esse mercado, apesar de terem inicialmente menos know-how em obras de alta complexidade. “Os clientes resolveram apostar nelas porque também perceberam que não era bom negócio estar nas mãos de quatro ou cinco construtoras. Era um oligopólio velado“, aponta o consultor.

Matos ressalta que “as oportunidades cresceram absurdamente”, mas é preciso tomar certos cuidados. Com o aumento da concorrência nas licitações, as taxas de retorno encolheram, os preços de insumos subiram e o espaço para repasse é menor, a escassez de mão de obra preocupa cada vez mais e os órgãos de fiscalização de obras públicas aumentaram o rigor. Por isso, ele adverte que o principal risco para as empreiteiras é se comprometer com uma carteira de obras maior do que sua real capacidade de atendimento. “Depois de muitas lições, as empresas começaram a aprender que é mais fácil morrer de indigestão do que de inanição“, conclui o especialista.

Presentes de Natal na Casa Lar São João Batista em Vitória/ES

6 de janeiro de 2012 Sem comentários

O Natal na Unidade VIX começou logo no início de Dezembro, com a visita de alguns colaboradores à Casa Lar São João Batista. A Casa Lar São João Batista abriga crianças que são retiradas da guarda dos pais com uma ordem judicial devido a maus tratos. Essas crianças ficam na Casa Lar até serem adotadas. Atualmente, cerca de 14 crianças estão na ONG. “É um lar simples, onde não há divulgação, a casa é alugada, mantida com uma pequena verba da prefeitura e por muitas pessoas que ajudam, em dinheiro, fraldas, alimentos”, Vitor Binda, Gerente da Unidade da em Vitória.

A realidade das crianças da ONG, sensibilizou os colaboradores da Unidade da SH em Vitória/ ES, que mobilizaram uma ação para doar brinquedos de seus filhos e novos brinquedos para as crianças que vivem na ONG. “ Nosso gesto, foi apenas uma pequena ação diante do muito que ainda pode ser feito”, ressalta o Gerente.

 

Colaboradores da SH brincam com as crianças da ONG

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SH em obra Green Building

27 de dezembro de 2011 Sem comentários

A SH é uma das empresas fornecedoras da obra do Centro Empresarial Antônio Peretti, realizada pela Construtora Hugo Peretti & Cia Ltda., em Rebouças em Curitiba – PR. O projeto da obra do centro empresarial consiste na construção de sete andares, em uma área de, aproximadamente, 2.900m², um subsolo para garagem, um piso térreo com área de 529m² e uma torre com detalhes arquitetônicos interessantes e inovadores.

O centro empresarial que abrigará a nova sede da Intertechne empresa de Consultoria e Projetos de Engenharia, será baseado no conceito Green Building (Construção Verde), que prevê a racionalização de recursos e o uso de avançadas tecnologias para minimizar os impactos negativos da construção no meio ambiente. Apesar do avanço, empreendimentos verdes ainda são uma novidade para o mercado local. Para a realização da obra, a SH fornece aproximadamente 2000m² de Topec®SH, para serem utilizadas em lajes nervuradas e dez toneladas de Torres de Cargas LTT®SH, Escoras SH e Perfis SH, para vigas e trechos onde não é utilizado o Topec® SH. “Os equipamentos SH têm proporcionado agilidade e facilidade no desenvolvimento da obra o que tem influenciado positivamente no prazo de realização da mesma”, explica Suelen Matos, Supervisora de Assistência Técnica da Unidade da SH em São José dos Pinhais, no Paraná.

A obra do Centro Empresarial teve início em outubro de 2011 e tem previsão de término para outubro 2012. A equipe de atendimento e suporte prestados à obra é formada pelos Supervisores da SH, Carlos César, Suelen Matos Robson Baptista. A equipe da SH foi elogiada pela Hugo Peretti, por causa da qualidade no atendimento e no diferencial dos equipamentos: “Muito obrigado pelo excelente atendimento, profissionalismo e entendimento de nossa necessidade na obra. Esse é o diferencial da SH, em relação aos concorrentes. Vocês sempre serão os primeiros a nos atender”, elogiou, por e-mail, Rodrigo Kotinda, Engenheiro Civil da Hugo Peretti & Cia Ltda.